"SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ".

Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida de S. Francisco - 1Cel 84)

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você está fazendo o impossível.São Francisco de Assis"

terça-feira, 20 de julho de 2021

Oração de São Francisco de Assis - Música Instrumental

 

Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.
Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.
Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.

Oração de São Francisco de Assis, instrumental. Música, natureza, animais, meditação. 
Piano Cover: Bruno Ciribelli. Interpretação musical da "Oração de São Francisco de Assis", versão instrumental (piano), acompanhada de belos registros da natureza, animais e pensamentos de São Francisco de Assis. 
 🌿 🎹 🌿 🎹 🌿 
Com votos de paz e esperança, Bruno Ciribelli.


quarta-feira, 14 de julho de 2021

DOCE É SENTIR - MENINAS CANTORAS DE PETRÓPOLIS

 

BENÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

 

Pai do Céu, Vós nunca rejeitais aqueles que buscam Vossa ajuda e conforto, estais sempre pronto para nos socorrer. Através da intercessão de São Francisco e em nome de Cristo, eu imploro Vossa piedade, socorrei-me em minhas necessidades,aliviai-me de todas as minhas aflições. Amém..

A oração de São Camilo: Dia(14 de Julho) de recordar São Camilo, padroeiro dos enfermos e dos hospitais.

Conheça um pouco mais sobre o padroeiro dos enfermos, pedindo sua intercessão para que Deus acompanhe nos sofrimentos.


Esta é a oração de São Camilo:
Senhor, Deus de toda a consolação,
Pai rico em misericórdia, vós sois amor.
Conheceis nossas necessidades e estais presente em nossos sofrimentos.

Escolhestes São Camilo para cuidar dos doentes e ensinar como servi-los.
Pedimos, por vossa intercessão, o dom da caridade que ilumina,fortalece e leva à plenitude a nossa vida para amar-vos também em nossos sofrimentos e servir-vos com amor em nossos irmãos e irmãs doentes.

Amém.

E esta é a história de São Camilo:

Pertencente de uma nobre e tradicional família, Camilo de Lellis foi militar e pelo seu caráter, expulso da tropa. Viciado em jogo, levava vida profana e decadente. Perdeu todos os seus bens. No momento mais melancólico de sua vida, em uma situação de mendicância, Camilo foi tocado pela graça divina, arrependendo-se de todos os seus pecados, passando a dedicar sua vida a servir, por espírito de caridade, aos doentes pobres em hospitais. E diante de tanta dedicação, fundou a Companhia dos Servidores dos Enfermos, conhecidos como Camilianos. E não é por menos que tornou-se patrono dos enfermos e dos hospitais.
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Seu sobrenome remonta à história da igreja, época de Teodoro de Lellis, o Cardeal Pio II. Mas São Camilo de Lellis fez a própria história e deixou sua fé e sua dedicação aos enfermos disseminadas por todo o mundo.
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São Camilo era italiano de Abruzzo, mas precisamente da cidade de Bucchianico. Em 1550, ano de seu nascimento, sua família carregava no sangue virtude, coragem e brio dos que lutaram nas Cruzadas.
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Seu nascimento coroou o casamento de tantos anos da senhora Camila, a mãe, que até os 60 anos de idade não tinha conseguido dar um herdeiro ao esposo João.

Vida Voluntária
Camillus de Lellis – 1550-1614
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E foi com 17 anos que Camilo alistou-se como voluntário no exército de Veneza. Naquela época, pôde conviver com o drama dos enfermos que agonizavam diante de várias doenças. Foi dessa época também que Camilo passou a viver com uma dolorosa úlcera no pé, que o acompanhou até o último dia de vida. Nesse período, também sofreu a perda do pai e sua vida enveredou-se para os prazeres mundanos, como o da jogatina.
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A vida de Camilo mudou completamente. Sofreu diante da falta de condições financeiras e de saúde. Doente, não conseguiu local para internar-se, o que o fez partir para Roma, pedindo auxílio no Hospital Santiago, justamente para tratar da chaga no pé direito. Camilo não tinha dinheiro para pagar o tratamento e ofereceu-se para trabalhos de servente e de enfermeiro.
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Mal cicatrizada a ferida, Camilo, sem nenhum recurso financeiro, soube que o país recrutava voluntários para combater os turcos. E lá foi ele. Não parou tão cedo. Em 1573, mais um combate. Neste ano, quase restabelecido economicamente, Camilo, mais uma vez, rendeu-se aos prazeres mundanos e atirou-se aos jogos. Perdeu tudo. Ficou a zero, reduzido à miséria. Retornou a Nápoles e prometeu se fazer religioso franciscano.
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Um ano depois, Camilo esqueceu-se do voto que fizera de se tornar religioso franciscano e mergulhou novamente no jogo. O jogo e a bebida tornaram-se vícios em sua vida. Ficou novamente na miséria. Partiu para Veneza. Passou frio e fome. Não tinha onde morar, nem dormir. Em uma das derrotas no jogo, deu como pagamento a própria camisa. Depois de muito perambular, conseguiu abrigo no convento dos capuchinhos, momento em que lembrou do voto de tornar-se religioso. Converteu-se realmente.
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Cumpriu Abnegado Sua Missão
Camilo retornou ao Hospital Santiago, desta vez como mestre da casa. Apesar de doente, tratou dos enfermos como de si. Em 1581, com a saúde precária, decide tratar dos doentes gratuitamente. Na época, Camilo foi levado a agir assim diante da exploração, desonestidade e falta de escrúpulos dos médicos para com os doentes. Em 1582, Camilo teve a primeira inspiração de instituir uma companhia de homens piedosos que aceitassem, generosamente, a missão de socorrer os pobres enfermos, sem preocupação de recompensa.
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Aos 32 anos voltou aos estudos, sendo ordenado sacerdote aos 34 anos. Aos 18 de março de 1586, o papa Sixto V aprova a Congregação Religiosa fundada por Camilo.
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Em 21 de setembro de 1591, o papa Gregório XIV eleva a Congregação de Camilo ao “status” de Ordem Religiosa.
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Na guerra que logo em seguida houve na Hungria, os “Camilianos” trabalharam como primeira unidade médica de campo, cuidando dos feridos.
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Não bastou a Camilo tomar consigo apenas bons enfermeiros e alguns até médicos, os doentes careciam também de assistência religiosa. É evidente que a alma bem cuidada dispõe melhor o corpo para suportar os sofrimentos e sobrepor-se à doença. Vale destacar que antes de ser santo, Camilo não tinha qualquer ligação de fé no Senhor.
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Muito doente, Camilo renunciou ao cargo de Superior Geral de sua Ordem Religiosa em 1607.
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Faleceu em Roma aos 14 de julho de 1614. Sua festa é celebrada aos 14 de julho, data de sua morte.
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Nos primeiros dias de julho de 1614, já no seu leito de morte, recebeu a última comunhão e deixou as seguintes recomendações:
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“Observai bem as regras. Haja entre vós uma grande união e muito amor. Amai, e muito, a nossa Ordem, e dedicai-vos ao apostolado dos enfermos. Trabalhai com muita alegria nesta vinha do Senhor. Se Deus me levar para o Céu, vos hei de ajudar muito de lá. As perseguições que sofreu nossa obra vieram do ódio que o demônio tem ao ver quantas almas lhe escaparam pelas garras. E já que Deus se serviu de mim, vilíssimo pecador para fundar miraculosamente esta Ordem, Ele há de propagá-las para o bem de muitas almas pelo mundo inteiro. Meus padres e queridos irmãos: eu peço misericórdia a Deus e perdão ao padre Geral aqui presente e a todos vós, de todo mau exemplo que eu pudesse ter dado, talvez mais pela minha ignorância, do que pela má vontade. Enfim, eu vos concedo da parte de Deus, como vosso Pai, em nome da Santíssima Trindade e da bem-aventurada Virgem Maria, a vós aqui presentes, aos ausentes e aos futuros, mil bênçãos”.
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Camilo de Lellis morreu no dia 14 de julho de 1614. Seu féretro foi marcado por muita comoção e acompanhado por uma multidão. Mas um milagre era visto naquele dia: enquanto preparavam o corpo de Camilo para o funeral, os médicos, estarrecidos, notaram que a chaga havia desaparecido.
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Em 1746, durante uma festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Bento XIV, no dia 29 de junho, declara Santo o nome de Camilo de Lellis.
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Em 1886, Leão XIII declarou São Camilo, juntamente com São João de Deus, Celestes protetores de todos os enfermos e hospitais do mundo católico.
No dia 28 de setembro de 1.930, Pio XI proclamou Camilo “Protetor dos profissionais da saúde”.
(Camilianos)


