"SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ".

Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida de S. Francisco - 1Cel 84)

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você está fazendo o impossível.São Francisco de Assis"

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

FREI GALVÃO (25 DE OUTUBRO)



25 de outubro, comemoramos o dia de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, o primeiro santo nascido no Brasil. 
Foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007 em São Paulo. 
A reportagem de Luciano Batista apresenta a vida e a obra deste filho de São Francisco.

Postagem de 24/07/2016 e republicada hoje 25/10/21

FREI GALVÃO:Santo Antônio de Santana Galvão(25/10)



Frei Paulo Back, OFM
Frei Alvaci M. da Luz, OFM
Site: http://www.pvf.com.br/


Conhecido como "o homem da paz e da caridade", Antônio de Sant'Anna Galvão, nasceu no dia 10 de Maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo.

Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política.

O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.

Em 1760 ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.

Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.

Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do "recolhimento".

Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os Sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura, ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.

Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: "Aqui jaz Frei Antônio de Sant'Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822". Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.

Frei Galvão é o religioso no qual o coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: "O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades".

O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, rogai por nós!


Publicado num DOMINGO, 26 DE JANEIRO DE 2014, republicado hoje 25/10/21




Frei Galvão "Homem de Deus e Homem do Povo"




Frei Galvão "Homem de Deus e Homem do Povo"
Neste vídeo tivemos o objetivo de passar por lugares que marcaram e transformaram a vida do primeiro santo brasileiro Santo Antônio de Sant'Ana Galvão - Nossa Senhora Aparecida, Casa Frei Galvão, Seminário Frei Galvão, Convento e Santuário São Francisco de Assis e Mosteiro da Luz.
Música, tema: Missa de Frei Galvão - Frei José Luiz Prim
Gravadora: Sono-Viso Editora Vozes

http://www.pvf.com.br/

Publicado pela primeira vez aqui em 6 DE NOVEMBRO DE 2017. Hoje atualizado para o dia de hoje 25/10/21


terça-feira, 5 de outubro de 2021

SÃO BENEDITO E A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES- DIA DO SANTO 05 DE OUTUBRO

O caso mais extraordinário acontecido durante o tempo em que Frei Benedito governou o convento, foi uma multiplicação de pães. É um fato onde se vê claramente a presença de Cristo na pessoa de Benedito, acudindo os pobres e famintos.

Apesar de o convento também viver de esmolas, a ordem do Guardião ao irmão porteiro era clara: nenhum pobre sem atendimento. Nenhum mendigo despachado sem uma ajuda. Assim queria Benedito que se vivesse o preceito de Jesus: "Dêem de graça o que de graça receberam" (Mt 10,8).

Certa vez, ao distribuir pão aos pobres, o porteiro, Irmão Vito da Girgenti, percebeu que a fila ainda era grande, e que na cesta restavam apenas poucos pães, que davam exatamente para os membros do convento. Encerrou, então, a distribuição e despachou o resto dos pobres. O fato chegou ao conhecimento do Guardião, que intimou o bom porteiro a correr e chamar de volta os pobres que ficaram sem pão.

- "Dê aos pobres tudo o que estiver na cesta, disse Benedito, que a Providência divina achará um meio de socorrer-nos".

Os pães, naquele tempo, geralmente eram feitos em casa. Não havia essa facilidade que temos hoje de correr a uma padaria na esquina. Aqueles pães doados aos pobres eram, então, os últimos, até o cozinheiro ou padeiro do convento fazer mais. Por isso o irmão porteiro ficou meio espantado com a ordem recebida, mas obedeceu. Chamou os pobres e pôs-se a distribuir-lhes os pães restantes. Foi aí que percebeu que alguma coisa de extraordinário estava acontecendo ali. O pão da cesta não se acabava; quanto mais ele tirava, mais aparecia. Foi uma nova multiplicação de pães, como aquela de Jesus no deserto. Espanto e alegria encheram o coração do porteiro. Terminada a distribuição, outra maravilha; na cesta ficaram exatamente aqueles pães que ele havia reservado para a comunidade. Nenhum a mais nem a menos.

Não temos outros São Benedito, mas o exemplo dele, bem como de Santo Antônio, fazem que, anualmente, apareçam muitas almas caridosas que distribuem milhares de sacos de pães aos pobres, em memória do gesto desses santos.

ORAÇÃO
São Benedito, filho de escravos, que encontrastes a verdadeira liberdade servindo a Deus e aos irmãos, independente de raça e de cor, livrai-me de toda a escravidão, venha ela dos homens ou dos vícios, e ajudai-me a desalojar de meu coração toda a segregação e a reconhecer todos os homens por meus irmãos. 
São Benedito, amigo de Deus e dos homens, concedei-me a graça que vos peço do coração. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. 
Amém.

SÃO BENEDITO - REFLEXÃO SOBRE A FORÇA DA FÉ

 


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Mensagem do Ministro Provincial | Solenidade de São Francisco de Assis

  


Confira a Mensagem de Frei Fidêncio Vanboemmel, Ministro Provincial da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, por ocasião da Solenidade de São Francisco de Assis.

sábado, 4 de setembro de 2021

ORDEM FRANCISCANA SECULAR - Uma Ordem para nossa desordem!

