"SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ".

Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida de S. Francisco - 1Cel 84)

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você está fazendo o impossível.São Francisco de Assis"

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Padre Pio de Pietrelcina - Imagens raras



Padre Pio de Pietrelcina (25 de maio de 1887 - 23 de setembro de 1968) foi um frei da ordem dos capuchinhos que destinava a sua vida a ajudar as pessoas pelo ministério da confissão. Padre Pio foi canonizado em 2002 pelo papa João Paulo II e dia 23 de setembro foi estabelecido como dia de Santo Pio de Pietrelcina.
É considerado também um dos santos protetores da Comunidade Obra de Maria no incentivando a buscar o sacramento da confissão e os momentos preciosos da direção espiritual. Por isso que a gente como DDD se sente feliz quando chega o dia 23 de setembro, que é o dia de São Padre Pio. Conheça um pouco mais da vida desse grande homem de Deus.
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Este digníssimo seguidor de S. Francisco de Assis nasceu no dia 25 de maio de 1887 em Pietrelcina (Itália). Seu nome verdadeiro era Francesco Forgione. Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, os quais via constantemente devido à grande familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu Anjo da Guarda, a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho.
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Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu Anjo da Guarda estreitando assim a intimidade dos fiéis para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
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Com quinze anos de idade entrou no Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em Morcone, adotando o nome de "Frei Pio" e foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 na Arquidiocese de Benevento. Após a ordenação, Padre Pio precisou ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde e, em setembro desse mesmo ano, foi enviado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até o dia de sua morte.
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Abrasado pelo amor de Deus, marcado pelo sofrimento e profundamente imerso nas realidades sobrenaturais, Padre Pio recebeu os estigmas, sinais da Paixão de Jesus Cristo, em seu próprio corpo. Entregando-se inteiramente ao Ministério da Confissão, buscava por meio desse sacramento aliviar os sofrimentos atrozes do coração de seus fiéis e libertá-los das garras do demônio, conhecido por ele como "barba azul".
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Torturado, tentado e testado muitas vezes pelo maligno, esse grande santo sabia muito da sua astúcia no afã de desviar os filhos de Deus do caminho da fé. Percebendo que não somente deveria aliviar o sofrimento espiritual, recebeu de Deus a inspiração de construir um grande hospital, conhecido como "Casa Alívio do Sofrimento", que se tornou uma referência em toda a Europa. A fundação deste hospital se deu a 5 de maio de 1956.
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Devido aos horrores provocados pela Segunda Guerra Mundial, Padre Pio cria os grupos de oração, verdadeiras células catalisadoras do amor e da paz de Deus, para serem instrumentos dessas virtudes no mundo que sofria e angustiava-se no vale tenebroso de lágrimas e sofrimentos.
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Na ocasião do aniversário de 50 anos dos grupos de oração, Padre Pio celebrou uma Missa nesta intenção. Essa Celebração Eucarística foi o caminho para o seu Calvário definitivo, na qual entregaria a alma e o corpo ao seu grande Amor: Nosso Senhor Jesus Cristo; e a última vez em que os seus filhos espirituais veriam a quem tanto amavam. Era madrugada do dia 23 de setembro de 1968, no seu quarto conventual com o terço entre os dedos repetindo o nome de Jesus e Maria, descansa em paz aquele que tinha abraçado a Cruz de Cristo, fazendo desta a ponte de ligação entre a terra e o céu.
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Foi beatificado no dia 2 de maio de 1999 pelo Papa João Paulo II e canonizado no dia 16 de junho de 2002 também pelo saudoso Pontífice.
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Padre Pio dizia: "Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar!"
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São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!
Outras matérias sobre o assunto:
Festa de São Padre Pio
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23 de Setembro! São Pe. Pio!

