"Senhor, fazei-me instrumento de Vossa Paz"
São Francisco de Assis

sexta-feira, 3 de julho de 2026

SÃO TOMÉ O apóstolo que proclamou conhecida profissão de fé: "Meu Senhor e meu Deus"














Hoje é a festa de São Tomé, apóstolo que proclamou conhecida profissão de fé "Meu Senhor e meu Deus"

Neste dia 3 de julho, é celebrado São Tomé, recordado por ter duvidado da Ressurreição de Cristo até que o Senhor apareceu a ele, mostrando-lhe as chagas e o Apóstolo fez uma profissão de fé, repetida muitas vezes até os dias de hoje. Mais tarde, veio a morrer como um grande mártir.
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No Evangelho de São João (20,19-29), Jesus ressuscitado apareceu aos seus discípulos quando as portas estavam trancadas, pôs-se no meio deles e disse-lhes: “A paz esteja convosco”.

Nesta ocasião, Tomé não estava presente e, quando seus companheiros lhe contaram que tinham visto o Senhor, ele duvidou. “Se não vir nas suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei”, disse.
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Oito dias depois, quando todos estavam novamente no mesmo lugar, inclusive Tomé, Jesus voltou a aparecer-lhes e repetiu a saudação: “A paz esteja convosco”.
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Depois disse a Tomé: “Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Jesus disse: “Creste, porque me viste. Felizes aqueles que creem sem ter visto”.
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São Tomé era judeu, natural da Galileia e pescador. Jesus o escolheu como um dos doze Apóstolos e foi a ele quem o Senhor fez uma revelação especial na Última Ceia.
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“Disse-lhe Tomé: ‘Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?’ Jesus lhe respondeu: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim’” (Jo 14,5-6).

São Tomé pregou na Pérsia e região ao redor, Índia e Etiópia. A tradição diz que foi vendido como escravo para o rei indiano Gundafar, que buscava um arquiteto para construir seu palácio e sabia que o santo era conhecedor desta técnica.
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O Apóstolo pregou para a filha do rei sobre as vantagens da castidade e, por isso, foi aprisionado, mas milagrosamente escapou da prisão. No entanto, morreu como mártir na costa de Coromandel (Madrás – Índia). Ali foi descoberto seu corpo com marcas de lanças.
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Séculos depois, seus ossos foram levados para Edessa e atualmente encontram-se na Catedral de Ortona (Itália).

É representado com uma lança ou um cinturão, porque se diz que, depois da Assunção de Maria, foi ao sepulcro dela e pegou o cinturão da Virgem que estava lá e que hoje é venerado na Catedral de Prato (Itália).

Reflexão

( cf. São Gregório Magno) Mais proveitosa foi para a nossa fé a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos que não duvidaram. Deste modo, o discípulo que duvidou e tocou, tornou-se testemunha da realidade da ressurreição. Ele viu a humanidade de Jesus e fez profissão de fé na sua divindade exclamando: “Meu Senhor e meu Deus”. Portanto, tendo visto acreditou, porque tendo à sua vista um homem verdadeiro, exclamou que era Deus, a quem não podia ver.

Oração

Concedei-nos, Deus onipotente, a graça de celebrar com alegria a festa do apóstolo São Tomé, de modo que, ajudados pela sua intercessão, tenhamos a vida pela fé em Jesus Cristo, que ele reconheceu como Senhor. 
Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Fonte: ACI Digital / Padre Evaldo César de Souza, CSsR


O EVANGELHO: 
A incredulidade de Tomé.
Evangelho (João 20,19-31)

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21 Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22 E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.
26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.
27 Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28 Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29 Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30 Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31 Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.