  

Conheça a Ordem Franciscana Secular - OFS Vídeo produzido pela fraternidade Nossa Senhora dos Anjos da Porciúncula, do Regional Sul 3 (RS) da OFS do Brasil. 
.
Produção executiva e edição: 
Vera Munhoz e Rogério Ferraz.

FRANCISCANOS PELO MUNDO (02)



Este vídeo mostra as diversas frentes missionárias da Ordem dos Frades Menores, e no final algumas imagens dos trabalhos da Custódia Franciscana do Sagrado Coração de Jesus, no norte e centroeste do Estado de São Paulo.



Franciscanos pelo Mundo


domingo, 15 de agosto de 2021

A devoção de São Francisco a São Miguel Arcanjo.



São Francisco nutria uma grande devoção por São Miguel Arcanjo. Tanto nos escritos deixados por ele quanto nas biografias escritas após sua morte, os traços desta religiosidade estão presentes.

A Exortação ao Louvor de Deus, escrita pelo próprio São Francisco em uma tábua que servia de piso do altar em seu eremitério, termina bendizendo a Santíssima Trindade e pedindo a proteção do Príncipe da Milícia Celeste com a jaculatória “São Miguel arcanjo, defendei-nos no combate!”.

A antífona do Oficio da Paixão também expressa esta devoção especial: “Santa Virgem Maria… roga por nós, com São Miguel Arcanjo, e com todas as virtudes celestes e com todos os santos…”.A Festa de São Miguel era tão particular para São Francisco que, em preparação a esta data, dedicava uma “quaresma”, isto é, quarenta dias de retiro.

Conta Tomás de Celano, um de seus primeiros biógrafos, que o santo “muitas vezes dizia que devemos honrar de maneira toda especial o bem-aventurado Miguel, porque é o encarregado de representar as almas. Pois em honra de São Miguel, fazia uma quaresma de jejuns desde a festa da Assunção até o seu dia. E dizia que, “em honra de tão importante príncipe, dever-se-ia oferecer a Deus algum louvor ou algum dom especial””(2Cel 27).

Foi exatamente numa destas quaresmas em honra do Arcanjo, precisamente no ano de 1224, que São Francisco recebeu as estimas no Monte Alverne. Narra a Legenda Maior (XIII,5) que, “tendo chegado também a festa de São Miguel Arcanjo, Francisco, o homem angélico, desceu do monte. Trazia consigo a imagem do Crucificado, não gravada à mão em tábuas de pedra ou de madeira, com artifícios, mas escrita nos membros da carne pelo dedo de Deus vivo”.

O Anônimo Perusino, outra biografia de São Francisco ligada mais aos seus primeiros companheiros, refere-se ainda a outro evento marcante que São Francisco associava à Festa de São Miguel. Conta que, depois da aprovação da Regra pelo Papa, quando contava ainda com poucos irmãos, o bem-aventurado Francisco mandou que duas vezes por ano houvesse capítulo, em Pentecostes e na festa de São Miguel, no mês de setembro.

A devoção de São Francisco a São Miguel Arcanjo nasce no contexto da idade Média. O principal ponto de difusão desta devoção era o Santuário de Monte Sant’Angelo de Gargano, situado a leste da Península Itálica. Ali, segundo a tradição, São Miguel teria aparecido em uma gruta pedindo que o local fosse consagrado ao culto cristão.

Acredita-se que São Francisco tenha visitado este santuário em 1216, mas, conforme a tradição, o Santo de Assis não teria entrado na gruta por não se sentir digno. Teria rezado somente na entrada da Igreja, beijado o chão e traçado o sinal da cruz em uma pedra em forma de “T” (Tau).

Ainda hoje, ao lado esquerdo da entrada da caverna, existe um altar erguido em honra a São Francisco e em memória desta peregrinação.


FONTE: "Paz e Bem".

Quaresma de São Miguel Arcanjo- Uma tradição franciscana.