OBS. Texto adicionado no vídeo do youtube canal : Alexandre Oliveira




São Pio de Pietrelcina apresentado pelo Pe. Paulo Ricardo



Padre Pio de Pietrelcina - Imagens raras



Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado.
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O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muito testemunhos sobre a grande santidade do Frei, chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões providencias junto a Deus foram para muitos homens causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito.
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O Padre Pio de Pietrelcina que se chamava Francesco Forgione, nasceu na Pietrelcina, num pequeno povo da Província de Benevento, em 25 de maio de 1887. Pertencia a uma família humilde tendo como pai Grazio Forgione e a mãe Maria Giuseppa Di Nunzio tinham outros filhos. Desde muito menino Francesco experimentou em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus e este desejo o distinguia de seus coetâneos. Tal "diferença" foi observada por seus parentes e amigos. Narra a mamãe Peppa: "Não cometeu nunca nenhuma falta, não tinha caprichos, sempre obedeceu a mim e a seu pai, a cada manhã e a cada tarde ia à igreja visitar a Jesus e a Virgem. Durante o dia não saia nunca com os seus companheiros. Às vezes eu dizia: - "Francì vá um pouco a brincar". Ele se negava dizendo: - "Não quero ir porque eles blasfemam". Do diário do Padre Agostinho de San Marco em Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais do Padre Pio, soube que o Padre Pio, desde 1892 quando tinha apenas cinco anos, viveu já suas primeiras experiências místicas espirituais. Os Extasies e as aparições foram freqüentes, mas para o menino pareciam serem absolutamente normais.
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Com o passar do tempo, realizou-se para Francesco o que foi o seu maior sonho: consagrar totalmente a sua vida a Deus.
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Em 6 de janeiro de 1903, aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde, se passou primeiro em muitos conventos da província de Benevento. Esteve em vários conventos por motivo de saúde, assim, a partir de 4 setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968, dia de seu pranteado falecimento.
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Nesse longo tempo o Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, muito antes da aurora, se dedicava a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão. Atendia confissão por longas horas, até 14 horas diárias, e assim salvou muitas almas.
. Um dos acontecimentos que marcou intensamente a vida do Padre Pio foi que se verificou na manhã do 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo do coro da velha e pequena igreja, o Padre Pio recebeu o maravilhoso presente dos estigmas. Os estigmas ou as feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Este fenômeno extraordinário tornou a chamar, sobre o Padre Pio a atenção dos médicos, dos estudiosos, dos jornalistas, enfim sobre toda a gente comum que, no período de muitas décadas foram a San Giovanni Rotondo para encontrar o santo frade.
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Numa carta ao Padre Benedetto, datada de 22 de outubro de 1918, o Padre Pio narra a sua "crucifixão": O que posso dizer aos que me perguntam como é que aconteceu a minha crucifixão? Meu Deus! Que confusão e que humilhação eu tenho o dever de manifestar o que Tu tendes feito nessa mesquinha criatura!"
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Foi na manhã do 20 do mês passado ( setembro ) no coro, depois da celebração da Santa Missa, quando fui surpreendido pelo descanso do espírito, pareceu um doce sonho. Toso os sentidos interiores e exteriores, além das mesmas faculdades da alma, se encontraram numa quietude indescritível. Em tudo isso houve um silêncio em torno de mim e dentro de mim; senti em seguida uma grande paz e um abandono na completa privação de tudo e uma disposição na mesma rotina.
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Tudo aconteceu num instante. E em quanto isso se passava, eu vi na minha frente um misterioso personagem parecido com aquele que tinha visto na tarde de 5 de agosto. Este era diferente do primeiro, porque tinha as mãos, o pés e o peito emanando sangue. A visão me aterrorizava, o que senti naquele instante em mim não sabia dizê-lo. Senti-me desfalecer e morreria, se Deus não tivesse intervindo sustentar o meu coração, o qual sentia saltar-me do peito. A visão do personagem desapareceu e dei-me conta de que minhas mãos, pés e peito foram feridos e jorravam sangue. Imaginais o suplício que experimentei então e que estou experimentando continuamente todos os dias. A ferida do coração, continuamente, sangra. Começa na quinta feira pela tarde até sábado. Meu pai, eu morro de dor pelo suplício e confusão que experimento no mais íntimo da alma. Temo morre en sangue, se Deus não ouvir os gemidos do meu pobre coração, e ter piedade de retirar de mim está situação..."
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Durante anos, de todas as partes do mundo, os fiéis foram a este sacerdote estigmatizado, para conseguir a sua potente intercessão junto a Deus. Cinqüenta anos passados na oração, na humildade, no sofrimento e no sacrifício, de onde para atuar seu amor, o Padre Pio realizou duas iniciativas em duas direções: uma vertical até Deus com a fundação dos "Grupos de ruego", hoje chamados "grupos de oração"e outra horizontal até os irmãos, com a construção de um moderno hospital: "Casa Alívio do Sofrimento".
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Em setembro os 1.968 milhares de devotos e filhos espirituais do Padre Pio se reuniram em um congresso em San Giovanni Rotondo para comemorar o 50 aniversário dos estigmas e celebrar o quarto congresso internacional dos Grupos de Oração. Ninguém imaginou que às 2h30 da madrugada do dia 23 de setembro de 1968, seria o doloroso final da vida do Padre Pio de Pietrelcina. Deste maravilhoso frei, escolhido pro Deus para derramar a sua Divina Misericórdia de uma maneira especial.
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Fonte texto:
http://www.padrepio.catholicwebservices.com/PORTUGUES/Biografia_port.htm




sexta-feira, 18 de setembro de 2020

SÃO JOSÉ DE COPERTINO

No dia 17 de junho de 1603, nasceu, no reino de Nápoles, na aldeia de Copertino, um menino de nome José. Era o filho mais novo da família Desa, cujo pai, um pobre carpinteiro, mal conseguia sustentar a família. Ele veio ao mundo num pequeno estábulo, onde permaneceu nos primeiros meses de vida, porque o pai, endividado, teve de vender o pouco que possuíam.

Já naquela época os desníveis sociais geravam miséria, insegurança e sofrimento, impedindo que filhos de famílias pobres estudassem e desenvolvessem sua cultura e inteligência. Mas, apesar de iletrado, o menino foi criado no rigor dos ensinamentos de Cristo, pois sua família era muito religiosa. Assim foi a infância de José. Os únicos talentos por ele manifestados foram de ordem espiritual: o da oração e o da caridade para com os mais necessitados, que sofriam as agruras da miséria, como ele.

Quando completou dezessete anos, estava determinado a tornar-se frade. Mas até os capuchinhos que o haviam aceitado como irmão leigo fizeram-no devolver o hábito, por causa da sua grande confusão mental. Isso causou a José um sofrimento muito grande. Mas não desistiu. Finalmente, foi aceito no Convento de Grotella, pelos Frades Menores, que o acolheram e lhe deram uma tarefa simples: cuidar de uma mula.

Mesmo renegado, estava determinado a ser sacerdote. Foi então que as graças divinas começaram a intervir na sua vida. Apesar da dificuldade que tinha em estudar, milagrosamente saía-se muito bem nas provas para tornar-se sacerdote. Desde então, começaram a aparecer sinais de predileção divina e fenômenos que atestavam sua santidade interior, presenciados pela comunidade de fiéis e irmãos da Ordem. Eram manifestações extraordinárias, como, por exemplo, curas totalmente milagrosas de doentes de todos os tipos de enfermidades. Ainda: em êxtases de oração, caminhava pela igreja sem colocar os pés no chão e, sem tomar nenhum cuidado com o corpo, exalava um fino e delicado odor. Por tudo isso, já era venerado em vida como santo.

Outro fato relevante na vida de José de Copertino é que, apesar de quase não ter nenhum estudo teológico, tinha o dom da ciência e era consultado por teólogos a respeito de questões delicadas. Espantosamente, tinha sempre respostas sábias e claras. Com isso, José conquistou a glória máxima e, mesmo sendo considerado o frade mais ignorante de toda a Ordem franciscana, sua fama de bom cristão, seu comportamento peculiar e seus milagres chegaram a Roma. O papa Urbano VIII convocou-o e recebeu-o com as honras de que era merecedor. Talvez esse tenha sido um dos dias mais felizes na vida de José de Copertino.

Em 1628, foi ordenado sacerdote. José de Copertino mergulhou tão profundamente nas coisas de Deus que acabou se tornando um conselheiro de padres, bispos, cardeais, chefes de Estado e religiosos em geral. Todos o procuravam. E ele os atendia com paciência, humildade e sabedoria, indicando-lhes a luz de que necessitavam.

José de Copertino morreu aos sessenta anos de idade, no dia 18 de setembro de 1663, no Convento de Osímo, Itália. O local, que se tornara um ponto de peregrinação com ele ainda vivo, tornou-se, imediatamente, um santuário a ele dedicado. Festejado liturgicamente no dia de sua morte, este singular frade franciscano é considerado pelos estudiosos como “o santo mais simpático da hagiografia católica”.

Os frequentes êxtases espirituais, que lhe permitiam “voar” literalmente pela igreja, fizeram de são José de Copertino o padroeiro dos aviadores e para quedistas. Também, devido à sua determinação diante das numerosas dificuldades encontradas nos estudos e exames de seleção, é considerado o santo padroeiro dos estudantes que se encontram nessa condição, anualmente.