FRASES E PENSAMENTOS DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

  • Sobre Ação e Fé: "Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível."
  • Sobre o Exemplo: "Pregue o Evangelho em todo tempo.Se necessário, use palavras."
  • Sobre a Humildade: "É dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.
  • "Sobre a Paz: "Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor.
  • "Sobre o Amor a Deus: "E quando penso que Ele fez tudo isso por amor, sinto que fico louco e que me nascem asas para voar pelo mundo gritando: o Amor não é amado!"
  • “São as mãos, o trabalho, o suor, o carinho – ferramentas da Senhora Pobreza – que constroem as obras do Senhor.”
  • “Jamais a mente humana admirará suficientemente o braço potente e amoroso do Senhor Deus”
  • “Coração puro é o que foi visitado por Deus”
  • “Vou percorrer esse caminho evangélico, mesmo que haja espinhos nos meios das flores, até chegar ao fim do mundo, e nesse caminho é que vai se apagar a minha vela”
  • “Com a ajuda do Senhor, a gente pode até entregar o corpo às chamas ou à espada, apresentar o pescoço à cimitarra, ser torturado no tronco, arrastado por cavalos ou devorado por feras, e até mesmo beijar a boca de um leproso….mas ficar calmo diante do ridículo… tudo isso é humanamente impossível, ou é um milagre claro da misericórdia de Deus”
  • “E quando penso que ele (Jesus) fez tudo isso por amor, sinto que fico louco e que me nascem asas para voar pelo mundo gritando: o Amor não é amado, o Amor não é amado!”
  • “Acredita-me, meu filho, é infinitamente mais fácil montar uma poderosa maquinaria apostólica do que se fazer pequenino e humilde”
  • “Na formação do Irmão é preciso ter um grande respeito, muita paciência e sobretudo uma esperança invencível”
  • “Essa é a chave: o amor. Formar é amar. O amor faz possível o impossível”
  • “Como é que os homens podem amar uns aos outros se não amam o Amor?”
  • “O herói tem medo do ridículo e o que mais assusta o santo é a humilhação”
  • “Nós temos coração de águia e pés de pardal. Somos frágeis como uma ânfora de barro, isso eu sei por experiência própria”
  • “Vamos subir ao telhado. Acabou o tempo das palavras, chegou a hora da ação”
  • “O caminho que tomei é o da simplicidade e humildade”
  • “Na verdade, onde está Deus, está o paraíso”
  • “Os que não passam pela Sexta-feira Santa, nunca vão chegar ao Domingo da Ressurreição”
  • “A pérola mais rara e preciosa da coroa de Deus é a paciência…Quando penso na paciência de Deus fico louco de felicidade”
  • “O Amor transforma os cemitérios em jardins”
  • “Amor, amor, amor! Queimem, nas brasas do Amor, as suas rivalidades e egoísmos”
  • “Levem amor onde houver ódio. Onde houver ofensa, levem o perdão. Onde houver discórdia, união. 
  • “O fogo, o mar, Deus: são tão parecidos. Entre todas as criaturas a que mais se parece com Deus é o fogo…Os dois iluminam e aquecem”
  • “A irmã dor nos purifica, nos solta das amarras terrestres e nos lança nos braços de Deus”
  • “Pobre do homem que não tiver segredos com seu Deus”
  • “Não te assustes com o que vou te dizer: Deus, por ser fonte da vida, está próximo da mulher, e ela mais perto de Deus. Sem o saber, elas são um pouco a verdadeira efígie de Deus”
  • “O Senhor sorri nas flores, murmura na brisa, pergunta no vento, responde na tempestade, canta nos rios…todas as criaturas falam de Deus, quando está cheio de Deus”



 









quinta-feira, 25 de junho de 2026

Iconografia da Capela do Convento Santo Antônio - Freis capuchinhos de Butiatuba

 

Capuchinhos PR-SC


Conheça a Capela do Convento Santo Antônio dos freis Capuchinhos de Almirante Tamandaré-Pr. 
Inaugurada em 2023, o entorno e a capela são inspiradas nas igrejas franciscanas e capuchinhas. 
Com a sua arte, iconografia e espiritualidade a capela é um convite à oração e revela a presença do Sagrado. Conheça e encante-se com a explicação realizada por Frei Sidney Damasio Machado, um dos responsáveis pela arte sacra desta capela.

Documentário sobre os 100 anos da presença capuchinha-

 

Capuchinhos PR-SC


Eu quero compartilhar uma coisa contigo, é realmente algo especial. Quero contar minha história que envolve sonhos, alegrias, dificuldades, e que agora, olhando para trás desperta muita gratidão; e não deixa de encher os olhos de esperança quando olho pra frente. 
Você me concede um pouco do seu tempo para que a minha vida possa fazer parte da sua? 
"Deus é fiel não nos há de faltar" Eu sou prova viva disso!

Vídeo 09/Setembro/2020

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Natividade de São João Batista- 24 de junho.





João, chamado de o “batizador”, é filho de Zacarias e de Isabel, ambos de estirpe sacerdotal. A Bíblia nos diz que Isabel era prima e muito amiga de Maria, e elas tinham o costume de visitarem-se. Uma dessas ocasiões foi quando já estava grávida: “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41). Ainda no ventre da mãe, João faz uma reverência e reconhece a presença do Cristo Jesus. Na despedida, as primas combinam que o nascimento de João seria sinalizado com uma fogueira, para que Maria pudesse ir ajudar a prima depois do parto.
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Assim os evangelistas apresentam com todo rigor a figura de João como precursor do Messias, cujo dia do nascimento é também chamado de “Aurora da Salvação”. É o único santo, além de Nossa Senhora, em que se festeja o nascimento, porque a Igreja vê nele a preanunciação do Natal de Cristo.
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Isabel era estéril e Zacarias era mudo, ambos já com idade bem avançada. Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa “Deus é propício”. Assim foi avisado Zacarias pelo anjo Gabriel.