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terça-feira, 13 de julho de 2021

A NOVA VIDA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS, DE TOMÁS DE CELANO - VI


DESCOBERTA POR JACQUES DALARUN

De alguns milagres que ele operou em vida

“Francisco, o santo de Deus, brilhando com a luz dos milagres, teve a graça de operar curas, das quais, forçosamente, inserimos aqui apenas um pequeno número, pois esperamos narrá-los mais demoradamente em outra obra”.

“O bem-aventurado Francisco, indo até ele, fez sobre ele o sinal da cruz, ao longo de todo o seu corpo, da cabeça aos pés, e rapidamente afugentou toda doença e devolveu-lhe a saúde de antigamente”.

“Como uma mulher da mesma cidade estava acometida de cegueira, o bem-aventurado Francisco fez o sinal da cruz sobre seus olhos e, rapidamente, a luz lhe foi devolvida”.

“O servidor do Cristo realizava esses e outros milagres parecidos com sua presença corporal, mas – o que é mais admirável – o Senhor socorria diversos problemas dos homens através dos objetos que Francisco havia tocado com suas mãos”.

“Gualfreduccio de Città della Pieve, homem religioso e temente a Deus, tinha em sua casa um cordão que o bem-aventurado Francisco usara certa vez como cinto. Aconteceu que, nessa cidade, um grande número de homens e não poucas mulheres foram acometidos de diversas doenças e febres. O dito homem, circulando nas casas dos doentes e misturando um pouco das fibras deste cordão à água, dava de beber aos pacientes e assim, através da virtude de Deus, uma perfeita saúde lhes era devolvida ao absorverem a água”.

Como ele livrou marinheiros dos perigos do mar multiplicando os víveres; e como, indo à Espanha por desejar o martírio, ele acabou encontrando o Sultão da Babilônia.

(...) “Assim, aconteceu que, quando os marinheiros consumiram toda a comida, devido a uma longa tempestade que atravessaram no mar, os mantimentos do pobre Francisco, pela ação divina, multiplicaram-se tanto que, durante muitos dias, eles satisfizeram às necessidades de todos até o porto de Ancona. Também, vendo que tinham escapado do perigo de morte graças ao servidor de Deus, os marinheiros renderam graças à clemência do Salvador”

“Deixando o mar, o servidor de Deus perambulou por terra; arando-a com a palavra, ele semeou a semente da vida, recolheu o fruto das almas em grande número e elas o seguiram com grande devoção”.

“Quando retornou à igreja de Santa Maria de Porciúncula, homens letrados e nobres entraram na Ordem. Tratou-os com honra e dignidade, e como era dotado de um discernimento excepcional, deu a cada um o que lhe cabia”.

“Enquanto viveu, ensinou toda a sua família a seguir o Cristo e não transgrediu em absolutamente nada a observância da Regra e da perfeição evangélica”.

Como, rezando em lugares desertos, ele lutou com o diabo; de sua constância e maneira de pregar; de sua humildade e compaixão pelos pobres.

“Tornou-se insensível a tudo o que fizesse barulho do lado de fora e, contendo com todas as suas forças seus sentidos exteriores, entregou-se apenas a Deus”.

“Seu porto mais seguro era a oração, a que sempre se dedicava, mesmo quando o corpo se ocupava com qualquer outra coisa. Passava a noite a rezar nas igrejas situadas em lugares desertos, nas quais seguidamente superava inúmeros medos e angústias que o diabo lhe infligia”.

“Plenamente formado em exercícios espirituais desse gênero, desenvolveu uma grande constância e, irrigado pelo fluxo da doutrina celeste, encontrava segurança no fato de pregar com pureza de espírito”.

“Ele era dotado de tão grande eloquência que tornava contemplativo o espírito dos que o ouviam. Ele falava com a mesma constância de espírito tanto para muitos quanto para poucos”.

(...) “o camponês lhe disse: “Aplica-te, frade, a ser tal como os homens proclamam que és, pois muitos têm confiança em ti. Exorto-te a nunca seres outra coisa que não o que esperamos de ti”. Ouvindo isso, o santo de Deus desceu do burro e, prostrado diante do camponês, beijou seus pés, rendendo-lhe graça por ter a dignidade de o admoestar”.