Fonte: “Santos Franciscanos para cada dia”, Ed. Porziuncola

https://www.capuchinhos.org.br

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

ST. CLARE OF ASSISI

 


St. Clare of Assisi was born in Assisi on July 16, 1194, as Chiara Offreduccio, the beautiful eldest daughter of Favorino Sciffi, Count of Sasso-Rosso and his wife Ortolana. Tradition says her father was a wealthy representative of an ancient Roman family and her mother was a very devout woman belonging to the noble family of Fiumi. As a young girl, Clare dedicated herself to prayer. At 18-years-old, she heard St. Francis of Assisi preach during a Lenten service in the church of San Giorgio and asked him to help her live according to the Gospel. On Palm Sunday in 1212, Clare left her father's home and went to the chapel of the Porziuncula to meet with Francis. While there, Clare's hair was cut off and she was given a plain robe and veil in exchange for her rich gown. Clare joined the convent of the Benedictine nuns of San Paulo, near Bastia, under Francis' orders. When her father found her and attempted to force her back into his home, she refused and professed that she would have no other husband than Jesus Christ. In order to give her the greater solitude she desired, Francis sent Clare to Sant' Angelo in Panzo, another Benedictine nuns monastery. Overtime, other women joined them, wanting to also be brides of Jesus and live with no money. They became known as the "Poor Ladies of San Damiano." They all lived a simple life of austerity, seclusion from the world, and poverty, according to a Rule which Francis gave them as a Second Order. St. Clare and her sisters wore no shoes, ate no meat, lived in a poor house, and kept silent most of the time. Their lives consisted of manual labor and prayer. Yet, they were very happy, because Our Lord was close to them all the time. San Damiano became the center of Clare's new order, which was then known as the "Order of Poor Ladies of San Damiano." For a brief period of time, the order was directed by St. Francis himself and by 1216, Clare became the abbess of San Damiano. Ten years after Clare's death, the order became known as the Order of Saint Clare. While serving as the leader of her order, Clare defended them from the attempts of prelates to impose a rule on them that more closely followed the Rule of Saint Benedict than Francis. Clare was so devoted and dedicated to Francis that she was often referred to as "alter Franciscus," or another Francis. She encouraged and aided the man she saw as a spiritual father figure, and took care of him as he grew old. Following Francis' death, Clare continued to promote her order, fighting off every attempt from each pope trying to impose a rule on her order that would water down their "radical commitment to corporate poverty." In 1224, an army of rough soldiers from Frederick II came to attack Assisi. Although very sick, Clare went out to meet them with the Blessed Sacrament on her hands. She had the Blessed Sacrament placed at the wall where the enemies could see it. Then on her knees, she begged God to save the Sisters. "O Lord, protect these Sisters whom I cannot protect now," she prayed. A voice seemed to answer: "I will keep them always in My care." In that moment, a sudden fright struck the attackers and they fled as fast as they could without harming anyone in Assisi. St. Clare became sick and suffered great pains for many years, but she expressed that no pain could trouble her. So great was her joy in serving the Lord that she once exclaimed: "They say that we are too poor, but can a heart which possesses the infinite God be truly called poor?" On August 9, 1253, Pope Innocent IV declared Clare's rule would serve as the governing rule for Clare's Order of Poor Ladies. Two days later, Clare died at 59-years-old. Her remains were placed in the chapel of San Giorgio while the church dedicated to her remains was being built. At Pope Innocent's request, the canonization process for Clare began immediately, and two years later in 1255, Pope Alexander IV canonized Clare as Saint Clare of Assisi. Support Catholic Online by Subscribing to our Channel:

Traduza no Google Tradutor.

SANTA CLARA DE ASSIS E SÃO FRANCISCO

 


Watch the best video on St. Clare of Assisi who was poor following the example of St. Francis of Assisi. Good for everyone who wants to live a life of witness.

Tradução:
Veja o melhor vídeo sobre Santa Clara de Assis que era pobre seguindo o exemplo de São Francisco de Assis. Bom para quem quer viver uma vida de testemunho.

Glorious Steve

Santa Clara de Assis: uma história que fascinará em todos os tempos

O “escândalo” da jovem aristocrata e rica que trocou a riqueza e aristocracia pela humildade e pobreza franciscana, seguindo Jesus!

Santa Clara nasceu em 1193, de família aristocrática e rica, mas trocou essa riqueza e aristocracia pela humildade e pobreza do estilo de vida proposto e testemunhado por São Francisco de Assis.

A família de Clara já planejava o casamento dela, por conveniência econômica e social, quando a jovem, aos 18 anos, surpreendeu a todos com um gesto extremamente ousado: inspirada pelo profundo desejo de seguir a Cristo e pela intensa admiração que São Francisco lhe despertava, Clara deixou a casa paterna e, junto com a amiga Bona di Guelfuccio, se juntou secretamente aos frades menores na igrejinha conhecida como a Porciúncula. Era a noite do Domingo de Ramos de 1211.

Nessa ocasião, enquanto os frades seguravam tochas acesas, Francisco cortou os cabelos de Clara e lhe deu um rude hábito penitencial. Ela se tornou assim a virgem noiva de Cristo, humilde e pobre, e a Ele se consagrou totalmente, resistindo com decisão à severa oposição da família.

A própria Clara fala assim de Jesus a toda mulher que se devota por completo a Ele:

“Amando-o, sereis casta; tocando-o, sereis mais pura; deixando-vos possuir por Ele, sereis virgem. O Seu poder é mais forte, a Sua generosidade mais elevada, o Seu aspecto mais belo, o Seu amor mais suave e toda a graça mais fina. Agora estais apertada pelo abraço dele” (Primeira carta).

A espiritualidade de Santa Clara

A síntese da sua proposta de santidade é recolhida na quarta carta a Santa Inês de Praga. Santa Clara usa uma imagem muito difundida na Idade Média, de influência patrística: o espelho. E convida a amiga a se refletir naquele espelho de perfeição de toda a virtude, que é o próprio Senhor:

“Feliz aquele a quem é dado degustar esta sagrada união, para aderir com as profundezas do coração [a Cristo], aquele cuja beleza admiram incessantemente todas as abençoadas hostes do céu, cujo afeto apaixona, cuja contemplação restaura, cuja bondade sacia, cuja suavidade preenche, cuja memória resplandece suavemente, a cujo aroma os mortos voltam à vida e cuja visão gloriosa tornará abençoados todos os cidadãos da Jerusalém celeste. E porque Ele é o esplendor da glória, candor da luz eterna e espelho sem mancha, olha todo dia para este espelho, ó rainha esposa de Jesus Cristo, e nele escruta continuamente o teu rosto, para que possas assim adornar-te toda no interior e no exterior (…) Nesse espelho refulgem a abençoada pobreza, a santa humildade e a inefável caridade” (Quarta Carta).