Quando São Francisco começou a Quaresma de São Miguel Arcanjo.
Uma tradição franciscana, a Quaresma a São Miguel Arcanjo é um tempo especial de oração e penitência. Tem início, com a Festa da Assunção de Nossa Senhora em 15 de agosto e termina no dia 28 de setembro, véspera da festa em honra aos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.
.
São Francisco foi um santo que na sua vida mortal procurava nutrir muito sua alma para não esfriar o seu amor por Jesus, com um espírito de oração e sacrifício muito grande.
.
Para tanto, ele realizava por ano três quaresmas, além de outro período de jejum e oração em honra da Mãe de Deus, pela qual tinha um doce e especial amor, que ia da festa de São Pedro e São Paulo Apóstolos à festa da Assunção de Nossa Senhora. Foi de um modo muito especial que, na Quaresma de São Miguel Arcanjo, Deus coroou Francisco de graças abundantes, dentre elas a de marcá-lo em seu corpo, pelo profundo desejo de imitar ao seu Filho Jesus Cristo, com os sinais de sua Paixão. Todas essas quaresmas eram realizadas no Monte Alverne. (Alverne: "verna" vem de "vernare", verbo utilizado por Dante e que significa "fazer frio"; gela.)
.
São Boaventura diz em sua Legenda Maior em seu capítulo 9, parágrafo 3 dos escritos biográficos de São Francisco: "um vínculo de amor indissolúvel unia-o aos anjos cujo maravilhoso ardor o punha em êxtase diante de Deus e inflamava as almas dos eleitos". Por devoção aos anjos, celebrava uma quaresma de jejuns e orações durante os quarenta dias que seguem a Assunção da Santíssima Virgem Maria.
.
São Miguel, sobretudo, a quem cabe o papel de introduzir as almas no paraíso, era objetivo de uma devoção especial, em razão do desejo que tinha o santo de salvar a todos os homens. Era do conhecimento de Francisco a autoridade e o auxílio que o Arcanjo Miguel tem em exercício das almas, em salvá-las no último instante da vida e o poder de ir ao purgatório retirá-las de lá.
.
Esse era o principal motivo pelo qual Francisco realizava sua quaresma e isso nos é relatado na legenda Terusiana no número 93 de sua biografia, na qual o santo vai dizer no ano de 1224, ano em que recebeu os estigmas ao avistar o Monte Alverne em visita ao eremitério: "Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel, Príncipe dos Anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma".
.
É neste mesmo ano que ele realizou a 1ª quaresma em hora de São Miguel Arcanjo. Foi neste ano que estando Francisco a rezar no Monte Alverne, relata a Legenda Menor de sua biografia. Em sua primeira quaresma em honra do glorioso Arcanjo Miguel, sentiu ele com maior abundância do que nunca, a suavidade de contemplação Celeste, o andor dos desejos sobrenaturais, a profusão das graças divinas transportado até Deus num fogo de amor seráfico, e transformado pelos arroubos de uma profunda compaixão naquele que, em seus extremos de amor, quis ser crucificado.
.
Orava certa manhã numa das partes do monte. Aproximava a festa da Exaltação da Santa Cruz, quando ele viu descer do alto do Céu um Serafim de seis asas flamejantes, o qual, num rápido vôo, chegou perto do lugar onde estava o homem de Deus.
.
O personagem apareceu-lhe não apenas munido de asas, mas também crucificado, mãos e pés estendidos e atados a uma cruz. Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as duas últimas cobriam-lhe o corpo.
.
Tal aparição deixou Francisco mergulhado num profundo êxtase, enquanto em sua alma se mesclava a tristeza e a alegria: uma alegria transbordante ao contemplar a Cristo que se lhe manifestava de uma maneira tão milagrosa e familiar, mas ao mesmo tempo uma dor imensa, pois a visão da cruz transpassava sua alma com uma espada de dor e de compaixão.
.
Aquele que assim externamente aparecia e o iluminava também internamente. Francisco compreendeu então que os sofrimentos da paixão de modo algum podem atingir um Serafim que é um espírito imortal.Mas essa visão lhe fora concedido para ensinar que não era o martírio do corpo, mas o amor o incendiou a alma que deveria transformá-lo, tornando-o semelhante a Jesus Crucificado. Após uma conversação familiar, que nunca foi revelada aos outros, desapareceu aquela visão, deixando-lhe o coração inflamado de um ardor seráfico e imprimindo-lhe na carne a semelhança externa com o crucificado, como a marca de um sinete na cera que o calor do fogo fez derreter.
.
Logo começaram, com efeito, a aparecer em suas mãos e pés as marcas dos cravos.Quando o verdadeiro amor transformou o amigo de Cristo na semelhança d'Aquele que ele amava, terminado os quarenta dias previsto no monte e na solidão, chegou a festa de são Miguel; e Francisco, homem evangélico, desceu do Monte, trazendo a imagem do crucificado, não esculpida em tábuas de pedra ou de madeira pela mão de algum artifício, mas reproduzida em sua própria carne pelo dedo do Deus Vivo.
.
Francisco para não se igualar a Jesus que ficou 40 dias e 40 noites em jejum total, come ao final destes dias um pedaço de pão e bebe água, pois se achava indigno de se igualar a Jesus.

Colaboração da nossa Irmã Sherb Fernandes


quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Associação e Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus completa 21 anos.


























Hoje, nossa Fraternidade completa 21 anos de aprovação como Associação Pública de Fiéis, oficializando nossa congregação!

Mesmo antes, nossos frades já exerciam as missões nas obras da Associação, que foram crescendo, se expandindo para outros lugares do Brasil, levando cuidado aos enfermos, solidariedade aos mais necessitados e o evangelho, como nosso inspirador, São Francisco de Assis.

Paz e Bem!



Clara por Claras: Clausura - Grades que não prendem



As Irmãs Clarissas seguem o modo de vida inspirado em Santa Clara de Assis. Residem em “mosteiros” e são irmãs contemplativas. Mas o que significa isso? Veja o vídeo.

Clara por Claras: Protegida pela Eucaristia



Rezemos para que Santa Clara nos ensine o real valor da Eucaristia, que nos alimenta e dá forças para enfrentarmos os desafios de todos os dias!
VÍDEO : TvFranciscanos


FUGA DOS SARRACENOS-A força da oração.