Conforme a indicação de Lucas, Isabel estava no sexto mês de gestação de João, que foi fixado pela Igreja três meses após a Anunciação de Maria e seis meses antes do Natal de Jesus. O sobrinho da Virgem Maria foi o último profeta e o primeiro apóstolo. “É mais que profeta, disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti”. Ou seja, o primo João inicia sua missão alguns anos antes de Jesus iniciar a sua própria missão terrestre.
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Lucas também fala a respeito da infância de João: o menino foi crescendo e fortificando-se em espírito e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.
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Com palavras firmes, pregava a conversão e a necessidade do batismo de penitência. Anunciava a vinda do messias prometido e esperado, enquanto de si mesmo deu este testemunho: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitarei o caminho do Senhor…” Aos que o confundiam com Jesus, afirmava com humildade: “Eu não sou o Cristo”. e “Não sou digno de desatar a correia de sua sandália”. Sua originalidade era o convite a receber a ablução com água no rio Jordão, prática chamada batismo. Por isso o seu apelido de Batista.
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João Batista teve a grande missão de batizar o próprio Cristo. Ele apresentou oficialmente Cristo ao povo como Messias com estas palavras: “Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo… Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”.
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Jesus, falando de João Batista, tece-lhe o maior elogio registrado na Bíblia: “Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior do que João Batista. Contudo o menor no Reino de Deus é maior do que ele”.
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Ele morreu degolado no governo do rei Herodes Antipas, por defender a moralidade e os bons costumes. O seu martírio é celebrado em 29 de agosto, com outra veneração litúrgica.
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São João Batista é um dos santos mais populares em todo o mundo cristão. A sua festa é muito alegre e até folclórica. Com muita música e danças, o ponto central é a fogueira, lembrando aquela primeira feita por seus pais para comunicar o seu nascimento: anel de ligação entre a antiga e a nova aliança.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Compadre Francisco #43 | Especial: Festividades de Santo Antônio

 

TvFranciscanos

No Compadre Francisco desta semana, acompanhe as celebrações em honra ao santo franciscano mais amado do povo: de Pato Branco ao Convento da Penha, passando por São Paulo, Colatina, Xaxim e até Angola. Fé, tradição, procissões, os famosos pães de Santo Antônio e muitos testemunhos de devoção. ▶️ Assista, compartilhe e viva conosco essa grande festa da fé!


sábado, 13 de junho de 2026

Santo Antônio de Pádua e Lisboa

 



Antônio de Pádua ou – como também é conhecido – de Lisboa, referindo-se à sua cidade natal. Trata-se de um dos santos mais populares de toda a Igreja Católica, venerado não somente em Pádua, onde se erigiu uma esplêndida basílica que recolhe seus restos mortais, mas no mundo inteiro. São queridas dos fiéis as imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, lembrando uma aparição milagrosa mencionada por algumas fontes literárias.

Antônio contribuiu de maneira significativa para o desenvolvimento da espiritualidade franciscana, com seus fortes traços de inteligência, equilíbrio, zelo apostólico e, principalmente, fervor místico.

Ele nasceu em Lisboa de uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiro no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.

Em Coimbra, aconteceu um fato que marcou uma mudança decisiva em sua vida: em 1220, foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos que haviam se dirigido a Marrocos, onde encontraram o martírio. Este acontecimento fez nascer no jovem Fernando o desejo de imitá-los e de avançar no caminho da perfeição cristã: então ele pediu para deixar os cônegos agostinianos e converter-se em frade menor. Sua petição foi acolhida e, tomando o nome de Antônio, também ele partiu para Marrocos, mas a Providência divina dispôs outra coisa.

Por causa de uma doença, ele se viu obrigado a voltar à Itália e, em 1221, participou do famoso “Capítulo das Esteiras” em Assis, onde também encontrou São Francisco. Depois disso, viveu por algum tempo escondido totalmente em um convento perto de Forlì, no norte da Itália, onde o Senhor o chamou para outra missão. Convidado, por circunstâncias totalmente casuais, a pregar por ocasião da uma ordenação sacerdotal, Antônio mostrou estar dotado de tal ciência e eloquência, que os superiores o destinaram à pregação. Ele começou assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica tão intensa e eficaz, que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a voltar atrás. Esteve também entre os primeiros professores de teologia dos Frades menores, talvez inclusive o primeiro. Começou a lecionar em Bolonha, com a bênção de Francisco, o qual, reconhecendo as virtudes de Antônio, enviou-lhe uma breve carta com estas palavras: “Eu gostaria que você lecionasse teologia aos frades”. Antônio colocou as bases da teologia franciscana que, cultivada por outras insignes figuras de pensadores, teria conhecido seu zênite com São Boaventura de Bagnoregio e o beato Duns Scotus.

Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Concluído o mandato de provincial, retirou-se perto de Pádua, onde já havia estado outras vezes. Depois de apenas um ano, morreu nas portas da Cidade, no dia 13 de junho de 1231. Pádua, que o havia acolhido com afeto e veneração em vida, prestou-lhe sempre honra e devoção. O próprio Papa Gregório IX – que, depois de tê-lo escutado pregar, definiu-o como “Arca do Testamento” – canonizou-o em 1232, também a partir dos milagres ocorridos por sua intercessão.

No último período da sua vida, Antônio escreveu dois ciclos de “Sermões”, intitulados, respectivamente, “Sermões dominicais” e “Sermões sobre os santos”, destinados aos pregadores e professores de estudos teológicos da ordem franciscana. Neles, comentou os textos da Sagrada Escritura apresentados pela liturgia, utilizando a interpretação patrístico-medieval dos quatro sentidos: o literal ou histórico, o alegórico ou cristológico, o tropológico ou moral e o anagógico, que orienta à vida eterna. Trata-se de textos teológicos-homiléticos, que recolhem a pregação viva, na qual Antônio propõe um verdadeiro e próprio itinerário de vida cristã. É tanta a riqueza de ensinamentos espirituais contida nos “Sermões”, que o venerável Papa Pio XII, em 1946, proclamou Antônio como Doutor da Igreja, atribuindo-lhe o título de “Doutor Evangélico”, porque destes escritos surge a frescura e beleza do Evangelho; ainda hoje podemos lê-los com grande proveito espiritual.

Nos “Sermões”, ele fala da oração como uma relação de amor, que conduz o homem a conversar docemente com o Senhor, criando uma alegria inefável, que envolve suavemente a alma em oração. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Segundo o ensinamento deste insigne Doutor franciscano, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis que, no latim de Antônio, definem-se como: obsecratio, oratio, postulatio, gratiarum actio. Poderíamos traduzi-las assim: abrir com confiança o próprio coração a Deus, conversar afetuosamente com Ele, apresentar-lhe as próprias necessidades, louvá-lo e agradecer-lhe.

Neste ensinamento de Santo Antônio sobre a oração, conhecemos um dos traços específicos da teologia franciscana, da qual ele foi o iniciador, isto é, o papel designado ao amor divino, que entra na esfera dos afetos, da vontade, do coração, e que é também a fonte de onde brota um conhecimento espiritual que ultrapassa todo conhecimento. Antônio escreve: “A caridade é a alma da fé, é o que a torna viva; sem o amor, a fé morre” (Sermões Dominicais e Festivos II).

Só uma alma que reza pode realizar progressos na vida espiritual: este foi o objeto privilegiado da pregação de Santo Antônio. Ele conhecia bem os defeitos da natureza humana, a tendência a cair no pecado; por isso, exortava continuamente a combater a inclinação à cobiça, ao orgulho, à impureza e a praticar as virtudes da pobreza e da generosidade, da humildade e da obediência, da castidade e da pureza.

No começo do século XIII, no contexto do renascimento das cidades e do florescimento do comércio, crescia o número de pessoas insensíveis às necessidades dos pobres. Por este motivo, Antônio convidou os fiéis muitas vezes a pensar na verdadeira riqueza, a do coração, que, tornando-os bons e misericordiosos, leva-os a acumular tesouros para o céu. “Ó ricos – exorta – tornai-vos amigos (…); os pobres, acolhei-os em vossas casas: serão depois eles que os acolherão nos eternos tabernáculos, onde está a beleza da paz, a confiança da segurança e a opulenta quietude da saciedade eterna” (Ibid.).

Antônio, na escola de Francisco, sempre coloca Cristo no centro da vida e do pensamento, da ação e da pregação. Este é outro traço típico da teologia franciscana: o cristocentrismo. Alegremente, ela contempla e convida a contemplar os mistérios da humanidade do Senhor, particularmente o do Natal, que suscitam sentimentos de amor e gratidão pela bondade divina.

