"SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ".

Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida de S. Francisco - 1Cel 84)

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você está fazendo o impossível.São Francisco de Assis"

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Francisco de Assis, visitado pelo Senhor

Diz a Legenda dos Três Companheiros: “Quando, já refeitos, saíram de casa e os companheiros todos juntos o precediam, indo pela cidade a cantar, ele, levando o báculo na mão como senhor, ia um pouco atrás deles, não cantado, mas meditando com mais diligência. E eis que subitamente é visitado pelo Senhor, seu coração fica repleto de tão grande doçura que ele não podia falar, sentir nem se mover, e nada mais conseguia sentir ou ouvir, a não ser aquela doçura que de tal modo o alienara dos sentidos corporais que, - como ele disse posteriormente – se naquele momento tivesse sido todo cortado em pedaços, não teria podido mover-se do lugar” ( 3Comp III, 3-4 ).
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Em muitos e muitos momentos de sua vida, Francisco de Assis entrou num recolhimento necessário. Saiu dos tumultos do mundo para concentrar-se em estar mais perto do seu Senhor. Numa busca fervorosa, as respostas vão tornando-se mais claras. É uma passagem mística! E a passagem mística significa de uma experiência que se tem escolher com mais intensidade, escolher o melhor, escolher com exatidão o que é o Espírito do Senhor e o seu santo modo de operar e recolher-se mais na exatidão do que o Espírito do Senhor está pedindo. É o instante de intimidade que irrompe no coração.
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Ser visitado pelo Senhor, ser visitado pela inspiração, ser visitado pelo amor. É aquele momento que instaura uma vontade de existir na doçura do Senhor. A partir de então, Francisco de Assis fala com a suavidade do Senhor. Doçura é contraste com a aridez, doçura é contrário de vazio, do sem sentido. Ao encontrar o instante da graça que toma conta de todo ser, Francisco de Assis procura não perder este momento, e guarda o suave, hospeda a calma e, na serenidade, tem as melhores palavras, atos e presença. Na paz que isto traz percebe melhor a verdade de todas as coisas. Começa a falar com a tranquilidade do Senhor. Vai mais para dentro de si, torna-se rigoroso na busca, mas muito cordial com tudo e todos. Encontra a nova medida do agradável. Experimenta o serviço abnegado ao desprezível.
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Ser visitado pelo Senhor é a doçura do enamoramento, a medida exata do modo de amar, servir e trabalhar; é ter a coragem de ser diferente, de ser despertado por uma grande afeição. Ser visitado pelo Senhor traz para Francisco o sabor suave da vida. Atentos a esta experiência vamos também experimentá-la em nós.

FREI VITÓRIO MAZZUCO


quarta-feira, 7 de junho de 2017

É verdade que São Francisco “enxergava” a consciência dos outros?


Conta-se que ele sabia, por divina revelação, de todos os méritos e virtudes de seus companheiros
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Só Deus conhece o que há no coração e na mente de cada pessoa. Contam-se muitas histórias sobre dons e graças particulares concedidos aos grandes santos: muitas dessas histórias são verificáveis porque se dispõe de testemunhos históricos. Outras, porém, chegaram até nós mediante relatos e pontos de vista de terceiros, sendo muito mais difíceis de “comprovar”. Como quer que seja, Deus é infinitamente capaz de dar os dons que quiser a quem bem quiser. E, de São Francisco de Assis, um dos dons que se contam é o de que podia saber dos méritos e também defeitos dos seus companheiros, conforme se vê no seguinte excerto dos famosos “Fioretti“, ou relatos poéticos sobre a vida do Pobrezinho de Assis, escritos e retransmitidos desde a Idade Média:
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Como Nosso Senhor Jesus Cristo disse no Evangelho: “Eu conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem”, assim o bem-aventurado Pai São Francisco, como bom pastor, sabia por divina revelação de todos os méritos e virtudes de seus companheiros, e assim conhecia seus defeitos.
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Razão pela qual ele sabia prover com ótimo remédio, isto é, humilhando os soberbos e exaltando os humildes, vituperando os vícios, louvando as virtudes; como se lê nas admiráveis revelações que tivera daquela sua primitiva família.
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Entre as quais se fala que uma vez estando São Francisco com a dita família em um convento a tratar de Deus, e Frei Rufino não estando com eles naquela conversação, mas estava na floresta em contemplação.
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Continuando a conversação sobre Deus, eis que Frei Rufino sai da floresta e passa um pouco diante deles. Então São Francisco, vendo-o, voltou-se para os companheiros e lhes perguntou dizendo-lhes:
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“Dizei-me qual acreditais que seja a mais santa alma, a qual Deus tenha agora no mundo?”
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E respondendo-lhe acreditarem que fosse a dele, São Francisco lhes disse:
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“Caríssimos irmãos, eu próprio sou o homem mais indigno e mais vil que Deus tem neste mundo; mas vedes aquele Frei Rufino, o qual sai agora da floresta? Deus me revelou que a alma dele é uma das três mais santas almas que Deus tem neste mundo; e firmemente vos digo que não duvidarei de chamar-lhe em vida São Rufino, porque sua alma está confirmada em graça e santificada e canonizada no céu por Nosso Senhor Jesus Cristo”.
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E estas palavras não dizia São Francisco em presença do dito Frei Rufino.
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Igualmente, como São Francisco conhecia os defeitos de seus frades, compreende-se claramente em Frei Elias, ao qual muitas vezes repreendia pela sua soberba, e em Frei João da Capela, ao qual predisse que se devia enforcar, e naquele frade a quem o demônio apertava a garganta ao ser repreendido por desobediência, e em muitos outros frades, cujos defeitos ocultos e virtudes conhecia pela revelação de Cristo bendito.