Clara não podia compreender uma vida consagrada com a segurança dos grandes mosteiros e das grandes propriedades. A Santa se empenhava valentemente para que ela e suas irmãs pudessem viver em alegre e austera pobreza. 

Houve uma época em que os sarracenos estavam nos vales das cercanias de Assis. Eles eram soldados muçulmanos contratados por Frederico II, que já tinha sido ex-comungado pela segunda vez, para tomar Assis, uma comuna filo-papal. Todos os conventos dessa época já tinha sido saqueados e faltava apenas São Damião.

A iminência de um ataque deixava os damianitas em pavor. Segundo Celano, tremendo para falar, levaram seus prantos à madre. Corajosa, ela mandou que a levassem, doente, para a porta, diante dos inimigos, colocando à sua frente uma caixinha de prata revestida de marfim, onde guardavam com suma devoção o Santíssimo.

Prostrada no chão, assim rezou:
"Meu Senhor, quereis entregar estas vossas servas frágeis, que criei em vosso amor, nas mãos dos pagãos? Guardai, eu vos suplico, Senhor, estas vossas servas que no momento não posso defender com minhas forças". Ouviu-se, então, uma voz dizendo: "Eu vos defenderei sempre!". 

"Meu Senhor, acrescentou ela, protegei também, se assim for de vosso agrado, esta cidade que nos sustenta por amor de Vós". "Assis sofrerá sérios transtornos, mas será defendida por minha fortaleza".

Levantando o rosto banhado em lágrimas, confortou as irmãs que choravam: "Minhas filhas, asseguro que ninguém sofrerá nata; basta confiar em Cristo".

No mesmo instante, os invasores se puseram em fuga, descendo pelos muros que haviam escalado, tal a força daquela que orava e a graça concedida pelo Senhor.

FONTE:  http://www.franciscanos.org.br/index.php

VEJA TODAS AS PUBLICAÇÕES SOBRE SANTA CLARA CLICANDO ABAIXO EM 11/08


Hino de Santa Clara de Assis




Hino de Santa Clara de Assis Santa Clara de Assis  nascida como Chiara d'Offreducci em Assis (Itália), no dia 16 de Julho de 1193, e falecida em Assis, no dia 11 de Agosto de 1253, foi a fundadora do ramo feminino da ordem franciscana, a chamada Ordem de Santa Clara (ou Ordem das Clarissas).
.
Pertencia a uma nobre família e era dotada de grande beleza. Destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, tanto que, ao deparar-se com a pobreza evangélica vivida por São Francisco de Assis, foi tomada pela irresistível tendência religiosa de segui-lo.
.
Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isto foi ao encontro de São Francisco de Assis na Porciúncula e fundou o ramo feminino da Ordem Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas. Viveu na prática e no amor da mais estrita pobreza.
.
O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé. Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro. Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse: "Confia em Deus!". Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.
.
Em outra ocasião, aquando da invasão de Assis pelos sarracenos, Santa Clara apanhou o ostensório com a hóstia consagrada e enfrentou o chefe deles, dizendo que Jesus Cristo era mais forte que eles. Os agressores, tomados de repente por inexplicável pânico, fugiram. Por este milagre Santa Clara é representada segurando o Ostensório na mão.

O corpo incorrupto de Santa Clara, em Assis.

Um ano antes de sua morte em 1253, Santa Clara assistiu a Celebração da Eucaristia sem precisar sair do seu leito. Neste sentido é que é aclamada como protetora da televisão.

Diversos episódios da vida de Santa Clara e São Francisco compõem os Fioretti de São Francisco1 . Escritos muitos anos após a morte de ambos, é dificil atestar a correção destes relatos, mas, com certeza, retratam bem o espírito de ambos e os primeiros acontecimentos quando da criação das Ordens Franciscanas.

11 DE AGOSTO DE 2016-data publicação inicial.

Canto a Santa Clara de Asis- Dia 11 de Agosto



En la mente de Dios,
en su designio de amor,
estabas presente en su corazón,
para hacerte una luz en las tinieblas,
el día que El escogió,
su plan de amor se cumplió,
naciste a la vida como abre una flor
al calor de los rayos del sol.

Clara te hizo como la aurora,
Clara sonrisa que lo enamora,
Clara es tu nombre como el despertar,
del sol radiante en la mañana.
Clara brillaste en tu nacimiento,
como una estrella en el firmamento,
y que refleja rayos de luz celestial.

Hiciste a la sombra de Dios,
tu vida entregaste a su amor,
y el hizo de ti un modelo a seguir,
esposa de Cristo y madre fecunda,
tus hijas queremos tambien,
las huellas de Cristo seguir,
por ese camino de fraternidad,
de oración, de pobreza y de alegría.

Canta: Hermanas Clarisas


Publicando inicialmente nesse blog em 11/08/2014

Assis de São Francisco, 2ª Parte: Basílica de Santa Clara, a casa paterna de São Francisco, a Igreja de São Damião e São Pedro e a Porciúncula.



Programa NOSSA IGREJA com Ir.Anderson Pitz, LC.