Canonização

Apenas dois anos após a sua morte, em 1255, o Papa Alexandre IV a elevou aos altares traçando o seguinte elogio na bula de canonização:

“Quão vivo é o poder desta luz e quão forte é o brilho desta fonte luminosa. Na verdade, essa luz tinha-se enclausurado no escondimento da vida monástica e irradiava luzes cintilantes; recolhia-se em um mosteiro estreito, e expandia-se ao longo da vastidão do mundo. Mantinha-se dentro e difundia-se fora. Clara, de fato, escondia-se; mas a sua vida foi revelada a todos. Clara ficou em silêncio, mas sua fama gritava”.

Os Papas recentes falam de Santa Clara

São João Paulo II visita as irmãs clarissas de Assis

“Convido-as a rezar e é meu desejo que repitam em nossa época o milagre de São Francisco e de Santa Clara. Porque a moça, a jovem, a mulher contemporânea deve se encontrar neste esplêndido carisma; certamente escondido, realmente privado de exterioridades aparentes, mas quão profundo, quão feminino! Uma verdadeira esposa! Capaz de amor pleno e irrevogável para com um esposo invisível. É verdade que é invisível, mas, como é visível! Entre todos os esposos possíveis do mundo, é certo que Cristo é o Esposo mais visível de todos os visíveis; é sempre visível, mas permanece invisível e visível na alma consagrada a Deus. Não sabeis vós, escondidas, desconhecidas, quanto sois importantes para a vida da Igreja: quantos problemas, quantas coisas dependem de vós. É necessário a redescoberta daquele carisma, daquela vocação. Faz-se mister a redescoberta da legenda divina de Francisco e Clara”.

Bento XVI declarou em 15 de setembro de 2010, durante uma catequese sobre Santa Clara:

“Também nos séculos da Idade Média, o papel das mulheres não era secundário, mas significativo. A esse respeito, deve-se salientar que Clara foi a primeira mulher na história da Igreja a compor uma Regra escrita, sujeita à aprovação do Papa, para que o carisma de Francisco de Assis fosse preservado em todas as comunidades femininas que se iam estabelecendo já nos seus tempos e que desejavam inspirar-se no exemplo de Francisco e Clara. (…) são os santos aqueles que alteram o mundo para melhor, transformam-no de modo duradouro, incorporando as energias que somente o amor inspirado pelo Evangelho pode suscitar. Os santos são os grandes benfeitores da humanidade”.

E o Papa Francisco fez uma visita pessoal ao túmulo de Santa Clara no dia 4 de outubro de 2013:




quarta-feira, 26 de agosto de 2020

"Francisco, restaura a minha casa, que desmorona": O encontro de São Francisco com Cristo na Cruz de São Damião.

E esse pedido de Deus pode ser levado a todos nós: "Restauremos a nossa Igreja."


Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: "Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma".
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Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: "Francisco, restaura a minha casa, que desmorona". Iluminado por essa ordem precisa, correu à loja do pai, que se encontrava ausente, carregou o cavalo com várias peças de tecido e galopou em direção ao mercado de Foligno. Ali vendeu o tecido e a montaria. De volta a São Damião, encontrou o velho sacerdote que administrava o santuário e ofereceu-lhe o dinheiro para pagar as despesas de restauração; que desconfiado recusou. Francisco, então, atirou com desdém o dinheiro no canto de uma janela e suplicou ao velho sacerdote que lhe permitisse viver com ele. O outro aceitou.
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Entrementes, voltou o pai a Assis e, informando-se dos acontecimentos, teve um acesso de violenta cólera. Reunindo parentes e amigos, desceu a São Damião, a fim de capturar o filho indigno; este, porém, refugiado numa caverna, passou um mês em oração, jejum e lágrimas.
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Enfim, confiando no auxilio de Deus, foi ao encontro de seus perseguidores.
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Assis acolheu o seu herói de ontem com vaias e pedradas; Pedro de Bernardone (seu pai) lançou-o numa enxovia (prisão subterrânea), exortando-o a renuncia de seus projetos.
Seguiu depois em viagem de negócios e a mãe libertou o seu Francisco, que regressou a São Damião.
Voltando de novo o pai, nova cena; desta vez, quis encerrar o caso e apresentou queixa aos cônsules. Citado, Francisco compareceu e declarou-se a serviço de Deus; enviaram o queixoso ao tribunal do Bispo, perante o qual aceitou apresentar-se o filho insubmisso.
 Intimado a restituir o dinheiro que tirara, Francisco respondeu com um gesto sublime: para nada conservar da herança paterna, despojou-se das próprias vestes, atirando-as aos pés do pai.
Na eloquência de sua nudez, dirigiu-se aos presentes em solene linguagem: "Escutai-me todos e compreendei. Até agora chamei Pedro Bernardone meu pai. Agora, posso dizer: Pai Nosso, que estais nos Céus" E o Bispo, em sinal de adoção, cobriu Francisco com seu manto.
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Essa nova fase separava Francisco do mundo, consagrando-o ao serviço da igreja; doravante, achava-se livre para dedicar-se à tarefa que lhe indicara o próprio Cristo.
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Ganhou novamente São Damião e, vestido com o hábito de eremita, iniciou, jubiloso, a restauração do santuário, pedindo materiais e alimento, chegando mesmo a reunir, não obstante as zombarias, companheiros que o auxiliassem no trabalho.
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Terminada a igrejinha de São Damião, e não tendo recebido outra ordem de Cristo, Francisco restaurou a de São Pedro. Depois a de Santa Maria dos Anjos, depois uma capela abandonada que ficava a uma légua da cidade e que se chamava, por causa das exíguas dimensões, "a Porciúncula".
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Fascinado com a solidão do lugar, ali estabeleceu o seu domicilio. E foi ali, na humilde casa de Deus que em 24 de fevereiro de 1209, festa de São Matias, ouviu Francisco o apelo que rematou sua conversão, esclarecendo-lhe o sentido das palavras percebidas havia dois anos em São Damião.
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O Evangelho do dia recordava as palavras pronunciadas por Jesus quando enviou os apóstolos a anunciarem a boa nova: "Ide e pregai, dizendo: Está próximo o Reino dos Céus... Não leveis à cintura ouro, nem prata, dinheiro, alforje para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão: porque o operário é digno do seu sustento"...
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Não era a igreja de pedra que o Senhor lhe ordenava reconstruir, mas o Corpo Místico de Cristo, retalhado pelo ódio, vício e indiferença.