“Ele era muito humilde, conformando-se em tudo com os pobres. A túnica com a qual estava vestido, que frequentemente dividia com eles e usava tal qual os pobres, era seguidamente remendada não com fios, mas com casas de árvores ou de planta. Nos grandes invernos, pedia roupas aos ricos e recebendo-as sem ter que devolvê-las, ele as oferecia aos primeiros pobres que encontrasse pelo caminho”.

“Na verdade, o amante da virtude adoçou o palácio do corpo. Por isso, era doloroso ver que alguma reprovação era dirigida a qualquer um dos pobres”.

De sua afeição pelas criaturas por causa do criador; de sua reverência pelo nome do Senhor; do presépio durante a celebração e de sua visão.

“O homem de Deus transbordava de espírito de caridade, com as entranhas cheias de piedade não apenas pelos homens, mas também pelos animais mudos e selvagens, e por todas as outras criaturas. Com que afeição pensas tu que ele amava as pequenas ovelhas e os cordeirinhos, que têm a graça de uma natureza mais simples e da semelhança com o Senhor Jesus, que eles representam nas santas Escrituras? Frequentemente, libertava esses animais das mãos daqueles que desejavam matá-los e, pagando o preço para que não fossem imolados, devolvia-os à vida. O preço não era uma dificuldade, pois ele considerava como a coisa mais vil aquilo pelo qual os homens mais têm consideração”.

“Quem pode dizer a doçura de que ele gozava ao contemplar nas criaturas a sabedoria do Criador, seu poder e sua bondade? Ficava cheio de uma maravilhosa e inefável alegria quando olhava para o sol e a lua as estrelas e o firmamento. Indiscutivelmente, ele pregava às flores, às florestas, aos troncos e às pedras como se elas gozassem de razão. As colheitas e as vinhas, tudo o que fazia a beleza dos campos, a água corrente das fontes, o verdume dos jardins, a terra e o fogo, o ar e o vento: ele os encorajava, com sua extrema pureza, a amar a Deus, ele os exortava a servi-Lo com prazer. Enfim, ele chamava todas as criaturas pelo nome de irmão em razão de seu princípio único”.

“Acima de tudo, ele ardia por representar aquelas que se referem ao Cristo nos volumes sagrados dos Evangelhos, em razão do grande amor que fervilhava dentro dele”.

“Ele proferiu palavras doces como o mel sobre o nascimento do pobre Rei e sobre a pequena cidade de Belém. Desejando chamar Jesus, em razão do amor extremo que ardia dentro dele, chamou balbuciando “ a criança de Belém”.

FREI VITORIO MAZZUCO


BENÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS A FREI LEÃO.

Benção de São Francisco de Assis a Frei Leão.

O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!
O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!

As palavras que Francisco acrescentou às bíblico-litúrgicas são poucas, mas importantes, porque são pessoais do Santo: "O Senhor te abençoe, Frei Leão".

“(...) Redescobrindo-a e voltando a utilizá-la estaremos fazendo o que fez Francisco ao recuperar uma fórmula litúrgica quase esquecida, considerando-a apta para consolar o amigo na aflição. Usando-a, Francisco descobriu o profundo significado da fórmula e, no modo de usá-la, mostrou que captou precisamente seu sentido original...”.

A passagem bíblica onde consta a Benção de São Francisco a Leão, que pode ser estendia a todos nós está em  Números 6- 22-26

22 O Senhor disse a Moisés: 23 “Dize a Aarão e seus filhos o seguinte: eis como abençoares os filhos de Israel:24 O Senhor te abençoe e te guarde! 25 O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!

26 O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz! 27 E assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e eu os abençoarei”. 



O Sentido da Benção de São Francisco.
Benedicat tibi Dominus


www.vocacaofranciscana.blogspot.com




sábado, 10 de julho de 2021

ORAÇÃO PELA PAZ




Senhor, fazei de mim
um instrumento da vossa Paz.
Onde houver ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a União.
Onde houver dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a Luz.
Ó Divino Mestre,
fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que e é perdoado,
e é morrendo que se ressuscita
para a Vida eterna.




quinta-feira, 8 de julho de 2021

Barco Hospital São João XXIII vai atender comunidades ribeirinhas do Amazonas

  

A embarcação que estará sendo adequada para ser o Barco Hospital São João XXII foi abençoada no Porto de São Raimundo, pelo Arcebispo Metropolitano de Manaus Dom Leonardo Steiner. Transmissão realizada pela Rádio Rio Mar FM de Manaus-AM.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

PEDIDO DE ORAÇÕES A EDUARDO PAULINO DODORICO

Pedimos aos irmãos franciscanos para que nas suas orações a São Francisco de Assis supliquem pela sua interseção junto a Jesus Cristo e Nossa Senhora pela saúde de Eduardo Paulino Dodorico(Foto abaixo) residente em José Bonifácio-SP internado em estado gravíssimo no Hospital Estadual João Paulo II/Ame.

Acometido com a enfermidade da Covid e suas complicações. 

Contamos com a fraternidade e o carisma Franciscano, pois unidos seremos mais fortes. 

"Benção de São Francisco de Assis.

O Senhor te abençoe e te guarde!
O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!
O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz!"

PAZ E BEM! 

Infelizmente ele não aguentou e faleceu no dia 01/07/21, assim quis Deus que ele voltasse para junto Dele. 

Deus os abençoe pelas orações.

domingo, 27 de junho de 2021

A história da imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

 

PAZ E BEM!

