"E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre". (São Lucas Lucas 1, 39 - 56) - Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria, Solenidade, Ano A - Frei Marx Rodrigues
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Evangelho (Lc 1,39-56): Naqueles dias, Maria partiu apressadamente para a região montanhosa, dirigindo-se a uma cidade de Judá. Ela entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou de alegria em seu ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com voz forte, ela exclamou: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar? Logo que a tua saudação ressoou nos meus ouvidos, o menino pulou de alegria no meu ventre. Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!».
Maria então disse: «A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque ele olhou para a humildade de sua serva. Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, porque o Poderoso fez para mim coisas grandiosas. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os que tem planos orgulhosos no coração. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos, e mandou embora os ricos de mãos vazias. Acolheu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre». Maria ficou três meses com Isabel. Depois, voltou para sua casa.
Maximiliano Kolbe nasceu em 7 de janeiro de 1894, em Zduńska-Wola, na região polonesa controlada pela Rússia. Seu pai, tecelão, e sua mãe, parteira, eram cristãos fervorosos: no Batismo, escolheram para ele o nome de Raimundo. Frequentou a escola dos franciscanos em Leópolis. Em 1910, entrou para a Ordem dos Frades Menores Conventuais, onde recebeu o nome de Maximiliano; sendo enviado primeiro a Cracóvia e, depois, para Roma, onde permaneceu seis anos, estudou Filosofia, na Pontifícia Universidade Gregoriana, e Teologia no Colégio Seráfico. Foi ordenado sacerdote em 28 de abril de 1918.
A Milícia da Imaculada
Em Roma, enquanto jogava bola em um campo ao aberto, Maximiliano começou a cuspir sangue: era tuberculose, uma doença que o acompanhou pelo resto da sua vida. Com a autorização dos Superiores, fundou a "Milícia da Imaculada", uma Associação religiosa, cujo objetivo era a conversão de todos os homens, por meio de Maria. Ao regressar a Cracóvia, na Polônia, não obstante tenha se formado com notas altas, não pôde lecionar o pregar, por causa do seu estado de saúde, pois não podia falar muito. Ainda com a permissão dos Superiores, dedicou-se à promoção da "Milícia da Imaculada", contando com numerosas adesões entre professores e estudantes da Universidade, profissionais e camponeses, e até com religiosos da sua própria Ordem.
Sucesso da revista "O Cavaleiro da Imaculada"
Durante o Natal de 1921, Padre Maximiliano Kolbe fundou, em Cracóvia, uma revista de poucas páginas intitulada "O Cavaleiro da Imaculada", para difundir o espírito da "Milícia". Tendo-se transferido para Grodno, a 600 quilômetros de Cracóvia, criou uma pequena tipografia para imprimir a revista, com máquinas antigas. Com esta iniciativa conseguiu atrair muitos jovens, desejosos de compartilhar do estilo de vida franciscano inspirado em Maria. A revista propagou-se cada vez mais. Em Varsóvia, graças à doação de um terreno pelo Conde Lubecki, Maximiliano fundou "Niepokalanów", "Cidade de Maria". O centro desenvolveu-se rapidamente: das primeiras cabanas, passou-se a construções verdadeiras; a antiga impressora foi substituída por novas técnicas de redação e imprensa. Em pouco tempo, "O Cavaleiro da Imaculada" atingiu rapidamente uma tiragem de milhões de cópias, enquanto eram criados outros sete periódicos.
A “Cidade de Maria” na Polônia e no Japão
Com o ardente desejo de expandir seu Movimento mariano para além das fronteiras da Polônia, Maximiliano Kolbe partiu para o Japão, onde fundou a "Cidade de Maria" em Nagasaki. Ali, após a explosão da primeira bomba atômica, os órfãos de Nagasaki encontraram abrigo. Padre Maximiliano colaborou com judeus, protestantes e budistas, certo de que Deus lança a semente da verdade em todas as religiões. Enfim, abriu ainda uma Casa em Ernakulam, no litoral oeste da Índia. Para se tratar da tuberculose, voltou para a sua “Niepokalanów”, na Polônia.