Tema: Assis de São Francisco, 2ª Parte: Basílica de Santa Clara, a casa paterna de São Francisco, a Igreja de São Damião e São Pedro e a Porciúncula.

Rede Católica SagradaFamília

SANTA CLARA ÉS BELO LÍRIO



Lançamento do CD "Perfeita Alegria - Frei Florival & Amigos" na comunidade São Vicente de Paulo, Colatina-ES, no dia 26/10/2013.
SANTA CLARA ÉS BELO LÍRIO
Letra e Música: Fr. Ulysses Antonio Nunes Calvo, ofm e Fr. Ademir José Peixer, ofm
.
1. De Assis filha ditosa de família e tradição
Prometida em casamento pra uma vida sem paixão.
No teu ser havia um sonho escondido até então
Revelou-se de repente em Francisco seu irmão.
.
2. De poesia e romantismo não viveu teu coração
Despojando-se de tudo entregou-se a vocação.
Sol e Lua se encontraram em fraterna comunhão
Pelos pobres e leprosos fez da vida uma oração.
Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor
Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor.
.
3. Não demoras tão sozinha muitas logo vem a ti
Pra na radical pobreza nova ordem construir.
Da oração contemplativa do trabalho serviçal
São Damião agora brilha com fulgor celestial.
.
4. Os milagres logo surgem de tua vida virginal
Cegos, coxos e leprosos todos querem um sinal.
Radical na obediência, na acolhida maternal
Corpo e alma são curados tu repeles todo o mal.
.
5. A "Plantinha de Francisco" com seu Pai quer se encontrar
E com a ceia fabulosa toda Assis sua luz verá.
E já fraca e doente em sua fé tem proteção
Expulsando os sarracenos com o ostensório em sua mão.
.
6. Clara em nome, clara em vida, claro foi teu ideal
Dama pobre e virtuosa de pureza sem igual.
Chega o dia em que o esposo vem buscar-te para Deus
No teu corpo incorrupto vê-se aquilo o que viveu.

Paróquia Santa Clara de Assis - Colatina

Santa Clara de Assis: uma história que fascinará em todos os tempos

O “escândalo” da jovem aristocrata e rica que trocou a riqueza e aristocracia pela humildade e pobreza franciscana, seguindo Jesus!

Santa Clara nasceu em 1193, de família aristocrática e rica, mas trocou essa riqueza e aristocracia pela humildade e pobreza do estilo de vida proposto e testemunhado por São Francisco de Assis.

A família de Clara já planejava o casamento dela, por conveniência econômica e social, quando a jovem, aos 18 anos, surpreendeu a todos com um gesto extremamente ousado: inspirada pelo profundo desejo de seguir a Cristo e pela intensa admiração que São Francisco lhe despertava, Clara deixou a casa paterna e, junto com a amiga Bona di Guelfuccio, se juntou secretamente aos frades menores na igrejinha conhecida como a Porciúncula. Era a noite do Domingo de Ramos de 1211.

Nessa ocasião, enquanto os frades seguravam tochas acesas, Francisco cortou os cabelos de Clara e lhe deu um rude hábito penitencial. Ela se tornou assim a virgem noiva de Cristo, humilde e pobre, e a Ele se consagrou totalmente, resistindo com decisão à severa oposição da família.

A própria Clara fala assim de Jesus a toda mulher que se devota por completo a Ele:

“Amando-o, sereis casta; tocando-o, sereis mais pura; deixando-vos possuir por Ele, sereis virgem. O Seu poder é mais forte, a Sua generosidade mais elevada, o Seu aspecto mais belo, o Seu amor mais suave e toda a graça mais fina. Agora estais apertada pelo abraço dele” (Primeira carta).

A espiritualidade de Santa Clara

A síntese da sua proposta de santidade é recolhida na quarta carta a Santa Inês de Praga. Santa Clara usa uma imagem muito difundida na Idade Média, de influência patrística: o espelho. E convida a amiga a se refletir naquele espelho de perfeição de toda a virtude, que é o próprio Senhor:

“Feliz aquele a quem é dado degustar esta sagrada união, para aderir com as profundezas do coração [a Cristo], aquele cuja beleza admiram incessantemente todas as abençoadas hostes do céu, cujo afeto apaixona, cuja contemplação restaura, cuja bondade sacia, cuja suavidade preenche, cuja memória resplandece suavemente, a cujo aroma os mortos voltam à vida e cuja visão gloriosa tornará abençoados todos os cidadãos da Jerusalém celeste. E porque Ele é o esplendor da glória, candor da luz eterna e espelho sem mancha, olha todo dia para este espelho, ó rainha esposa de Jesus Cristo, e nele escruta continuamente o teu rosto, para que possas assim adornar-te toda no interior e no exterior (…) Nesse espelho refulgem a abençoada pobreza, a santa humildade e a inefável caridade” (Quarta Carta).