A história da imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e o significado de seu simbolismo. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Ou de Socorro) Ou Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um título dado a Virgem Maria, associada a um ícone bizantino com o mesmo nome, do século 13 ou 14, mas talvez do século 15.
O ícone tem estado em Roma pelo menos desde o século 15. Na Igreja Ortodoxa esta iconografia é conhecida como a Theotokos da Paixão.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Frades Menores Capuchinhos | Província do Rio Grande do Sul

Francisco de Assis se dirigia mais pelo espírito e conversão do que pela lei, por isto surgiram conflitos na história de sua Ordem.
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A 29-5-1517, Leão X, com a bula Ite vos, separou a Ordem Franciscana em Frades Menores Conventuais e Observantes. Mas a união foi apenas jurídica. Surgiram reformistas, divididos pelo dilema - viver a experiência fundante de Francisco ou - adequar a Ordem aos tempos.
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A Reforma Capuchinha é um movimento de Frades Observantes que buscam a recuperação do espírito original, aprovada por Clemente VII a 3-7-1528, com a bula Religionis Zelus. Os pioneiros foram Frei Mateus de Bascio, Frei Ludovico de Fossombrone e seu irmão, Frei Rafael de Fossombrone. Esses frades, a 18-5-1526 tiveram autorização de viver eremiticamente perto de Camerino, e de usar barba, hábito com capuz, vida eremítica e solidária, com custódio próprio sob a proteção do Geral Conventual, com o privilégio dos camaldulenses de receber membros de outras ordens. Os três reformadores foram acolhidos pelos camaldulenses, com apoio da duquesa de Camerino, Catarina Cybo, denominados Frades Menores de Vida Eremítica. Mas, devido ao capuz, a partir de 1531, foram chamados Capuchinhos.
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A 23-1-1619, Paulo V, com o breve Alias felicis recordationis, concede autonomia plena aos Capuchinhos como membros da Ordem dos Frades Menores, instituída por São Francisco de Assis, com a mesma regra: "Viver o Santo Evangelho em pobreza, obediência e castidade," como medicantes, pregadores vivendo em fraternidades, dividindo o tempo entre missão, trabalho e oração.
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A presença de Capuchinhos no Brasil obedece à dinâmica histórica da colonização e da imigração. A 6-8-1612, com os colonizadores franceses, chegam os primeiros quatro capuchinhos ao Maranhão. Eram da província que Paris que a 22-6-1614 enviava mais 9 frades. Expulsos com os franceses a 19-11-1614, só permanecem dois deles para atender os índios.
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A 14-1-1642, três Frades franceses da Província da Bretanha foram acolhidos em Olinda-PE. Eram destinados à missão da Guiné, mas foram aprisionados por corsários holandeses na ilha de São Tomé. Esses três frades consolidaram a presença dos capuchinhos em Pernambuco. No Rio de Janeiro, houve capuchinhos franceses desde 1650. Devido ao conflito entre França e Portugal, os 40 capuchinhos franceses regressaram à França, em 1701 e 1702, depois de 60 anos.
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A presença de Capuchinhos italianos começa na Bahia, em 1705; em Pernambuco, em 1710 e no Rio de Janeiro, a 31-5-1921, donde seguiram a outros Estados.
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No Rio Grande do Sul, os primeiros capuchinhos italianos chegaram ao Forte de Rio Grande em 6-4-1737. Eram os freis Anselmo de Castelvetrano e Antônio de Perugia, aos quais se juntaram, em 1738, os freis João Francisco de Gubbio, Jeronymo de Monte Real, Sebastião de Pallanza e Mariano de Piano, que construíram o Convento e a Igreja N. Sra. do Rosário. Tempos depois voltaram ao Rio de Janeiro.
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Dom Antônio Joaquim de Mello, Bispo de São Paulo, ao fundar o seminário paulopolitano, confiou a direção a capuchinhos da Sabóia. A 8-4-1854 chegavam freis Eugênio de Rumilly e Firmino de Centelhas. Os frades dirigiram o seminário até fins de 1778.
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Hoje, no Brasil, os capuchinhos formam 10 províncias, duas vice-províncias e uma custódia, com 1.500 frades, constituindo a CCB - Conferência dos Capuchinhos do Brasil.
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A 2-1-1896, dois missionários da província da Sabóia, freis Bruno de Gillonnay e Leão de Montaspey chegam a Rio Grande, com destino a Garibaldi, onde se estabelecem em 16-1-1896, a convite de dom Cláudio José Gonçalves Ponce de Leão, 3° Bispo do Rio Grande do Sul, para atender os migrantes italianos. Frei Bruno de Gillonnay, o herói das três primeiras décadas, abandonou os esquemas europeus em favor da realidade local. Seu projeto baseou-se em missões populares, paróquias, escola vocacional, jornal e educação. As missões populares popularizaram os capuchinhos, mas a grande intuição de Frei Bruno foi a abertura da Escola Seráfica (1898), em Garibaldi, para receber os estudantes da Missão do Líbano e acolher vocações nativas. E em 1924, quando regressou à França, o novo superior da Missão era um gaúcho, descendente de italianos - frei José Cherubini.
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As numerosas vocações levaram a Província do Rio Grande do Sul a implantar a Ordem no Brasil Central (1956). E em 1982, a nova fundação, com sede em Brasília, tornava-se província independente. É a única província brasileira fundada por brasileiros. E já em 1983, abria-se nova frente missionária no Mato Grosso e Rondônia, atual Vice-Província São Francisco de Assis. Em 2004, a província estendeu seus serviços ao Caribe, auxiliando e assumindo a Vice-Província Madre Del Divino Pastor.



sexta-feira, 4 de junho de 2021

Novena a Santo Antônio de Pádua – de 4 a 12 de junho



A poucos dias da festa de Santo Antônio de Pádua, que é celebrada em 13 de junho, apresentamos a seguir uma novena disponibilizada pelo portal ‘Canção Nova’, em honra a este grande doutor da Igreja, padroeiro das mulheres estéreis, e a quem, por tradição, se invoca para pedir um bom esposo ou esposa.

Santo Antônio nasceu em Portugal, em 1195, e é conhecido como “de Pádua” porque foi nessa cidade italiana onde morreu (1231) e são veneradas suas relíquias. Diz-se que, certo dia, enquanto rezava, o menino Jesus apareceu a ele.

São Boaventura dizia: “Recorre com confiança a Antônio, que faz milagres, e ele te conseguirá o que buscas”. Leão XIII o chamou “o santo de todo mundo”, porque sua imagem e devoção se encontram por todas as partes.

Oração inicial para todos os dias

Amadíssimo protetor, Santo Antônio! Eis-me aqui, a teus pés, plenamente confiando em vossa poderosa intercessão. Olhai-me com aquele espírito de doce e terna compaixão com que olhavas aos pobres. Pobre sou seu, Santo meu! Vejo-me cheio de misérias.

A vida para mim é contínua luta. Pão de felicidade, de alegria, de saúde e de paz, de virtude… quanto me faz falta a tua amorosa proteção! Ouvi-me, vos peço humildemente, para que vosso nome de Taumaturgo seja novamente glorificado. Creio em vosso poder, em vossa bondade; amo vosso coração de pai e bendigo a nosso Senhor, que te fez grande na terra e no céu. Amém.