(Do livro de Ivan Gobry, São Francisco de Assis e o espírito franciscano).


terça-feira, 25 de agosto de 2020

AS TRÊS ORDENS FRANCISCANAS


Primeira Ordem
Ordem dos Frades Menores


Após a conversão, pouco a pouco, ao redor de Francisco se forma um grupo disposto a viver toda essa experiência de comunhão com o mistério de Deus que se lhe revelava. Jovens de Assis, na Itália, vão pelo mundo afora como andarilhos, mas vivendo a experiência de fraternidade. Tudo e todos passam a ser sentidos como irmãos e irmãs, pois o frade não é mais senhor de nada e de ninguém.

“Essa pobreza de itinerantes e mendigos será vivida pelos frades em estreita comunhão com Cristo que não tinha uma pedra onde reclinar a cabeça e que vivia também da generosidade dos que lhe davam hospedagem…” (Leclerc).

A Ordem Franciscana foi criada como uma Ordem de Irmãos, que assumiam a missão de viver e pregar o Evangelho. Não era uma Ordem Clerical (Ordem composta por sacerdotes), como outras que já existiam. O próprio Francisco não quis ser sacerdote e os primeiros frades também não tinham esse objetivo.

Desde o início, porém, como mostra a história de Frei Silvestre, houve o ingresso de alguns sacerdotes já formados, que desejavam ser franciscanos. Algum tempo depois, sobretudo quando Santo Antônio, professor de Teologia, ingressou na Ordem, passou a ensinar Teologia aos frades e alguns deles passaram a se ordenar sacerdotes.

Mais tarde, devido principalmente às necessidades da Igreja, a maioria dos frades passou a se ordenar. Mas até hoje, dentro da ordem Franciscana, convivem como irmãos, em igualdade de condições, frades sacerdotes e não sacerdotes (estes chamados outrora de irmãos leigos, por não serem sacerdotes), cada um exercendo a sua função.

Esse é, sem dúvidas, um dos aspectos mais belos da Ordem criada por São Francisco.

Mais tarde, a Ordem se dividiu em três ramos: Ordem dos Frades Menores (OFM), Capuchinhos (OFMCap) e Conventuais (OFMConv).

Os termos “franciscanismo” e “franciscano” não reclamam profundos conhecimentos das evoluções linguísticas para revelarem sua origem.

Atrás deles, esconde-se o nome FRANCISCO, que no caso vem especificado com o topônimo de ASSIS.


Segunda Ordem Clarissas

Francisco, além de fundar a 1ª Ordem Franciscana (masculina), foi também o fundador da 2ª Ordem Franciscana, conhecida também por Ordem de Santa Clara, abrindo assim a vivência do ideal franciscano para o ramo feminino. A primeira religiosa franciscana foi a jovem Clara Offreduccio, mais tarde chamada de Santa Clara de Assis, jovem de família nobre e admiradora de Francisco desde que o conhecera como “Rei da Juventude” pelas ruas e festas de Assis. Passou a admirá-lo mais ainda, quando se tornou um inflamado pregador da alegria e da paz, da pobreza e do amor de Deus, não só através de palavras, mas com o exemplo de sua própria vida.

Era isso precisamente o que almejava a jovem Clara. Não estava satisfeita com os esplendores do palácio de sua família, nem com o sonho do futuro enlace principesco ao qual seus pais a estavam encaminhando. Sonhava com uma vida mais cheia de sentido, que lhe trouxesse uma verdadeira felicidade e realização. O estilo de vida dos frades a atraía cada vez mais.

Depois de muitas conversas com Francisco, aos 18 de março de 1212 (Domingo de Ramos), saiu de casa sorrateiramente em plena noite, acompanhada apenas de sua prima Pacífica e de outra fiel amiga, e foi procurar Francisco na Igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde ele e seus companheiros já a aguardavam.

Frente ao altar, Francisco cortou-lhe os longos e dourados cabelos, cobrindo-lhe a cabeça com um véu, sinal de que a donzela Clara fizera a sua consagração como Esposa de Cristo. Nem a ira dos seus parentes, nem as lágrimas de seus pais conseguiram fazê-la retroceder em seu propósito. Poucos dias depois, sua irmã, Inês, veio lhe fazer companhia, imbuída do mesmo ideal. Alguns anos após, sua mãe, Ortulana, juntamente com sua terceira filha Beatriz, seguiu Clara, indo morar com ela no conventinho de São Damião, que foi a primeira moradia das seguidoras de São Francisco.

Com o correr dos anos, rainhas e princesas, juntamente com humildes camponesas, ingressaram naquele convento para viver, à luz do Evangelho, a fascinante aventura das Damas Pobres, seguidoras de São Francisco, muitas das quais se tornaram grandes exemplos de santidade para toda a Igreja.

As Irmãs Clarissas vivem um estilo de vida contemplativa, sendo enclausuradas. Quer dizer que não têm, normalmente, uma atividade pública no meio do povo, dedicando-se mais à oração, à meditação e aos trabalhos internos dos mosteiros.

Conheça mais: http://www.clarissas.net.br/







Terceira Ordem Ordem Franciscana Secular

Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer. A OFS é uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra.

Como tal, ela é acolhida, aceita e abençoada pela Igreja em todas as partes do mundo. Ela faz parte da grande Família Franciscana e contribui para a plenitude de seu carisma.

A Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares.

Nelas há lugar para jovens, para casados, viúvos e celibatários no mundo; para clérigos e leigos; para todas as classes sociais, todas as profissões, para todas as raças; para homens e mulheres. Há lugar para todos porque se busca viver segundo o Santo Evangelho como irmão e irmãs da penitência.

O projeto de vida de todo cristão e especialmente de todo franciscano secular é o seguimento da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, conforme os ensinamentos que nos foram revelados através do Santo Evangelho. Por isso, “A Regra e a vida dos franciscanos seculares é esta: observar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o exemplo de São Francisco de Assis, que fez do Cristo o inspirador e o centro de sua vida com Deus e com os homens (Rg 4; 1Cel, 18, 115).

A OFS se articula em Fraternidades de vários níveis: local, regional, nacional e internacional. E toda fraternidade, de qualquer nível, goza de autonomia administrativa, econômica e financeira. Porém, as fraternidades dos diversos níveis estão coordenadas e ligadas entre si segundo a Regra, as CCGG, o ritual e os estatutos.