Canonização

Apenas dois anos após a sua morte, em 1255, o Papa Alexandre IV a elevou aos altares traçando o seguinte elogio na bula de canonização:

“Quão vivo é o poder desta luz e quão forte é o brilho desta fonte luminosa. Na verdade, essa luz tinha-se enclausurado no escondimento da vida monástica e irradiava luzes cintilantes; recolhia-se em um mosteiro estreito, e expandia-se ao longo da vastidão do mundo. Mantinha-se dentro e difundia-se fora. Clara, de fato, escondia-se; mas a sua vida foi revelada a todos. Clara ficou em silêncio, mas sua fama gritava”.

Os Papas recentes falam de Santa Clara

São João Paulo II visita as irmãs clarissas de Assis

“Convido-as a rezar e é meu desejo que repitam em nossa época o milagre de São Francisco e de Santa Clara. Porque a moça, a jovem, a mulher contemporânea deve se encontrar neste esplêndido carisma; certamente escondido, realmente privado de exterioridades aparentes, mas quão profundo, quão feminino! Uma verdadeira esposa! Capaz de amor pleno e irrevogável para com um esposo invisível. É verdade que é invisível, mas, como é visível! Entre todos os esposos possíveis do mundo, é certo que Cristo é o Esposo mais visível de todos os visíveis; é sempre visível, mas permanece invisível e visível na alma consagrada a Deus. Não sabeis vós, escondidas, desconhecidas, quanto sois importantes para a vida da Igreja: quantos problemas, quantas coisas dependem de vós. É necessário a redescoberta daquele carisma, daquela vocação. Faz-se mister a redescoberta da legenda divina de Francisco e Clara”.

Bento XVI declarou em 15 de setembro de 2010, durante uma catequese sobre Santa Clara:

“Também nos séculos da Idade Média, o papel das mulheres não era secundário, mas significativo. A esse respeito, deve-se salientar que Clara foi a primeira mulher na história da Igreja a compor uma Regra escrita, sujeita à aprovação do Papa, para que o carisma de Francisco de Assis fosse preservado em todas as comunidades femininas que se iam estabelecendo já nos seus tempos e que desejavam inspirar-se no exemplo de Francisco e Clara. (…) são os santos aqueles que alteram o mundo para melhor, transformam-no de modo duradouro, incorporando as energias que somente o amor inspirado pelo Evangelho pode suscitar. Os santos são os grandes benfeitores da humanidade”.

E o Papa Francisco fez uma visita pessoal ao túmulo de Santa Clara no dia 4 de outubro de 2013:




SANTA CLARA E FRANCISCO-FILME (Comemora-se o dia da Santa Clara 11/08)



Oración a Santa Clara de Asis

Gloriosísima virgen y dignísima madre Santa Clara,
espejo clarísimo de santidad y pureza,
base firme de la más pura fe,
incendio de perfecta caridad
y erario riquísimo de todas las virtudes.
Por todos los favores
con que el Divino Esposo os colmó,
y la especial prerogativa de haber hecho vuestra alma
trono de su infinita grandeza,
alcánzanos de la inmensa piedad
que limpia nuestras almas
de las manchas y de las culpas,
y destituidas de todo efecto terreno
sean templo digno de su habitación.

También te suplicamos
por la paz y la unidad de la Iglesia Católica,
para que se conserve en su unidad de fe,
santidad y costumbres
que la hacen incontrastable
ante los esfuerzos de sus enemigos.

Y si fuese para mayor gloria de Dios
y bien espiritual mío cuanto
pido por esta oración,
vos como madre y protectora
presentad mis deseos en el despacho divino,
pues yo confío en vuestra bondad infinita
que por vuestros méritos alcanzaré
cuanto pido por esta oración,
para su mayor honra y gloria.

Amén Jesús.

TRADUÇÃO DIRETA:

Oração a Santa Clara de Assis

Gloriosa Virgem e digníssima Mãe Santa Clara,
espelho muito clara de santidade e pureza,
alicerce firme da fé mais pura,
fogo da caridade perfeita
e rico tesouro de todas as virtudes.
Para todos os favores
que têm esbanjado Esposo divino,
e a prerrogativa especial de ter feito a sua alma
trono de Sua infinita grandeza,
alcançai-nos a imensa pena
limpeza nossas almas
manchas e defeitos,
e destituídos de todo efeito de campo
são templo digno de seu quarto.

Nós também rogar
para a paz e a unidade da Igreja Católica,
a ser mantido na sua unidade de fé,
santidade e costumes
que fazem incompreensível
aos esforços de seus inimigos.

E se para a maior glória de Deus
e bem espiritual como o meu
Eu oro por esta oração,
você, como mãe e protetora
Apresentar os meus desejos no ofício divino,
pois confio na sua bondade infinita
que vai atingir seus méritos
Como eu oro por esta oração,
para sua maior honra e glória.

Amém Jesus.


SANTA CLARA DE ASSIS E SÃO FRANCISCO

 


Watch the best video on St. Clare of Assisi who was poor following the example of St. Francis of Assisi. Good for everyone who wants to live a life of witness.

Tradução:
Veja o melhor vídeo sobre Santa Clara de Assis que era pobre seguindo o exemplo de São Francisco de Assis. Bom para quem quer viver uma vida de testemunho.