Oh! Astro de Espanha, pérola de pobreza, luz da Itália, Doutor da verdade, Sol de Pádua, resplandecente em sinais de claridade. Amém.

V. Rogai por nós, Antônio beatíssimo.

R. Para que por tua intercessão alcancemos as alegrias da vida eterna.

Responsório de Santo Antônio

Se milagres desejais, recorrei a Santo Antônio;
vereis fugir o demônio e as tentações infernais.

Recupera-se o perdido, rompe-se a dura prisão
e no auge do furacão cede o mar embravecido.

Todos os males humanos se moderam, se retiram,
digam-no aqueles que o viram, e digam-no os paduanos.

Recupera-se o perdido… pela sua intercessão foge a peste, o erro, a morte,
o fraco torna-se forte e torna-se o enfermo são.

Glória ao Pai, e ao Filho e ao Espírito Santo…

V. Rogai por nós, bem-aventurado Antônio,

R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos

Ó Deus, nós vos suplicamos, que alegre à vossa Igreja a solenidade votiva do bem-aventurado Antônio, vosso Confessor e Doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Oração final da novena

Alegre, Senhor, a vossa Igreja devota a humilde oração do glorioso Santo Antônio, vosso servo, para que sejamos sempre socorridos nesta vida com os auxílios da graça e mereçamos conseguir depois as alegrias eternas da glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, que convosco e o Espírito Santo, vive e reina por todos os séculos dos séculos. Amém.

PRIMEIRO DIA – A admirável fé de Santo Antônio.

A vida do Santo Taumaturgo é uma contínua pregação da fé cristã. Por ela, muito jovem, ansiava derramar seu sangue a vista dos mártires franciscanos de Marrocos. Por ela se entrega completamente a Deus em vida santa e perfeitíssima de evangelização, que foi pasma do mundo, rica em talentos e maravilhas…

Que vida de fé é a minha?

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

SEGUNDO DIA – A esperança de Santo Antônio.

Amou vivamente p Santo essa virtude. Uma vida de sacrifícios, em luta constante contra o inferno, o mundo e as paixões, seria impossível sem uma grande esperança; tinha uma grande confiança na bondade divina, na paternal Providência de Deus e na ajuda constante de sua graça… Por isso o santo jamais desvaneceu em sua vida de incessante e penoso esforço. Contava com Deus! Humilhemo-nos e contemos não com nossas forças, mas sim com as forças divinas, esperando em Deus.

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

TERCEIRO DIA – Caridade divina de Santo Antônio

Dedicou Santo Antônio ao Serafim de Assis, São Francisco, um particular amor. Não ignorava, sem dúvida, que, como bom filho seu era outro Serafim de caridade. Quem poderá adivinhar a ternura de seu amor a Jesus? Aquela cena em que o Menino Deus se recreava nos braços do Santo pode servir para nos fazer adivinhar seus êxtases, suas ternuras seráficas… Que exemplo para mim, fio miserável e pobre pecador.

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

QUARTO DIA – Caridade fraternal de Santo Antônio

Eis me aqui, um Santo, cuja vida foi um holocausto de amor aos homens. Pode-se dizer que toda ela não foi senão uma carícia aos pobres pecadores, aos tristes enfermos, aos atormentados pelas negruras da miséria… e tanto prazer deveria encontrar o Santo neste amor fraterno a seus semelhantes, que nem a morte o interrompeu! Hoje, como em vida, segue prodigiando-nos com as mesmas carícias… Que seu exemplo me mova à compaixão dos desgraçados!

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

QUINTO DIA – Pureza de Santo Antônio

Não é em vão que leva o Santo em suas mãos um lírio… Foi ele uma açucena da Igreja. O demônio quis marchar seu corpo e sua alma com sua baba imunda, mas o Santo guardou sua pureza como um tesouro; a defendeu com um cinto austero e impenetrável de silícios, vigílias, disciplinas, orações, trabalhos… Que fazemos nós para guardar a pureza de nosso corpo e da alma?

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

SEXTO DIA – Humildade de Santo Antônio

Também neste Santo, e por maneira singular e maravilhosa, se cumpriu o dito de jesus Cristo: “O que se humilha será exaltado.” Ocultou-se como uma violeta; buscou o retiro, o silêncio e, dotado de altíssima sabedoria, a teve oculta e somente a obediência pode abrir com sua chave de outro aqueles talentos poderosos que fizeram de Santo Antônio a Arca do Testamento… De quantos bens nos priva nossa soberba!


3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

SÉTIMO DIA – Pobreza de Santo Antônio

Nascido em dourada cama, ante os sorrisos e riquezas do mundo, Santo Antônio abraça a pobre Ordem Franciscana… Se torna filho daquele desposado com a dama Pobreza, São Francisco, e, como ele, a segue por abrolhos e espinhos, privações e sofrimentos, contente com suas dolorosas e doces carícias… Seu desapego do mundo o fez rico em bens celestiais. Trocou o ouro da terra pelo ouro inestimável do amor divino. Desapeguemo-nos dos bens terrenos, se verdadeiramente queremos nos salvar!

3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

OITAVO DIA – Obediência de Santo Antônio

A obediência é a morte da própria vontade, e quando o homem matá-la, tem matado o seu maior inimigo. A vontade divina, manifestada pelos legítimos Superiores, faz então maravilhas nas almas. Santo Antônio foi obedientíssimo. Foi tanto obediente que a um ato seu de obediência passava por um ignorante, mas devemos saber que era este um novo Doutor das gentes… Obedece, humilha vosso amor-próprio e Deus te exaltará!
3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final

NONO DIA – Santo Antônio, protetor dos que sofrem

Todo sofrimento, em qualquer de suas manifestações, a dor do pecado, a perda da saúde e a escassez de recursos, as injustas perseguições, a ausência de paz, as grandes preocupações, as grandes tristezas… quanto podem atormentar a alma! Tudo foi motivo de compaixão para o santo, foi matéria de milagres seus, foi motivo de sua misericórdia… O que se ocultou ou oculta do seu coração compassivo? Acudamos, pois, a ele com vivíssima confiança.
3 Glórias à Santíssima Trindade; recitar o responsório e a oração final



segunda-feira, 31 de maio de 2021

DIA DE ADORAR AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO QUE ESPERA E ACOLHE DE BRAÇOS ABERTOS DE DIA E NOITE

Meus Senhor Jesus Cristo, que por amor aos homens ficais dia e noite nesse sacramento, todo cheio de misericórdia e amor, esperando, chamando e acolhendo todos os que vêm visitar-­Vos, eu creio que estais presente no sacramento do altar.