As relações entre a Juventude Franciscana (JUFRA) e a OFS devem ser marcadas pelo espírito de uma comunhão vital e recíproca. Por esta razão, a experiência vivida na Juventude Franciscana encontra a sua realização natural na OFS.

A padroeira da Ordem III é Santa Isabel da Hungria (imagem ao lado)

Conheça mais: http://ofs.org.br/

sábado, 15 de agosto de 2020

15 de agosto: começa a Quaresma de São Miguel Arcanjo

 

Tudo o que você precisa saber sobre esta poderosa devoção

Quaresma de São Miguel Arcanjo foi difundida através dos discípulos de São Francisco, que o imitavam nessa devoção e recebiam graças. E até hoje, temos esse belíssimo costume de consagrar nossas vidas a São Miguel Arcanjo.

O Pe. Paulo Ricardo explica detalhadamente esta devoção e sua importância:

O que é necessário?

O site de São Miguel Arcanjo sugere viver a Quaresma da seguinte maneira:

Antes de tudo, termos os devidos cuidados para não cairmos em superstição. A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Então, o nosso coração deve estar reconciliado com Deus e cheio de bons propósitos.

Após esta análise de sua vida, faça um altar com a imagem ou foto de São Miguel Arcanjo colocando velas ou lamparinas bentas, e flores para enfeitar o altar. Durante a quaresma, faça penitências, jejuns e abstinências e uma boa confissão. Fazer seu pedido particular e principalmente pela libertação da família, quebra de maldição, do jugo hereditário, ocultismo e outras intenções.

Rezar as orações mencionadas abaixo e, no dia 29 de setembro participar da Festa de São Miguel com a Santa Missa.

As 4 etapas

Nos primeiros 10 dias: Rezemos a São Miguel Arcanjo por toda cura e libertação de todos os vícios de dependência química (álcool, drogas, cigarros), de jogos, de compulsividade (para comprar, comer…);

Do 11º ao 20º dia: Rezemos, além das nossas intenções particulares, também por toda cura e libertação de maldições em nossas pontes de gerações, como desordens sexuais, adultério, roubo, alcoolismo, perseguições, divórcios, abortos, mortes repentinas, idolatrias e outros.

Do 21º ao 30º dia: Rezemos por toda libertação de malefícios que possam ter atingido a nossa vida e os nossos negócios, como também a nossa profissão e estudos: dificuldades financeiras, perdas, insucessos, invejas, ciúmes, trapaças…

Do 31º ao 40º dia: Rezemos por toda cura e libertação física e espiritual: quadros como transtorno bipolar, esquizofrenia, síndrome do pânico, doenças físicas como dores na coluna, enxaquecas, anemias, desmaios, bronquites, asmas, alergias e outros…

A Quaresma de São Miguel Arcanjo tem seu início, tradicionalmente, no dia 15 de agosto. No dia 20 de setembro inicia-se a novena em honra a São Miguel Arcanjo, em conjunto com as outras orações, culminando com a grande festa no dia 29 de setembro.

*Importante: a quaresma ou novena pode ser realizada a partir de qualquer data do ano, sendo agosto a setembro um momento especial.

Todos os dias:

  • Acender uma vela (benta) diante da imagem de São Miguel Arcanjo
  • Oferecer jejuns, penitências e abstinências
  • Fazer o Sinal da Cruz
  • Rezar a oração inicial: “Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII” *
  • Rezar a Ladainha de São Miguel Arcanjo *
  • Rezar a Consagração a São Miguel Arcanjo *
  • Fazer o pedido de uma graça a ser alcançada.

* Confira cada uma dessas 3 orações logo abaixo.

Podem ser adicionadas várias outras orações, conforme a devoção pessoal: ladainhas diversas, orações, salmos, textos bíblicos, o terço de São Miguel, o terço mariano tradicional…

Durante a quaresma, é importante fazer uma santa confissão.

Outros elementos:

O altar – Na Quaresma de São Miguel Arcanjo, costuma-se fazer um pequeno altar ou oratório com a imagem de Arcanjo (pode ser uma foto também) e se possível no momento da oração acenda uma vela (benta), que simboliza a luz de Cristo.

Jejuns e penitências – Durante o período destes 40 dias, é indicado que cada pessoa faça uma penitência. Exemplos: abster-se de algum alimento prazeroso, do cigarro, da bebida, da internet, da televisão… Praticar o jejum ao menos às sextas-feiras, dia em que a Igreja aconselha habitualmente a prática.

Participar da Santa Missa (se possível diariamente) em honra a São Miguel e, após a comunhão, rezar a Oração de São Miguel Arcanjo.

As orações

ORAÇÕES PARA TODOS OS DIAS

Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

Jaculatória diária

Sacratíssimo Coração de Jesus tende piedade de nós! (3x)

Ladainha de São Miguel Arcanjo

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do Mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Trindade Santa, que sois um único Deus, tende piedade de nós.
Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.

São Miguel, rogai por nós.
São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós.
São Miguel, perfeito adorador de Jesus, rogai por nós.
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós.
São Miguel, poderosíssimo príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós.
São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós.
São Miguel, guardião do paraíso, rogai por nós.
São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós.
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós.
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós.
São Miguel, luz dos anjos, rogai por nós.
São Miguel, baluarte dos cristãos, rogai por nós.
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, rogai por nós.
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós.
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós.
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós.
São Miguel, arauto da sentença eterna, rogai por nós.
São Miguel, consolador das almas que estão no purgatório, rogai por nós.
São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas que estão no purgatório, rogai por nós.
São Miguel, nosso príncipe, rogai por nós.
São Miguel, nosso advogado, rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo, para que sejamos dignos de Suas promessas.

Oração: Senhor Jesus, santificai-nos, por uma bênção sempre nova, e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, esta sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do Céu e a trocar os bens do tempo pelos da eternidade. Vós, que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos.

Os 3 Pai-Nossos

  • Um Pai-Nosso em honra de São Gabriel.
  • Um Pai-Nosso em honra de São Miguel Arcanjo.
  • Um Pai-Nosso em honra de São Rafael.
  • Pode-se adicionar um quarto Pai-Nosso em honra ao nosso Anjo da Guarda.