Niepokalanów, abrigo para refugiados e judeus
Após a invasão da Polônia, em 1° de setembro de 1939, os nazistas mandaram destruir a Niepokalanów. Os religiosos foram obrigados a deixar o centro. A eles o Padre Kolbe recomendou apenas uma coisa: "Não se esqueçam do amor". Ali permaneceram cerca de quarenta Frades, que transformaram a “Cidade de Maria” em lugar de acolhida para feridos, doentes e refugiados. Em 19 de setembro de 1939, os alemães prenderam o Padre Maximiliano Kolbe e os outros frades e os levaram para o Campo de Extermínio, de onde foram, inesperadamente, libertados no dia 8 de dezembro. Assim, retornaram para a Niepokalanów e retomaram sua atividade de assistência de cerca de 3500 refugiados, dos quais 1500 judeus. No entanto, depois de alguns meses, os refugiados foram expulsos ou presos. Por sua vez, o Padre Kolbe, ao recusar a naturalização alemã, para se salvar, foi preso em 17 de fevereiro de 1941, junto com quatro frades. Ao ser maltratado pelos guardas da prisão, foi obrigado a usar um hábito civil, porque o saio franciscano "perturbava" os nazistas. Em 28 de maio, Padre Kolbe foi deportado para o Campo de extermínio de Auschwitz. Com o número 16670, foi colocado junto com os judeus, por ser sacerdote, onde foi obrigado a trabalhos forçados, como o transporte de cadáveres para os fornos crematórios.
Vida e testemunho em Auschwitz
Sua dignidade de sacerdote encorajava os outros prisioneiros. Uma testemunha recorda: "Kolbe era um príncipe para nós". No final de julho, o Padre foi transferido para o Bloco 14, onde os prisioneiros trabalhavam na lavoura. Mas, um deles conseguiu fugir escapar. Por isso, os nazistas pegaram dez prisioneiros para morrer no “lager”. Padre Kolbe ofereceu-se para morrer no lugar de um dos "escolhidos", pai de família e companheiro de prisão. O desespero dos condenados transformou-se em oração comum, guiada pelo sacerdote. Após 14 dias, apenas quatro ficaram vivos, inclusive o Padre Maximiliano. Então, os guardas decidiram abreviar sua agonia com uma injeção letal de ácido fênico. Padre Maximiliano Kolbe estendeu seu braço, recitando a "Ave Maria"! Estas foram suas últimas palavras. Era o dia 14 de agosto de 1941.
Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu no dia 26 de maio de 1914, na Bahia, Brasil. Era a segunda filha do casal Augusto Lopes Pontes e Dulce Souza Brito, que já tinha quatro outros filhos. Sua mãe morreu aos 26 anos, quando ela tinha apenas 6 anos de idade, porém, teve uma infância feliz, com os irmãos e os parentes, que procuravam compensar a grande perda. Certo dia, a menina foi com uma tia materna visitar os pobres de um convento. Foi diante de tanta privação e sofrimento que a pequena decidiu: “Quero ser freira e dedicar minha vida aos pobres”. E isso ela nunca esqueceu.
Maria Rita se desenvolveu pouco fisicamente, tornou-se uma mulher pequenina e de aparência muito frágil. Mas aos 19 anos, após diplomar-se professora, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe e, aos 20 anos, fez sua profissão religiosa, assumindo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à mãe.
Decidida a acolher os doentes que a procuravam, Irmã Dulce os abrigava em casas abandonadas e, em seguida, saía em busca de alimentos, remédios, assistência médica e ajuda financeira dos comerciantes e pessoas amigas. Seu lema era: “Amar e servir o mais necessitado entre os necessitados, como se acolhesse o próprio Cristo”.
E, sob esse escudo, Irmã Dulce iniciou seu trabalho assistencial num albergue improvisado em 1946, no galinheiro do convento das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, para acolher 70 doentes que ela havia recolhido nas ruas de Salvador. Atualmente, a Associação Obras Sociais Irmã Dulce é a maior ONG de saúde no Norte e Nordeste e a 9ª do Brasil, atendendo, em seus onze núcleos, mais de um milhão de carentes por ano, um trabalho inteiramente gratuito. Nessas Obras Sociais estão portadores de deficiências, idosos, crianças, adolescentes, mendigos, alcoólicos, toxicômanos e todos os que vivem à margem da sociedade.
Para construir sua obra, Irmã Dulce contou com o apoio do povo baiano, de brasileiros dos diversos estados e de personalidades internacionais. No dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa São João Paulo II, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra. Quatro anos depois fundou a Associação Filhas de Maria Servas dos Pobres. E em 1988, foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz.
Em 20 de outubro de 1991, na segunda visita ao Brasil, o Papa São João Paulo II fez questão de visitar Irmã Dulce, já bastante debilitada no seu leito de enferma, no Convento Santo Antônio. Aos 13 de março de 1992, Irmã Dulce faleceu, com 77 anos de idade. A fragilidade dos últimos trinta anos da sua vida, com a saúde abalada seriamente, tinha setenta por cento da capacidade respiratória comprometida, não impediu que ela construísse e mantivesse uma das maiores e respeitadas instituições filantrópicas do país.
Por esse exemplo de vida, a Igreja Católica abriu o processo para a beatificação de Irmã Dulce, em 2000. No final da fase diocesana, após um ano e meio, o Papa São João Paulo II a distinguiu como Serva de Deus.