Adoro-Vos do abismo do meu nada e dou-­Vos graças por todos os Vossos benefícios, especialmente por Vos terdes dado a mim neste sacramento, por me terdes concedido por advogada Maria, Vossa Mãe Santíssima, e, finalmente, por me haverdes chamado para Vos visitar nessa igreja.
Saúdo, hoje, Vosso coração amantíssimo. Primeiro, em agradecimento pelo grande dom de Vós mesmos; segundo, em reparação pelas injúrias que tendes recebido neste sacramento.
Meu Jesus, amo-­Vos de todo o meu coração. Arrependo-­me de, no passado, ter ofendido tantas vezes Vossa bondade infinita. Proponho, com Vossa graça, não mais Vos ofender no futuro. Nesta hora, miserável como sou, consagro-­me todo a Vós, dou e entrego-Vos minha vontade, meus afetos, meus desejos e tudo o que me pertence. Daqui em diante, fazei de mim e de tudo o que sou eu o que Vos aprouver.
Somente Vos peço e quero Vosso amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento da Vossa vontade.
Recomendo-Vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Virgem Maria. Recomendo-­Vos também todos os pobres pecadores. Enfim, amado Salvador meu, uno todos os meus afetos aos afetos do Vosso coração amantíssimo e, assim unidos, eu os ofereço a Vosso eterno Pai, pedindo-­Lhe em Vosso nome e, por Vosso amor, que se digne a aceitá-­los e atendê-­los.
Ó Jesus, Pão vivo descido do Céu, como é grande Vossa bondade! Para perpetuar a fé em Vossa presença real na Eucaristia, com extraordinário poder, dignastes-Vos mudar as espécies do pão e do vinho em Carne e Sangue, como se conservam no Santuário Eucarístico de Lanciano.
Aumentai sempre mais a nossa fé em Vós, Senhor sacramentado! Ardendo de amor por Vós, fazei com que, nos perigos, nas angústias e necessidades, só em Vós encontremos auxílio e consolação, ó divino Prisioneiro dos nossos tabernáculos, ó fonte inesgotável de todas as graças.
Suscitai em nós a fome e a sede do Vosso alimento eucarístico, para que, saboreando este pão celeste, possamos gozar da verdadeira vida, agora e sempre. Amém...
São Padre Pio, rogai por nós

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Série: Luz do Meu Caminho | 6º Domingo da Páscoa

 


Fraternizar SCJ

Neste 6º Domingo do Tempo Pascal, Frei Cristiano Nobre de Oliveira, OFM nos ajuda a refletir o evangelho. 
Não perca tempo: inscreva-se no Canal e compartilhe essa novidade com amigos e todos aqueles que amam São Francisco e a espiritualidade Franciscana! 
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domingo, 25 de abril de 2021

Cristo meu bom Pastor- JOÃO 10:11-18

Disse Jesus: “Minhas ovelhas escutam a minha voz.Eu as conheço e elas me seguem” (João 10,v. 27). 
O apelo de Jesus é amplo e universal, excluindo toda discriminação de pessoas por parte de Deus.

"Jesus, meu Bom Pastor, teu bastão e teu cajado me dão segurança A teu lado não me falta coisa alguma. 
Tu me conduzes sempre pelo bom caminho. 
Sacias os anseios mais profundos da minha alma. 
Quero seguir-te até o fim de meus dias. 

AMÉM. ASSIM SEJA."


Na "parábola do bom pastor". 
Para explicar o amor de Deus, Jesus usa parábolas: são pequenas narrações que, com imagens tiradas da vida humana (o pastor, o médico, o agricultor ...), nos dizem como é Deus.
- Um pastor é bom se, quando o lobo chega, ele não foge: ele confronta o lobo e defende suas ovelhas. O bom pastor está disposto a dar a vida pelas ovelhas. Isto é o que Jesus Cristo fez dando sua vida na cruz!

São João 10, 11-18
"11.Eu sou o bom-pastor. O bom-pastor expõe a sua vida pelas ovelhas.* 12.O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas. 13.O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas. 14.Eu sou o bom-pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, 15.como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas. 16.Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.* 17.O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. 18.Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai”."

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Hoje celebramos a “Segunda-Feira do Anjo”, entenda o por quê.



Hoje, Segunda-feira da Páscoa, a Igreja celebra a chamada “Segunda-feira do Anjo”, que recebe este nome porque foi precisamente um anjo que, no sepulcro, anunciou às mulheres que Jesus tinha ressuscitado.
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Em um dia como hoje, em 2017, Vatican News recordou a explicação dada por São João Paulo II em 1994.
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“Por que se chama assim?”, perguntou o Pontífice, colocando em evidência a necessidade de destacar a figura daquele anjo, que disse das profundezas do sepulcro: “Ele ressuscitou”.
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Estas palavras “eram muito difíceis de pronunciar, de expressar, para uma pessoa. Além disso, as mulheres que foram ao sepulcro, o encontraram vazio, mas não puderam dizer ‘ressuscitou’; só afirmaram que o sepulcro estava vazio. Mas o anjo disse: ‘Ele não está aqui, ressuscitou’”.
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Assim narra o Evangelho de Mateus: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que os disse”. (Mt 28, 5-7)
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Os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Como criaturas puramente espirituais, têm inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam a perfeição de todas as criaturas visíveis.
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O resplendor da sua glória testemunha isso: Cristo é o centro do mundo dos anjos e estes lhe pertencem, ainda mais, porque os tornou mensageiros do seu plano de salvação.
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A partir de hoje, até o final da Páscoa no dia de Pentecostes, se reza a oração do Regina Coeli em vez da Oração do Ângelus.
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O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI, em 2009, assinalou que o “Alegrai-vos” Maria pronunciado pelo anjo é um convite à alegria: “Gaude et laetare, Virgem Maria, aleluia, quia Surrexit Dominus vere, aleluia”, “Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

Fonte: ACI Digital


domingo, 4 de abril de 2021

Feliz Páscoa



Mensagem do Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemmel, para a Páscoa.
Que Deus os abençoe, Paz e Bem!


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO POR OCASIÃO DA PÁSCOA DO SENHOR



MENSAGEM URBI ET ORBI DO SANTO PADRE

(Domingo de Páscoa, 4 de abril de 2021)

Queridos irmãos e irmãs, boa Páscoa! Boa, santa e serena Páscoa!