Também a visão do Crucificado lhe inspira pensamentos de reconhecimento a Deus e de estima pela dignidade da pessoa humana, de forma que todos, crentes e não crentes, possam encontrar um significado que enriquece a vida. Antônio escreve: “Cristo, que é a tua vida, está pregado diante de ti, porque tu vês a cruz como em um espelho. Nela poderás conhecer quão mortais foram tuas feridas, que nenhum remédio teria podido curar, a não ser o sangue do Filho de Deus. Se olhas bem, poderás perceber quão grandes são tua dignidade e teu valor (…). Em nenhum outro lugar o homem pode perceber melhor o quanto vale, a não ser no espelho da cruz” (Sermões Dominicais e Festivos III).

Que Antônio de Pádua, tão venerado pelos fiéis, interceda pela Igreja inteira, sobretudo por aqueles que se dedicam à pregação. Que estes, inspirando-se em seu exemplo, procurem unir a doutrina sã e sólida, a piedade sincera e fervorosa e a incisividade da comunicação.

Fonte: Catequese do Papa Bento XVI

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Peregrino e Aquilina


BREVE DE SANTO ANTÔNIO

 

Em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo 
"Eis aqui a Cruz do Senhor: fugi potências inimigas! 
Venceu o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi. Aleluia! Aleluia!" 

Conheça a história dessa poderosa oração, e passe a recitá-la sempre que precisar de proteção contra males e maldições.

FONTE: Crônicas dos Frades Menores (Manuscrito do Século XV) Santo 

Antônio de Pádua, Rogai por nós!

A VIDA DE SANTO ANTONIO

Bem-vindo(a)! Neste vídeo, vamos explorar a história fascinante da vida de Santo Antônio de Pádua, um dos santos mais venerados e amados da Igreja Católica.



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A VIDA DE SANTO ANTONIO



PAZ E BEM MEUS QUERIDOS IRMÃOS E IRMÃS!


Dia de Santo Antônio, afastemos de nós as crendices populares e colocamos no coração a Fé desse Maravilhoso SANTO que deu sua vida a serviço do Evangelho de CRISTO, nisso sim devemos acreditar na sua grande vontade de SER COMO JESUS. 

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Por isso nesse dia vamos procurar imita-lo, sermos verdadeiros CRISTÃOS, reconhecendo nos fracos, oprimidos e pobres a imagem do CRISTO JESUS... Isto é, abraçar a humildade para que com esse sentimento afastamos de nós a hipocrisia que nos afasta da verdadeira FÉ E DOUTRINA DO PAI...

Deus vos abençoe. PAZ E BEM!




Breve relato sobre a vida de Santo Antônio de Pádua
Paróquia de Santo Onofre
Comunidade de Santo Antônio
Padre Lúcio Ramos Peixoto
Narração: Carlinhos
Gravação: Estúdio Rochedo de Israel
São Paulo - SP

Canal Youtube de: Fernando Melo


Clique abaixo em "13 de Junho: Santo Antônio" que abrirá todas postagens sobre o Santo nesse Blog. 


Vedo il mio Signore tradução "Eu vejo o meu Senhor "

 

Vedo il mio Signore  


Cari amici, oggi voglio condividere con voi un momento toccante della vita di Sant'Antonio, un santo che ha lasciato un'impronta profonda nella storia della fede cristiana. 

Le sue parole finali, pronunciate poco prima di morire, risuonano ancora oggi come un potentissimo messaggio di fede e speranza. 
Nel giugno del 1231, Sant'Antonio soggiornò a Camposampiero, in un piccolo romitorio, per trascorrere un periodo di meditazione e riposo. Era consapevole che il suo tempo sulla terra stava volgendo al termine, e fu in quel momento di intimità con Dio che ricevette una visione straordinaria. La tradizione racconta che Antonio ebbe la grazia di vedere il Bambino Gesù tra le sue braccia, una visione che gli riempì il cuore di gioia e serenità.
Ma fu il venerdì 13 giugno 1231 che Antonio, sentendosi mancare, comprese che il momento della sua partenza era imminente. Con l'amore di Dio nel cuore e la consapevolezza che stava per incontrare il suo Signore, chiese di essere riportato a Padova, la sua amata città, dove desiderava terminare il suo pellegrinaggio terreno. 
Durante il tragitto verso Padova, sulla via del Santo, la comitiva che accompagnava Sant'Antonio si fermò all'Arcella, nell'ospizio vicino al monastero delle Clarisse. Qui, i confratelli adagiarono Antonio per terra, consapevoli della folla che avrebbe cercato di toccare il corpo del Santo una volta diffusa la notizia della sua morte. E fu in quel luogo sacro che si svolse l'ultimo atto della vita di Antonio. 
Ricevendo l'unzione degli infermi, Antonio si trovò circondato dai suoi confratelli che intonarono l'inno mariano "O gloriosa Domina", una melodia che lo aveva accompagnato nel suo cammino spirituale. Mentre le note si elevavano nell'aria, come un canto d'amore rivolto al Cielo, Sant'Antonio pronunciò le parole che restano incise nei nostri cuori: "Video Dominum meum" (Vedo il mio Signore).
Queste parole profonde e piene di significato racchiudono l'essenza della fede di Sant'Antonio. Antonio vedeva il suo Signore con gli occhi del cuore e dell'anima. In quel momento, Antonio sperimentò una connessione indissolubile con il suo Salvatore, una consapevolezza che trascendeva il velo della morte e abbracciava l'eternità. 
La testimonianza di Antonio ci invita a riflettere sulla nostra relazione con Dio e sulla consapevolezza della Sua presenza nelle nostre vite. Ci sprona a vedere il Signore in ogni aspetto della nostra esistenza, a riconoscere il Suo amore e la Sua guida costante. Le parole di Antonio ci ricordano che la fede autentica si basa sul profondo legame spirituale che ci unisce a Dio. 
Oggi, nel ricordo di Sant'Antonio, cerchiamo di nutrire la nostra fede e di vedere il Signore presente in ogni situazione, anche nelle prove più difficili. Preghiamo affinché le sue parole finali risuonino nel nostro cuore e ci guidino verso una relazione sempre più profonda con Dio. 
Che l'esempio di Sant'Antonio ci ispiri a vivere con fede, speranza e amore, mantenendo viva la nostra connessione con il nostro Signore. Che le sue parole, "Vedo il mio Signore", risuonino come un richiamo costante alla presenza divina nelle nostre vite e ci guidino sulla via della santità. 