Glorious Steve

ST. CLARE OF ASSISI

 


St. Clare of Assisi was born in Assisi on July 16, 1194, as Chiara Offreduccio, the beautiful eldest daughter of Favorino Sciffi, Count of Sasso-Rosso and his wife Ortolana. Tradition says her father was a wealthy representative of an ancient Roman family and her mother was a very devout woman belonging to the noble family of Fiumi. As a young girl, Clare dedicated herself to prayer. At 18-years-old, she heard St. Francis of Assisi preach during a Lenten service in the church of San Giorgio and asked him to help her live according to the Gospel. On Palm Sunday in 1212, Clare left her father's home and went to the chapel of the Porziuncula to meet with Francis. While there, Clare's hair was cut off and she was given a plain robe and veil in exchange for her rich gown. Clare joined the convent of the Benedictine nuns of San Paulo, near Bastia, under Francis' orders. When her father found her and attempted to force her back into his home, she refused and professed that she would have no other husband than Jesus Christ. In order to give her the greater solitude she desired, Francis sent Clare to Sant' Angelo in Panzo, another Benedictine nuns monastery. Overtime, other women joined them, wanting to also be brides of Jesus and live with no money. They became known as the "Poor Ladies of San Damiano." They all lived a simple life of austerity, seclusion from the world, and poverty, according to a Rule which Francis gave them as a Second Order. St. Clare and her sisters wore no shoes, ate no meat, lived in a poor house, and kept silent most of the time. Their lives consisted of manual labor and prayer. Yet, they were very happy, because Our Lord was close to them all the time. San Damiano became the center of Clare's new order, which was then known as the "Order of Poor Ladies of San Damiano." For a brief period of time, the order was directed by St. Francis himself and by 1216, Clare became the abbess of San Damiano. Ten years after Clare's death, the order became known as the Order of Saint Clare. While serving as the leader of her order, Clare defended them from the attempts of prelates to impose a rule on them that more closely followed the Rule of Saint Benedict than Francis. Clare was so devoted and dedicated to Francis that she was often referred to as "alter Franciscus," or another Francis. She encouraged and aided the man she saw as a spiritual father figure, and took care of him as he grew old. Following Francis' death, Clare continued to promote her order, fighting off every attempt from each pope trying to impose a rule on her order that would water down their "radical commitment to corporate poverty." In 1224, an army of rough soldiers from Frederick II came to attack Assisi. Although very sick, Clare went out to meet them with the Blessed Sacrament on her hands. She had the Blessed Sacrament placed at the wall where the enemies could see it. Then on her knees, she begged God to save the Sisters. "O Lord, protect these Sisters whom I cannot protect now," she prayed. A voice seemed to answer: "I will keep them always in My care." In that moment, a sudden fright struck the attackers and they fled as fast as they could without harming anyone in Assisi. St. Clare became sick and suffered great pains for many years, but she expressed that no pain could trouble her. So great was her joy in serving the Lord that she once exclaimed: "They say that we are too poor, but can a heart which possesses the infinite God be truly called poor?" On August 9, 1253, Pope Innocent IV declared Clare's rule would serve as the governing rule for Clare's Order of Poor Ladies. Two days later, Clare died at 59-years-old. Her remains were placed in the chapel of San Giorgio while the church dedicated to her remains was being built. At Pope Innocent's request, the canonization process for Clare began immediately, and two years later in 1255, Pope Alexander IV canonized Clare as Saint Clare of Assisi. Support Catholic Online by Subscribing to our Channel:

Traduza no Google Tradutor.

HISTÓRIA DE SANTA CLARA

 