ORAÇÕES PARA O ÚLTIMO DIA DA QUARESMA DE SÃO MIGUEL

Gloriosíssimo São Miguel, chefe e príncipe dos exércitos celestes, fiel guardião das almas, vencedor dos espíritos rebeldes, amado da casa de Deus, nosso admirável guia depois de Cristo; vós, cuja excelência e virtudes são eminentíssimas, dignai-vos livrar-nos de todos os males, a nós todos que recorremos a vós com confiança, e fazei, pela vossa incomparável proteção, que adiantemos cada dia mais na fidelidade em servir a Deus.

V. Rogai por nós, ó bem-aventurado São Miguel, príncipe da Igreja de Cristo.
R. Para que sejamos dignos de Suas promessas.

Oração: Deus, todo poderoso e eterno, que, por um prodígio de bondade e misericórdia para a salvação dos homens, escolhestes para príncipe de Vossa Igreja o gloriosíssimo Arcanjo São Miguel, tornai-nos dignos, nós Vo-lo pedimos, de sermos preservados de todos os nossos inimigos, a fim de que na hora da nossa morte nenhum deles nos possa inquietar, mas que nos seja dado de sermos introduzidos por ele na presença da Vossa poderosa e augusta Majestade, pelos merecimentos de Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Consagração a São Miguel Arcanjo

Ó Príncipe nobilíssimo dos Anjos, valoroso guerreiro do Altíssimo, zeloso defensor da glória do Senhor, terror dos espíritos rebeldes, amor e delícia de todos os Anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel! Desejando eu fazer parte do número dos vossos devotos e servos, a vós hoje me consagro, me dou e me ofereço e ponho-me a mim próprio, a minha família e tudo o que me pertence, debaixo da vossa poderosíssima proteção.

É pequena a oferta do meu serviço, sendo como sou um miserável pecador, mas vós engrandecereis o afeto do meu coração; recordai-vos que, de hoje em diante, estou debaixo do vosso sustento e deveis assistir-me em toda a minha vida e obter-me o perdão dos meus muitos e graves pecados, a graça de amar a Deus de todo coração, ao meu querido Salvador Jesus Cristo e a minha Mãe Maria Santíssima; obtende-me aqueles auxílios que me são necessários para obter a coroa da eterna glória. Defendei-me dos inimigos da alma, especialmente na hora da morte. Vinde, ó príncipe gloriosíssimo, assistir-me na última luta, e, com a vossa arma poderosa, lançai para longe, precipitando nos abismos do inferno, aquele anjo quebrador de promessas e soberbo que um dia prostrastes no combate no Céu.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate para que não pereçamos no supremo juízo.

Oração a Nossa Senhora Rainha dos Anjos

Oremos: Augusta Rainha do Céu, altíssima Senhora dos Anjos, vós, que, desde o princípio recebestes de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás, nós vos suplicamos humildemente que envieis as vossas santas legiões para que, sob as vossas ordens e pelo vosso poder, persigam os demônios, os combatam por toda parte, reprimam sua audácia e os precipitem no abismo do inferno. Quem como Deus? São Miguel e os santos anjos e arcanjos nos defendam e nos guardem. Ó Mãe de Deus, enviai os vossos anjos para defender-nos e afastar para longe de nós o cruel inimigo. Ó boa e terna Mãe, vós sereis sempre o nosso amor e a nossa esperança. Amém.

Algumas sugestões de temas

Examine sua vida e procure determinar quais são as áreas de maior necessidade de intervenção de Deus. Você pode usar o guia abaixo como sugestão, ou identificar alguma outra área que não consta na lista:

1. Provisão de necessidades materiais para uma sobrevivência digna.

2. Cura física para um membro da família, um amigo ou para você mesmo.

3. Vitória sobre pecados como orgulho, legalismo, auto-justificação, soberba…

4. Restauração de um relacionamento em crise.

5. Vencer um mau hábito: fumar, beber, consumir drogas, pornografia…

6. Libertar algum membro da família ou amigo de um vício.

7. Crescimento na vida profissional.

8. Sabedoria para tomar uma decisão crítica.

9. Salvação de um membro da família ou amigo.

10. Libertação de opressão espiritual.

11. Crescimento da Igreja e do seu impacto positivo na humanidade.

12. Vitória sobre a ansiedade, medo, depressão, solidão.

13. Coragem para tomar uma decisão difícil.

14. Transformação na sua comunicação e resolução de conflitos no casamento.

15. Reavivamento do amor a Cristo.

16. Estabelecimento de um tempo devocional para com o Senhor.

17. Despertar espiritual de cônjuge e filhos.

18. Vencer a vida dupla: uma na Igreja, outra no trabalho.

19. Fim dos conflitos bélicos.

20. Resolução das crises humanitárias, políticas, econômicas e sociais que afligem a humanidade.

21. Para que todos na Igreja se tornem verdadeiros apóstolos, cheios de paixão e desejo de testemunhar o Amor de Deus ao mundo inteiro.

7 coisas que você pode esperar nesta quaresma de São Miguel

1. Será desafiador e difícil e exigirá disciplina e foco.

2. Se você permanecer firme, perceberá o crescimento da sua fé e a experiência da transformação espiritual na sua vida.

3. Deus poderá responder aos seus pedidos de oração durante estes 40 dias ou não. O tempo é Ele quem sabe. A nossa certeza está no fato de alimentarmos a comunhão com Ele, abrindo-nos à Sua graça.

4. Você será mais sensível ao Espírito Santo em sua vida, removendo distrações e obtendo um novo senso de clareza à voz do Deus.

5. A sua comunhão com Deus aumentará, com uma compreensão mais clara do que significa depender dele para todas as suas necessidades.

6. Você se verá fazendo orações mais pessoais, abertas, e mais vezes ao longo do dia.

7. Nos primeiros dias você deve esperar um aumento na tensão e na resistência espiritual.

3 perigos para considerar

1. Achar que Deus é “obrigado” a ouvi-lo do jeito que você quer, e não do jeito que Ele quer.

2. Orgulho e satisfação pessoal distorcida, derivada de sacrifícios espirituais que podem fazer você se achar muito bom, justo e santo.

3. Tentação de interromper ou abortar o jejum, por achar que não consegue ou que já fez mais do que o necessário. Não entregue os pontos: mantenha-se firme no seu compromisso. Você perceberá os ganhos!

Sobre a devoção a São Miguel Arcanjo

Deus exalta os humildes e resiste aos soberbos, dizem as Escrituras. São Miguel foi sempre muito amado e venerado pelo povo de Deus: o Senhor o constituiu guardião e protetor do Seu povo, como se lê no profeta Daniel: “Surgirá Miguel, o grande Príncipe, que guardará o teu povo” (Dan 12, 1).