TRADUÇÃO:
 Eu vejo o meu Senhor  

Queridos amigos, hoje quero compartilhar com vocês um momento tocante na vida de Santo Antônio, um santo que deixou uma marca profunda na história da fé cristã. As suas últimas palavras, ditas pouco antes de morrer, ressoam hoje como uma poderosa mensagem de fé e esperança. .
Em junho de 1231, Sant'Antonio ficou em Camposampiero, numa pequena peregrinação, para passar um período de meditação e descanso. Ele estava ciente de que seu tempo na terra estava chegando ao fim, e foi nesse momento de intimidade com Deus que ele recebeu uma visão extraordinária. A tradição diz que Antonio teve a graça de ver o Menino Jesus nos seus braços, uma visão que encheu o seu coração de alegria e serenidade. .
Mas foi na sexta-feira 13 de junho de 1231 que António, sentindo-se desaparecido, entendeu que o momento da sua partida era iminente. Com o amor de Deus no seu coração e a consciência de que estava prestes a encontrar-se com o seu Senhor, ele pediu para ser levado de volta para Padova, a sua amada cidade, onde desejou acabar com a sua peregrinação terrena. 
Durante a viagem para Padova, na Via del Santo, a comitiva que acompanhava Santo Antônio parou em Arcella, no hospício perto do mosteiro de Clarisse. Aqui, os irmãos deitaram Antonio no chão, cientes da multidão que tentaria tocar o corpo do santo assim que a notícia da sua morte fosse espalhada. E foi nesse lugar sagrado que aconteceu o último ato da vida de António. 
Recebendo a unção dos enfermeiros, Antonio estava cercado por seus irmãos que cantavam o hino mariano "Ó gloriosa domina", melodia que o acompanhou em sua jornada espiritual. À medida que as notas voaram no ar, como uma canção de amor dirigida ao Céu, Santo Antônio falou as palavras que permanecem gravadas em nossos corações: "Video Dominum meum" (Eu vejo Meu Senhor). .
Estas palavras profundas e significativas capturam a essência da fé de Santo António. Anthony viu o seu Senhor com os olhos do seu coração e alma. Naquele momento, Antonio viveu uma conexão inquebrável com seu Salvador, uma consciência que transcendeu o véu da morte e abraçou a eternidade. 
O testemunho de Antonio convida-nos a refletir sobre a nossa relação com Deus e a consciência da Sua presença em nossas vidas. Encoraja-nos a ver o Senhor em todos os aspectos da nossa existência, a reconhecer o Seu amor e orientação constante. As palavras de Antonio lembram-nos que a fé autêntica se baseia na profunda conexão espiritual que nos conecta a Deus. 
Hoje, em memória de Santo Antônio, vamos tentar nutrir nossa fé e ver o Senhor presente em todas as situações, mesmo nas provas mais difíceis. Rezamos para que as Suas palavras finais ressoem nos nossos corações e nos conduza a uma relação cada vez mais profunda com Deus. .
Que o exemplo de Santo Antônio nos inspire a viver com fé, esperança e amor, mantendo viva a nossa conexão com o nosso Senhor. Que as Suas palavras, "Eu vejo o meu Senhor", ressoem como um lembrete constante da Sua presença divina em nossas vidas e nos guie pelo caminho da santidade.