Santa Clara de Assis, (Chiara D’Offreducci), nasceu no ano de 1194, em Assis, Itália. De família rica, seu pai, Favarone Scifi, era conde. Sua mãe se chamava Hortolana Fiuni. Clara era neta e filha de fidalgos (pessoas da classe nobre). Sua família vivia em um palácio na cidade, tinha muitas propriedades e até um castelo.
Clara tinha dois irmãos e duas irmãs. Suas irmãs Catarina e Beatriz, mais tarde, iriam entrar para o convento junto com sua mãe, após esta ficar viúva. Quando Clara tinha por volta de doze anos, sua família vai morar em Corozano e depois vão para Perugia, refugiando-se de uma revolução.
Vida de Santa Clara.
Clara desde jovem já tinha a fama de muito religiosa e recolhida. Aos 18 anos ela fugiu com uma amiga, Felipa de Guelfuccio, para encontrar São Francisco de Assis, na Porciúncula, (capelinha de Santa Maria dos Anjos, onde nasceu a ordem dos Franciscanos e a ordem de Santa Clara). Lá ela era esperada para fazer os primeiros votos e entrar no convento dos franciscanos.
Santa Clara de Assis, uma discípula de São Francisco de Assis.
O próprio São Francisco cortou os cabelos de Clara, sinal do voto de pobreza e exigência para que ela pudesse ser uma religiosa. Depois da cerimônia ela foi levada para o Mosteiro das Beneditinas. Santa Clara de Assis vendeu tudo, inclusive seu dote para o casamento e distribui aos pobres. Era uma exigência de São Francisco para poder entrar para a vida religiosa.
A família de Santa Clara de Assis tentou buscá-la, mas ela se recusou a voltar, mostrando para o seu tio Monaldo os cabelos cortados. Ele, então, desistiu de levá-la. Nisso, sua irmã Catarina, também foge para o convento aos 15 anos de idade. A família envia novamente o Tio Monaldo para busca-la à força. Monaldo amarra a moça e prepara-se para arrastá-la de volta para casa.
Clara não suporta ver o sofrimento da irmã e pede ao Pai Celeste que intervenha. Então a menina amarrada ficou tão pesada que ninguém conseguia movê-la. Monaldo, então, desistiu. Catarina entrou para o convento e recebeu o nome de Inês. Depois de ter passado pelo convento de Santo Ângelo de Panço, São Francisco leva Clara e suas seguidoras para o Santuário de São Damião, onde foram morar em definitivo.
Milagre de Santa Clara de Assis.
Por causa da invasão muçulmana, a região de Assis passou necessidades. Tanto que, certa vez, as irmãs, que já eram mais de 50, não tinham o que comer. Então a irmã cozinheira chega desesperada e diz a Santa Clara de Assis que havia somente um pão na cozinha.
Santa Clara diz a ela: confie em Deus e divida o pão em 50 pedaços. A irmã cozinheira, mesmo sem entender, obedece. Então, de repente, dezenas de pães aparecem na cozinha e as irmãs conseguem se sustentar por vários dias.
Imagem de Santa Clara de Assis.
Pela intercessão de Santa Clara muitos milagres se realizaram quando ela ainda era viva e também depois de seu falecimento. Um dos mais expressivos foi quando os sarracenos (muçulmanos) invadiram Assis e tentaram entrar no convento das Clarissas.
Santa Clara pegou o ostensório com o Santíssimo Sacramento e disse aos invasores que Cristo era mais forte que todos eles. Então, inexplicavelmente, todos, tomados de grande medo, fugiram sem saquear o convento. Por isso, Santa Clara é representada com suas vestes marrons segurando o ostensório.
A padroeira da Televisão.
Um ano antes de Santa Clara de Assis falecer, em 11 de agosto de 1253, ela queria muito ir a uma missa na Igreja de São Francisco (já falecido). Não tendo condições de ir por estar doente, ela entrou em oração e conseguiu assistir toda a celebração de sua cama em seu quarto no convento.
Segundo seus relatos, a Missa aparecia para ela como que projetada na parede de seu humilde quarto. Santa Clara conseguiu ver e ouvir toda a celebração sem sair de sua cama. O fato foi confirmado quando Santa clara de Assis contou fatos acontecidos na missa, detalhando palavras do sermão do celebrante. Mais tarde, várias pessoas que estiveram na missa confirmaram que o que Santa Clara narrou, de fato aconteceram.
Assim, pelo fato de Santa clara ter assistido a uma celebração à distância, em 14 de fevereiro de 1958, o Papa Pio XII proclamou oficialmente Santa Clara de Assis como a padroeira da televisão.
O legado de Santa Clara de Assis.
Santa Clara de Assis é a fundadora das Clarissas, (antes chamadas de senhoras pobres), com conventos espalhados por vários lugares da Europa e uma espiritualidade voltada para a pobreza, a oração e a ajuda aos mais necessitados.
Ela escreveu a Regra para as mulheres religiosas, (forma de vida), a regra de viver o mistério de Jesus Cristo de acordo com as propostas de São Francisco de Assis. Regra depois aprovada pela Papa. Ela foi o lado feminino dos franciscanos e as irmãs Clarissas permanecem até hoje.
Falecimento.
Santa Clara de Assis morreu em Assis no dia 11 de agosto de 1253, aos 60 anos de idade. Um dia antes de sua morte ela recebeu a visita do Papa Inocencio lV, que lhe entregou a Regra escrita por ela aprovada e aplicada a todas as monjas.
Na hora de sua morte ela disse: Vá segura, minha alma, porque você tem uma boa escolha para o caminho. Vá, porque Aquele que a criou também a santificou. E, guardando-a sempre como uma mãe guarda o filho, amou-a com eterno amor. E Bendito sejais Vós, Senhor que me criastes.
O Papa mandou enterrá-la na Igreja de São Jorge, onde São Francisco estava enterrado. Em 1260 depois de construída a Basílica de Santa Clara, ao lado da Igreja de São Jorge seu corpo foi transladado com todas as honras para lá.
Canonização de Santa Clara de Assis.
Sua canonização foi oficializada pelo Papa Alexandre lV, no ano de 1255, dois anos após sua morte. Santa Clara de Assis é representada com uma roupa marrom e touca branca, com uma custódia com o Santíssimo sacramento.
Oração a Santa Clara de Assis.
Ó maravilhosa clareza e abençoada Clara.
Em vida, ela brilhou para alguns, após a morte, ela brilha para todo mundo.
Na terra ela era uma luz clara. Agora está no céu como sol brilhante.
Ó quão grande a veemência do brilho dessa clareza.
Na terra a luz era realmente mantida dentro das paredes da clausura, ainda derramado de seus raios brilhantes.
Amém.