As intervenções de São Miguel em favor do povo de Deus, quer no Antigo, quer no Novo Testamento, motivaram na Igreja, desde o princípio, uma especial veneração por este Arcanjo a quem ela sempre honrou com um culto especial, como guardador da família divina em seu peregrinar por este mundo rumo à casa do Pai.

Em documentos oficiais dos Sumos Pontífices e no culto litúrgico, São Miguel é honrado como protetor da Igreja e padroeiro dos agonizantes; também é ele quem conduz a alma dos que deixam este mundo para o julgamento junto ao Trono de Deus.

A Igreja, da qual ele é protetor e defensor, o invoca como advogado de defesa na vida e na hora da morte.

https://pt.aleteia.org/



sexta-feira, 14 de agosto de 2020

O que Deus uniu o homem não separe | (Mt 19,3-12) - Meditação da Palavra de Deus

 

 

Vídeo: https://www.facebook.com/SomdoMonteOficial/

Texto: http://evangeli.net/evangelho

Evangelho (Mt 19,3-12): Naquele tempo, alguns fariseus aproximaram-se de Jesus e, para experimentá-lo, perguntaram: "É permitido ao homem despedir sua mulher por qualquer motivo?". Ele respondeu: "Nunca lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e disse: Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois formarão uma só carne? De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe".

Perguntaram: "Como então Moisés mandou dar atestado de divórcio e despedir a mulher?". Jesus respondeu: "Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o princípio. Ora, eu vos digo: quem despede sua mulher fora o caso de união ilícita e se casa com outra, comete adultério".

Os discípulos disseram-lhe: "Se a situação do homem com a mulher é assim, é melhor não casar-se". Ele respondeu: "Nem todos são capazes de entender isso, mas só aqueles a quem é concedido. De fato, existem homens impossibilitados de casar-se, porque nasceram assim; outros foram feitos assim por mão humana; outros ainda, por causa do Reino dos Céus se fizeram incapazes do casamento. Quem puder entender, entenda".


"PORTANDO, O QUE DEUS UNIU, O HOMEM NÃO SEPARE"

Fr. Roger J. LANDRY
(Hyannis, Massachusetts, Estados Unidos)

Hoje, Jesus responde às perguntas dos seus contemporâneos sobre o verdadeiro significado do matrimônio, ressaltando a indissolubilidade do mesmo.

Sua resposta, no entanto, também proporciona a base adequada para que nós, cristãos, possamos responder a aqueles cujos corações teimosos os obrigam a procurar a ampliação da definição de matrimônio para os casais homossexuais.

Ao fazer retroceder o matrimônio ao plano original de Deus, Jesus ressalta quatro aspectos relevantes pelos quais só se pode unir em matrimônio a um homem e uma mulher:

1) "O Criador, desde o início, os fez macho e fêmea" (Mt 19,4). Jesus nos ensina que, no plano divino, a masculinidade e a feminilidade têm um grande significado. Ignorar, pois, é ignorar o que somos.

2) "Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher" (Mt 19,5). No plano de Deus não é que o homem abandone os seus pais e vá embora com quem ele queira, mas sim com uma esposa.

3) "De maneira que já não são dois, e sim uma só carne" (Mt 19,6). Esta união corporal vai mais além da pouco duradoura união física que ocorre no ato conjugal. Refere-se à união duradoura que se apresenta quando um homem e uma mulher, através do seu amor, concebem uma nova vida que é o matrimônio perdurável ou união dos seus corpos. Logicamente, que um homem com outro homem, ou uma mulher com outra mulher, não pode ser considerado um único corpo dessa maneira.

4) "Pois o que Deus uniu, o homem não separe" (Mt 19,6). Deus mesmo uniu em matrimônio ao homem e à mulher e, sempre que tentamos separar o que Ele uniu, estaremos fazendo por nossa própria conta e por conta da sociedade.

Em sua catequese sobre Gênesis, o Papa João Paulo II disse: "Em sua resposta aos fariseus, Jesus Cristo comenta aos interlocutores a visão total do homem, sem o qual não é possível oferecer uma resposta adequada às perguntas relacionadas com o matrimônio"

Cada um de nós está chamado a ser o eco desta Palavra de Deus em nosso momento.



terça-feira, 11 de agosto de 2020

SANTA CLARA E FRANCISCO-FILME (Comemora-se o dia da Santa Clara 11/08)



Oración a Santa Clara de Asis

Gloriosísima virgen y dignísima madre Santa Clara,
espejo clarísimo de santidad y pureza,
base firme de la más pura fe,
incendio de perfecta caridad
y erario riquísimo de todas las virtudes.
Por todos los favores
con que el Divino Esposo os colmó,
y la especial prerogativa de haber hecho vuestra alma
trono de su infinita grandeza,
alcánzanos de la inmensa piedad
que limpia nuestras almas
de las manchas y de las culpas,
y destituidas de todo efecto terreno
sean templo digno de su habitación.

También te suplicamos
por la paz y la unidad de la Iglesia Católica,
para que se conserve en su unidad de fe,
santidad y costumbres
que la hacen incontrastable
ante los esfuerzos de sus enemigos.

Y si fuese para mayor gloria de Dios
y bien espiritual mío cuanto
pido por esta oración,
vos como madre y protectora
presentad mis deseos en el despacho divino,
pues yo confío en vuestra bondad infinita
que por vuestros méritos alcanzaré
cuanto pido por esta oración,
para su mayor honra y gloria.

Amén Jesús.

TRADUÇÃO DIRETA:

Oração a Santa Clara de Assis

Gloriosa Virgem e digníssima Mãe Santa Clara,
espelho muito clara de santidade e pureza,
alicerce firme da fé mais pura,
fogo da caridade perfeita
e rico tesouro de todas as virtudes.
Para todos os favores
que têm esbanjado Esposo divino,
e a prerrogativa especial de ter feito a sua alma
trono de Sua infinita grandeza,
alcançai-nos a imensa pena
limpeza nossas almas
manchas e defeitos,
e destituídos de todo efeito de campo
são templo digno de seu quarto.

Nós também rogar
para a paz e a unidade da Igreja Católica,
a ser mantido na sua unidade de fé,
santidade e costumes
que fazem incompreensível
aos esforços de seus inimigos.

E se para a maior glória de Deus
e bem espiritual como o meu
Eu oro por esta oração,
você, como mãe e protetora
Apresentar os meus desejos no ofício divino,
pois confio na sua bondade infinita
que vai atingir seus méritos
Como eu oro por esta oração,
para sua maior honra e glória.

Amém Jesus.