O Memorial Irmã Dulce guarda hoje cerca de dois mil relatos documentados de graças alcançadas por baianos, pessoas de outros Estados e até de outros países, concedidas por intercessão de Irmã Dulce, que atestam a sua fama de santidade ainda em vida e as virtudes heroicas do “Anjo Bom da Bahia”, como a freira, já no final da vida, era reconhecida.
O decreto de beatificação de Irmã Dulce foi assinado pelo Papa Bento XVI no dia 10 de dezembro de 2010, após reconhecimento de um milagre da freira. Durante o Consistório Ordinário Público realizado no dia 1º de julho de 2019, o Papa Francisco anunciou que Irmã Dulce e outros quatro beatos serão canonizados,no Vaticano, durante o Sínodo para a Amazônia.
No dia 13 de outubro de 2019, em uma cerimônia presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano, Irmã Dulce foi proclamada “Santa Dulce dos Pobres”, tornando-se a primeira santa brasileira.
Santa Dulce dos Pobres tem sua data no calendário litúrgico no dia 13 de agosto. 🙏♥️ VEJA COMO FOI A CANONIZAÇÃO !
No episódio #51 do Compadre Francisco, vamos conhecer mais sobre o Capítulo das Esteiras, celebrado como um grande momento jubilar da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.
Conversamos com Frei Diego Melo, que nos ajuda a compreender o significado do Capítulo das Esteiras, e com Frei Bruno Almeida, que fala sobre a Profissão Solene vivida durante essa celebração. Um encontro marcado pela alegria de celebrar os 350 anos da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil e os 800 anos da Páscoa de São Francisco de Assis.
"Ó Santa Clara, clareia nossa vida, luz da esperança, chama abençoada! Ilumina a mente, ilumina o olhar, Santa Clara, vem nos abençoar!" 🕯️✨🙏
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Em comemoração à festa de Santa Clara de Assis, padroeira da televisão, da comunicação e protetora da visão, apresentamos este emocionante Hino a Santa Clara de Assis.
Seguidora fiel de São Francisco de Assis na pobreza, na humildade e no amor a Deus, Santa Clara nos ensina o poder da oração e da coragem. Com o Santíssimo Ostensório em mãos, protegeu seu convento e a cidade sem nada temer, mostrando que a fé vence todo o medo e afasta qualquer escuridão.
Destaques da Canção:
O Exemplo Franciscano: A entrega serena, o amor à pobreza e a busca pela paz sincera no silêncio do lar.
Protetora da Visão: Um pedido de iluminação para a visão física e espiritual, trazendo clareza para enxergar Deus em toda a criação.
Versos Declamados: Reflexão sobre a força, o consolo e o milagre da oração que alcança os céus.
Que a luz de Santa Clara clareie os seus caminhos, proteja a sua família e renove a sua fé!
🕯️ MINHA ORAÇÃO: Você precisa de clareza em alguma decisão ou pede a proteção de Santa Clara para a sua visão e de sua família? Deixe o seu nome nos comentários. Escreva também: "Santa Clara, clareia a minha vida e ilumina o meu olhar!"
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No 11º e último episódio da 5ª edição da série "Clara por Claras", celebramos a festa de Santa Clara de Assis com um episódio especial dedicado à vocação contemplativa.
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As Irmãs Clarissas partilham suas experiências, respondem a perguntas sobre o chamado vocacional e deixam um convite para quem deseja descobrir os caminhos que Deus prepara para sua vida.
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No final, um momento especial de canto e a Bênção de Santa Clara.
Feliz Dia de Santa Clara! Que seu testemunho continue despertando novos corações para o Evangelho.
Neste dia 11 de agosto, celebramos Santa Clara de Assis, uma das grandes referências da espiritualidade franciscana e companheira de caminhada de São Francisco de Assis.
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Por ocasião desta data, o Ministro Provincial, Frei Paulo Roberto Pereira, deixa uma mensagem sobre a vida e o carisma de Santa Clara, recordando a força de seu testemunho e sua contribuição para a espiritualidade franciscana.
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Que Santa Clara interceda por nós e nos ajude a viver o Evangelho com simplicidade, fé e fidelidade.
Santa Clara de Assis, rogai por nós!
No décimo episódio da 5ª edição da série "Clara por Claras", Fansuele Marques da Cruz partilha uma história de superação e chamado: um caminho marcado por desafios que a conduziu ao encontro com Deus e à descoberta da vocação contemplativa.
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Do passado ao presente, seu testemunho revela como a graça de Deus pode abrir novos caminhos e transformar uma vida por meio da fé, da esperança e do discernimento vocacional. Uma história de recomeço, entrega e vocação que convida a acreditar na força transformadora de Deus.