Hoje ressoa, em todas as partes do mundo, o anúncio da Igreja: «Jesus, o crucificado, ressuscitou, como tinha dito. Aleluia».

O anúncio de Páscoa não oferece uma miragem, não revela uma fórmula mágica, não indica uma via de fuga face à difícil situação que estamos a atravessar. A pandemia está ainda em pleno desenvolvimento; a crise social e económica é muito pesada, especialmente para os mais pobres; apesar disso – e é escandaloso –, não cessam os conflitos armados e reforçam-se os arsenais militares. Isto é o escândalo de hoje.

Perante, ou melhor, no meio desta complexa realidade, o anúncio de Páscoa encerra em poucas palavras um acontecimento que dá a esperança que não decepciona: «Jesus, o crucificado, ressuscitou». Não nos fala de anjos nem de fantasmas, mas dum homem, um homem de carne e osso, com um rosto e um nome: Jesus. O Evangelho atesta que este Jesus, crucificado sob Pôncio Pilatos por ter dito que era o Cristo, o Filho de Deus, ao terceiro dia ressuscitou, conforme as Escrituras e como Ele próprio predissera aos seus discípulos.

O próprio Crucificado, não outra pessoa, ressuscitou. Deus Pai ressuscitou o seu Filho Jesus, porque cumpriu até ao fim o seu desígnio de salvação: tomou sobre Si a nossa fraqueza, as nossas enfermidades, a nossa própria morte; sofreu as nossas dores, carregou o peso das nossas iniquidades. Por isso Deus Pai O exaltou, e agora Jesus Cristo vive para sempre, Ele é o Senhor.

As testemunhas referem um detalhe importante: Jesus ressuscitado traz impressas as chagas das mãos, dos pés e do peito. Estas chagas são a chancela perene do seu amor por nós. Quem sofre uma provação dura, no corpo e no espírito, pode encontrar refúgio nestas chagas, receber através delas a graça da esperança que não decepciona.

Cristo ressuscitado é esperança para quantos ainda sofrem devido à pandemia, para os doentes e para quem perdeu um ente querido. Que o Senhor lhes dê conforto, e apoie médicos e enfermeiros nas suas fadigas! Todos, sobretudo as pessoas mais frágeis, precisam de assistência e têm direito a usufruir dos cuidados necessários. Isto é ainda mais evidente neste tempo em que todos somos chamados a combater a pandemia, e um instrumento essencial nesta luta são as vacinas. Por isso, no espírito dum «internacionalismo das vacinas», exorto toda a comunidade internacional a um empenho compartilhado para superar os atrasos na distribuição delas e facilitar a sua partilha, especialmente com os países mais pobres.

O Crucificado Ressuscitado é conforto para quantos perderam o trabalho ou atravessam graves dificuldades económicas e carecem de adequada proteção social. O Senhor inspire a ação das autoridades públicas para que a todos, especialmente às famílias mais necessitadas, sejam oferecidas as ajudas necessárias para um condigno sustento. Infelizmente a pandemia elevou de maneira dramática o número dos pobres, fazendo cair no desespero milhares de pessoas.

«É necessário que os “pobres” de todo o género reaprendam a esperar», disse São João Paulo II na sua viagem ao Haiti (Homilia no encerramento do Congresso Eucarístico e Mariano, 09/III/1983, 4). E é precisamente para o querido povo haitiano que, neste dia, vai o meu pensamento e encorajamento a fim de não se deixar vencer pelas dificuldades, mas olhar para o futuro com confiança e esperança. É verdade! O meu pensamento dirige-se de forma especial para vós, queridas irmãs e irmãos haitianos: estou unido e solidário convosco e faço votos de que se resolvam definitivamente os vossos problemas. Rezo por isso, queridos irmãos e irmãs haitianos.

Jesus ressuscitado é esperança também para tantos jovens que foram forçados a transcorrer longos períodos sem ir à escola ou à universidade e sem partilhar o tempo com os amigos. Todos precisamos de viver relações humanas reais e não apenas virtuais, sobretudo na idade em que se formam o caráter e a personalidade. Ouvimo-lo na passada sexta-feira durante a Via-Sacra das crianças. Estou unido aos jovens de todo o mundo e, neste momento, especialmente aos da Birmânia que se empenham pela democracia, fazendo ouvir pacificamente a sua voz, cientes de que o ódio só pode ser dissipado pelo amor.[1]

Que a luz do Ressuscitado seja fonte de renascimento para os migrantes que fogem da guerra e da miséria. Nos seus rostos, reconhecemos o rosto desfigurado e sofredor do Senhor que sobe ao Calvário. Oxalá não lhes faltem sinais concretos de solidariedade e fraternidade humana, penhor da vitória da vida sobre a morte que celebramos neste dia. Agradeço aos países que acolhem com generosidade os atribulados à procura de refúgio, especialmente o Líbano e a Jordânia, que alojam muitos refugiados em fuga do conflito sírio.

Possa o povo libanês, que atravessa um período de dificuldades e incertezas, sentir a consolação do Senhor ressuscitado e ter o apoio da comunidade internacional na sua vocação de ser uma terra de encontro, convivência e pluralismo.

Cristo, nossa paz, faça cessar finalmente o fragor das armas na amada e atormentada Síria, onde vivem já em condições desumanas milhões de pessoas, bem como no Iémen, cujas vicissitudes estão rodeadas por um silêncio ensurdecedor e escandaloso, e na Líbia, onde se vislumbra finalmente a via de saída dum decénio de contendas e confrontos sangrentos. Que todas as partes envolvidas se empenhem efetivamente por fazer cessar os conflitos e permitir aos povos exaustos pela guerra que vivam em paz e iniciem a reconstrução dos respetivos países.

A Ressurreição leva-nos, naturalmente, a Jerusalém. Para ela imploramos do Senhor paz e segurança (cf. Sal 122), a fim de que corresponda à sua vocação de ser lugar de encontro onde todos se possam sentir irmãos e onde israelitas e palestinenses encontrem a força do diálogo para alcançar uma solução estável, em que convivam lado a lado dois Estados em paz e prosperidade.