Convento S. Francesco del Monte



' HINO À SANTO ANTONIO " CORAL SANTO ANTONIO -Maringá -Pr

 



'HINO A SANTO ANTÔNIO
( J.Velosso - Maria Bethânia ) 

Bem merecestes ter com amor
Em vossos braços o Salvador! 

Salve grande Antônio, Santo universal, 
Que amparais aflitos contra todo o mal. 
Bem merecestes ter com amor
Em vossos braços o Salvador! 

Desprezando as honras pela sã pobreza, 
A Jesus vos destes com ardor e firmeza.
Bem merecestes ter com amor 
Em vossos braços o Salvador! 

Em santas missões povos converteu, 
Vossa língua santa que não pereceu. 
Bem merecestes ter com amor 
Em vossos braços o Salvador! 

Irmão protetor sois dos brasileiros, 
Que milagres cantam por séculos inteiros. 
Bem merecestes ter com amor 
Em vossos braços o Salvador! 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Saudação às Virtudes

 

Ave, rainha sabedoria, Senhor te salve com tua Irmã, a santa e pura simplicidade!

Senhora santa pobreza, o Senhor te salve com tua Irmã, a santa humildade!
Senhora santa caridade, o Senhor te salve com a tua Irmã, a santa obediência!
Santíssimas virtudes todas, salve-vos o Senhor de quem vindes e procedeis!



Não há absolutamente em todo o mundo nenhum homem que possa ter uma de vós se antes não morrer.

Aquele que tem uma e não ofende as outras tem todas. 

E aquele que ofende uma não tem nenhuma e a todas ofende. E cada uma delas confunde os vícios e pecados.

A santa sabedoria confunde a satanás e todas as suas malícias. 

A pura e santa simplicidade confunde toda a sabedoria deste mundo e a sabedoria da carne. 

A santa  pobreza confunde a ganância e a avareza e os cuidados deste mundo. 

A santa humildade confunde a soberba e todos os homens que há no mundo e igualmente todas as coisas que há no mundo.

A santa caridade confunde todas as tentações diabólicas e carnais e todos os temores da carne. 

A santa obediência confunde todas as vontades próprias, corporais e carnais, e mantém o corpo mortificado para a obediência ao espírito e ao seu irmão e torna o homem súdito e submisso a todos os homens que há no mundo, e não somente aos homens, mas também  a todos os animais e feras, para que possam fazer dele o que quiserem, tanto quanto lhes for permitido do alto pelo Senhor.

São Francisco de Assis

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Quem Criou os Hospitais? A Resposta Pode Surpreender Você

 



Você sabia que a história da saúde no mundo está profundamente ligada à fé cristã? 
No vídeo de hoje, mergulhamos em uma jornada emocionante que mostra como o cuidado com o próximo transformou a medicina.



terça-feira, 26 de maio de 2026

São Filipe Néri, o santo da alegria, oração, penitente e adorador

 

“Pippo bono”


Pertencente a uma família rica, filho de tabelião, o santo, nascido em 1515 em Florença, Itália, ficou órfão de mãe muito cedo e, ainda pequeno, já mereceu o nome de “Filipe bom”, por conta de seu proceder bondoso, alegre e leal.
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Negócios e estudos

Aos 18 anos, recebeu um convite de seu tio para que se dedicasse aos negócios em São Germano. Filipe, no entanto, não se adaptou. Atraído por Deus, foi se dedicar aos estudos em Roma. Estudou Filosofia e Teologia, deixando-se conduzir e formar pelo Espírito Santo.

O apóstolo de Roma

Néri, mesmo antes de ser padre, visitava os lugares mais pobres de Roma, os hospitais mais abandonados e as mais terríveis prisões, levando uma pregação alegre, espontânea e viva, juntamente com uma amável caridade cristã que o fez ser conhecido e simpático a toda cidade, sendo então chamado: o apóstolo de Roma.

Dedicação aos jovens

“Contanto que não façam pecados, de boa vontade suportarei que rachem lenha em cima das minhas costas”, dizia Filipe aos jovens, os quais ele instruía e educava. Dedicava-se a eles com tal amor, que não se perturbava com as reclamações e injúrias recebidas por causa deles.

“Oratório do divino amor”

Dizendo sim para a glória de Deus e apaixonado por poesia e música desde a adolescência, iniciou a bela obra do Oratório do Divino Amor, onde reunia jovens e os fazia cantar e rezar. Ali começava o sentido musical da palavra: foi criado o drama lírico com coros e orquestra. A partir daí, Filipe fundou a Congregação do Oratório.