No nono episódio da 5ª edição da série "Clara por Claras", Ir. Maria Angela da Apresentação reflete sobre a esperança que brota da vida contemplativa e ilumina o mundo de hoje.
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Em meio aos desafios, incertezas e inquietações do nosso tempo, o testemunho das Irmãs Clarissas recorda que a verdadeira esperança nasce da confiança em Deus, da perseverança na oração e do amor que transforma os corações.
Confira a reflexão de Frei Marx Rodrigues dos Reis para o 19º Domingo do Tempo Comum, Ano A, no programa “Caminhos do Evangelho”. Uma oportunidade para aprofundar a Palavra de Deus e iluminar a caminhada de fé.
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Evangelho (Mt 14,22-33): Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho. O barco, entretanto, já longe da terra, era atormentado pelas ondas, pois o vento era contrário. . Nas últimas horas da noite, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: «É um fantasma». E gritaram de medo. Mas Jesus logo lhes falou: «Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!». Então Pedro lhe disse: «Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água». Ele respondeu: «Vem!». Pedro desceu do barco e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: «Senhor, salva-me!». Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse: «Homem de pouca fé, por que duvidaste?».Assim que subiram no barco, o vento cessou. Os que estavam no barco ajoelharam-se diante dele, dizendo: «Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!».
No oitavo episódio da 5ª edição da série "Clara por Claras", Ir. Maria Cristiane da Eucaristia fala sobre a missão das Irmãs Clarissas junto à Fazenda da Esperança.
Mesmo na vida contemplativa, a oração ultrapassa os muros do Mosteiro e alcança aqueles que mais necessitam de esperança. Em comunhão com a Fazenda da Esperança, as Clarissas sustentam, com sua intercessão e testemunho, homens e mulheres que buscam uma vida nova.
Descubra como a força da oração e da vida contemplativa se torna sinal de esperança e transformação para tantas pessoas.
No sétimo episódio da 5ª edição da série "Clara por Claras", Ir. Maria Antonieta de Jesus reflete sobre a alegria da pobreza evangélica, um dos pilares da espiritualidade de Santa Clara.
Mais do que renunciar aos bens materiais, a pobreza evangélica é um caminho de confiança em Deus, liberdade interior e partilha. É descobrir que a verdadeira riqueza está em Cristo e no amor vivido com simplicidade.
Um dos destaques da noite ocorreu durante a leitura do relato de São Boaventura sobre os últimos momentos de São Francisco.
O texto recorda que, antes de morrer, o santo pediu que fosse proclamado o Evangelho de São João e, em seguida, entregou sua vida ao Senhor rezando e cantando um salmo.
Como o carisma de São Francisco continua tão atual, mesmo depois de 800 anos de sua passagem?
Neste episódio, conversamos com representantes do SEFRAS sobre a presença franciscana em meio aos desafios da maior cidade do Brasil.
A missão junto às pessoas em situação de vulnerabilidade, os serviços oferecidos, a promoção da dignidade humana e a espiritualidade que sustenta esse trabalho revelam como a esperança e a solidariedade continuam transformando vidas.
Assista, inspire-se e descubra a força do Evangelho vivido no cotidiano.
Em uma mensagem dirigida aos frades, religiosas, leigas e leigos reunidos no Capítulo das Esteiras, o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei Massimo Fusarelli, convida toda a Família Franciscana a viver este momento como um chamado à renovação da missão.
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Inspirado pelo espírito de São Francisco de Assis, Frei Massimo recorda que “nada devemos guardar para nós mesmos”. A vocação franciscana é um convite à entrega total, ao dom de si e ao serviço do Evangelho.
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Ao recordar os 350 anos da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, ele presta homenagem às gerações de frades que anunciaram Cristo e plantaram o Evangelho no coração do Brasil. Mais do que celebrar uma história, o Ministro Geral convida todos a fazer dessa herança uma memória viva, capaz de inspirar novas respostas ao chamado de Deus.
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Diretamente da Porciúncula, lugar onde nasceu o carisma franciscano, Frei Massimo envia seu abraço fraterno e sua bênção a todos os participantes deste importante encontro.
Durante o Capítulo das Esteiras 2026, a TV Celinauta entrevistou o Vigário Provincial, Frei Gustavo Medella, sobre a compreensão franciscana da morte à luz dos 800 anos da Páscoa de São Francisco de Assis.
Na conversa com a repórter Adriana Loduvichak, o frade refletiu sobre a esperança cristã diante da morte, o sentido da expressão “irmã morte corporal”, a experiência do luto e algumas mensagens do seu livro “Há vida após o luto”.