Neste dia de festa, o meu pensamento volta ainda ao Iraque, que tive a alegria de visitar no mês passado e pelo qual rezo a fim de continuar o caminho de pacificação empreendido e deste modo realizar o sonho de Deus duma família humana hospitaleira e acolhedora para todos os seus filhos.[2]

A força do Ressuscitado sustente as populações africanas que veem o seu futuro comprometido por violências internas e pelo terrorismo internacional, especialmente no Sahel e na Nigéria, bem como na região de Tigré e Cabo Delgado. Continuem os esforços para se encontrar soluções pacíficas para os conflitos, no respeito pelos direitos humanos e a sacralidade da vida, através dum diálogo fraterno e construtivo em espírito de reconciliação e operosa solidariedade.

No mundo, há ainda demasiadas guerras e violências! O Senhor, que é a nossa paz, nos ajude a vencer a mentalidade da guerra. Conceda a quantos estão prisioneiros nos conflitos, especialmente no leste da Ucrânia e no Nagorno-Karabakh, a graça de retornarem sãos e salvos às suas famílias, e inspire os governantes de todo o mundo a travarem a corrida a novos armamentos. Hoje, 4 de abril, celebra-se o Dia Mundial contra as Minas Antipessoais, munições velhacas e terríveis que, anualmente, matam ou mutilam tantas pessoas inocentes e impedem os seres humanos de «caminhar juntos pelas sendas da vida, sem ter receio das ciladas de destruição e de morte».[3] Como seria melhor um mundo sem estes instrumentos de morte!

Queridos irmãos e irmãs, também este ano, em vários lugares, muitos cristãos celebram a Páscoa no meio de grandes limitações e, às vezes, sem poderem sequer ir às celebrações litúrgicas. Rezemos para que tais limitações, bem como toda a limitação à liberdade de culto e religião no mundo, sejam removidas e cada um possa livremente rezar e louvar a Deus.

No meio das múltiplas dificuldades que estamos a atravessar, nunca esqueçamos que fomos curados pelas chagas de Cristo (cf. 1 Ped 2, 24). À luz do Ressuscitado, os nossos sofrimentos são transfigurados. Onde havia morte, agora há vida; onde havia luto, agora há consolação. Ao abraçar a Cruz, Jesus deu sentido aos nossos sofrimentos. E, agora, rezemos para que os efeitos benéficos daquela cura se espalhem por todo o mundo. Boa, santa e serena Páscoa!

[1] Cf. Tweet do Card. Charles Bo, 23/III/2021.
[2] Cf. Encontro Inter-religioso em Ur, 6/III/2021.
[3] São João Paulo II, Angelus, 28/II/1999.


Blog Frei Nilo Agostini

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

DEZ CITAÇÕES ESSENCIAIS DA BÍBLIA PARA QUANDO VOCÊ PRECISA DE PROTEÇÃO.

 

Quando a vida está incerta ou estamos com medo, busca na Bíblia a proteção reconfortante de Deus

.O dia 29 de setembro é a festa dos arcanjos, incluindo São Miguel Arcanjo, o líder do Exército de Deus, e de todos os anjos. E com este papel vem muita responsabilidade: Ele tem que lutar contra Satanás, defender a Igreja e os cristãos, conduzir os fiéis aos céus em sua morte e, finalmente, chamar todas as pessoas de sua vida terrena para o julgamento celestial.
Assim sendo, não é nenhuma surpresa que este arcanjo-chefe seja invocado para proteção e que ele seja o padroeiro da polícia, dos médicos e do exército.
Com os medos que muitos estão enfrentando na vida atualmente – seja relacionado à saúde, incerteza, insegurança financeira ou dificuldades emocionais – você pode querer buscar a ajuda dele para proteger você e sua família mais do que nunca.
Dessa forma, ao recordar São Miguel, você também pode buscar na Bíblia pelo conforto de que Deus irá protegê-lo e guiá-lo ao longo do caminho que Ele traçou para você, e se consolar em que, quando chegar a hora, Ele enviará seu arcanjo-chefe, Michael, para guiá-lo ao Seu lado.
Passagens bíblicas de conforto e proteção

1 NADA TEMAS, PORQUE ESTOU CONTIGO, NÃO LANCES OLHARES DESESPERADOS, POIS EU SOU TEU DEUS; EU TE FORTALEÇO E VENHO EM TEU SOCORRO, EU TE AMPARO COM MINHA DESTRA VITORIOSA. (ISAÍAS 41,10)
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2 CORAGEM! E SEDE FORTES. NADA VOS ATEMORIZE, E NÃO OS TEMAIS, PORQUE É O SENHOR VOSSO DEUS QUE MARCHA À VOSSA FRENTE: ELE NÃO VOS DEIXARÁ NEM VOS ABANDONARÁ. (DEUTERONÔMIO 31,6)
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3 A REFLEXÃO VELARÁ SOBRE TI, AMPARAR-TE-Á A RAZÃO. (PROVÉRBIOS 2,11)
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4 O SENHOR ESTÁ PERTO DOS CONTRITOS DE CORAÇÃO, E SALVA OS QUE TÊM O ESPÍRITO ABATIDO. (SALMOS 33,19)
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5 MAS O SENHOR É FIEL, E ELE HÁ DE VOS DAR FORÇAS E VOS PRESERVAR DO MAL. (II TESSALONICENSES 3,3)
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6 NÃO ABANDONES A SABEDORIA, ELA TE GUARDARÁ; AMA-A, ELA TE PROTEGERÁ. (PROVÉRBIOS 4,6)
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7 QUE O SENHOR TE ESCUTE NO DIA DA PROVAÇÃO, E TE PROTEJA O NOME DO DEUS DE JACÓ. (SALMOS 19,2)
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8 EM TUDO SOMOS OPRIMIDOS, MAS NÃO SUCUMBIMOS. VIVEMOS EM COMPLETA PENÚRIA, MAS NÃO DESESPERAMOS. SOMOS PERSEGUIDOS, MAS NÃO FICAMOS DESAMPARADOS. SOMOS ABATIDOS, MAS NÃO SOMOS DESTRUÍDOS. (II CORÍNTIOS 8-9)
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9 EM MEIO À ADVERSIDADE VÓS ME CONSERVAIS A VIDA, ESTENDEIS A MÃO CONTRA A CÓLERA DE MEUS INIMIGOS; SALVA-ME A VOSSA MÃO. (SALMOS 137,7)
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10 DEUS É NOSSO REFÚGIO E NOSSA FORÇA, MOSTROU-SE NOSSO AMPARO NAS TRIBULAÇÕES. POR ISSO A TERRA PODE TREMER, NADA TEMEMOS; AS PRÓPRIAS MONTANHAS PODEM SE AFUNDAR NOS MARES. (SALMOS 45,2-3)