O santo alegre

Homem de oração, penitência e adoração, São Filipe Néri, conhecido pelo seu testemunho alegre, cujo sorriso, disse Papa Francisco, o transformou em um apaixonado anunciador da Palavra de Deus, morreu no dia 26 de maio de 1595, partindo para o céu com 80 anos. Foi beatificado, em maio de 1614, por Papa Paulo V; e canonizado, em março de 1622, por Papa Gregório XV.

Coração dilatado

Depois de sua páscoa, médicos verificaram que seu coração era dilatado, de tal forma que duas costelas se quebraram para acomodá-lo. A este fato atribui-se o seu grande amor para com Deus e para com os homens.


A minha oração

“São Filipe, intercedei por mim e conduzi-me à alegria verdadeira no serviço ao Cristo e à caridade amável por todo o povo de Deus. Quero também eu poder cantar a glória de Deus e anunciar, com coração apaixonado, a Sua Palavra. Amém!”

São Filipe Néri, rogai por nós!




A Igreja celebra hoje (26), Nossa Senhora de Caravaggio

 


A Igreja celebra hoje (26), Nossa Senhora de Caravaggio, que apareceu a uma camponesa chamada Joaneta na cidade italiana de Caravaggio pedindo jejum e penitência. 

A devoção veio para o Brasil com os imigrantes italianos no final do século XIX, na cidade de Farroupilha, Rio Grande do Sul.
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Na época da aparição, as cidades de Veneza e Milão, que eram próximas a Caravaggio, viviam disputas políticas e religiosas. Em sua vida pessoal, Joaneta também enfrentava dificuldades. Seu marido, o ex-soldado Francisco Varoli, a maltratava e humilhava.

Em 26 de maio de 1432, entre lágrimas e orações, Joaneta viu Nossa Senhora, semelhante a uma rainha cheia de bondade. A Virgem Maria lhe disse: “Tenho conseguido afastar do povo cristão os merecidos e iminentes castigos da Divina Justiça e venho anunciar a paz”.
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Nossa Senhora também pediu que as pessoas voltassem a fazer penitência, jejuassem nas sextas-feiras, fossem rezar na igreja no sábado à tarde em agradecimento pelos castigos afastados e pediu que lhe fosse erguida uma capela. Ao lado de onde estavam os pés de Maria brotou uma fonte de água que existe até hoje e onde muitos doentes se curam.
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Joaneta levou ao povo e aos governantes a mensagem de Maria. Em suas visitas, levava ânforas com água da fonte sagrada, que resultava em curas extraordinárias, prova da veracidade da aparição. A paz foi restabelecida na pátria e na Igreja.
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Certa vez, um homem incrédulo sobre a fonte jogou na água um galho seco. Este galho reviveu, cobriu-se de folhas e desabrocharam flores. Como recordação desse sinal, é costume representar a aparição de Caravaggio com um ramo florido entre a Nossa Senhora e a vidente Joaneta.



Pesquise mais sobre Nossa Senhora de Caravaggio


domingo, 24 de maio de 2026

Caminhos do Evangelho | Solenidade De Pentecostes - Frei Gustavo Medella

 




"E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo." 

( João 20: 19 - 23)

19.Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: “A paz esteja convosco!”.
20.Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.
21.Disse-lhes outra vez: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós”.
22.Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: “Recebei o Espírito Santo.
23.Àqueles a quem perdoardes os pecados, lhes serão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, lhes serão retidos”.

Pentecostes - Vem Espirito Santo de Amor

 




Solenidades e Festas: | 
Canto de Entrada - Solenidade de Pentecostes 

Música: 
Vem Espírito Santo de Amor 

Vem, vem, vem! 
Vem Espírito Santo de amor! 
Vem a nós, 
traz a igreja um novo vigor! 

1. Presente no inicio do mundo, presente na criação Do nada geraste a vida, que a vida não sofra no irmão. 

2. Presença de força aos profetas, que falam sem nada temer. Contigo sustentam o povo, na luta que vão empreender. 

3. Presença com força de vida, presença de transformação. 
Tiraste a vida da morte, em Cristo na ressurreição.




Oração de São Francisco Cantada- A oração que Mudou o Mundo - Canto Gregoriano

 


Aqui, cada canto é uma oração. Cada melodia é um chamado ao silêncio da alma. Cada vídeo é um encontro com o sagrado. Nosso propósito é criar um refúgio espiritual em meio ao barulho do mundo — um espaço onde você pode descansar, orar, refletir e sentir a presença do Altíssimo através da música. Se você busca paz antes de dormir… Se deseja fortalecer sua fé… Se ama salmos e cantos sagrados… ✨ Este canal é para você.

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