Amém
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Dos “Fioretti” de São Francisco, mediante o blog Contos e Lendas Medievais
https://pt.aleteia.org/


domingo, 4 de junho de 2017

5 coisas que todo católico deve saber sobre o Espírito Santo


Pentecostes é o dia em que os cristãos recordam quando Jesus, depois de sua Ascensão ao céu, enviou o Espírito Santo aos seus discípulos. Posteriormente, os apóstolos saíram às ruas de Jerusalém e começaram a pregar o Evangelho e “os que receberam a sua palavra foram batizados. E naquele dia elevou-se a mais ou menos três mil o número dos adeptos”.
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A seguir, são apresentados alguns pontos para entender quem é o Espírito Santo.
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1. O Espírito Santo é uma pessoa
O Espírito Santo não é uma “coisa” ou um “que”, o Espírito Santo é um “Ele” e um “quem”. Ele é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. Embora possa parecer mais misterioso que o Pai e o Filho, é tão pessoa quanto eles.
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2. É completamente Deus
Que o Espírito Santo seja “terceira pessoa da Trindade” não significa que seja inferior ao Pai ou ao Filho. As três pessoas, incluindo o Espírito Santo, são totalmente Deus e “há uma mesma divindade, igual em glória e coeterna majestade”, como diz o Credo de Atanásio.
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3. Sempre existiu, inclusive nos tempos do Antigo Testamento
Embora tenhamos aprendido a maioria das coisas sobre Deus-Espírito Santo (assim como sobre Deus-Filho) no Novo Testamento, Este sempre existiu. Deus existe eternamente em três pessoas. Assim, quando ler acerca de Deus no Antigo Testamento, recorde que se trata das três pessoas da Trindade, entre eles o Espírito Santo.
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4. No Batismo e na Crisma se recebe o Espírito Santo
O Espírito Santo pode estar ativo no mundo de formas misteriosas e que nem sempre se compreendem. Entretanto, uma pessoa recebe o Espírito Santo de uma maneira especial pela primeira vez no Batismo (At 2,38) e, depois, é fortalecido com seus dons na Crisma.
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5. Os cristãos são templos do Espírito Santo
Os cristãos têm o Espírito Santo, que habita neles de uma maneira especial e, portanto, existem graves consequências morais como explica São Paulo:
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“Fuja da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”.

Via ACI Digital
http://www.acidigital.com



ORAÇÃO PELOS DONS DO ESPÍRITO SANTO


Espírito Santo concedei-me o dom da sabedoria, a fim de cada vez mais aprecie as coisas divinas e abrasado pelo fogo de vosso amor prefira com alegria as coisas do céu a tudo que é mundano e me una para sempre a Cristo, sofrendo por este mundo por seu amor.
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Espírito Santo, concedei-me o dom da inteligência para que, iluminado pela luz celeste de Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina da santa religião.
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Espírito Santo, concedei-me o Dom do conselho tão necessário nos melindrosos passos da vida, para que escolha sempre aquilo que mais Vos seja do agrado, siga em tudo Vossa divina graça e saiba socorrer meu próximo com bons conselhos.
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Espírito Santo, concedei-me o dom da fortaleza para que despreze todo respeito humano, fuja do pecado, pratique as virtudes com santo fervor, e afronte com paciência e mesmo alegria do espírito o desprezo, o prejuízo, as perseguições e a própria morte, antes renegar por palavra e obra a Cristo.
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Espírito Santo, concedei-me o dom da ciência para que conheça mais a minha própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude e o valor inestimável da alma e para que veja claramente as ciladas do demônio, da carne, do mundo, a fim de as evitar.
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Espírito Santo, concedei-me o dom da piedade que me tornará delicioso o trato e colóquio Convosco na oração e me fará amar a Deus com intimo amor como a meu Pai, Maria Santíssima e a todos os homens como meus irmãos, em Jesus Cristo.
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Espírito Santo, concede-me o dom do temor de Deus para que eu me lembre sempre, com suma reverência e profundo respeito, a Vossa divina presença, trema como os mesmos anjos diante de Vossa divina majestade e nada receie tanto quanto desagradar Vossos santos olhos.
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Vinde, Espírito Santo, ficai comigo e derramai sobre mim Vossas divinas bênçãos. 
Em nome de Jesus. Amém.


Oração retirada do Facebook de amiga Sherb Fernandes 


Solenidade de Pentecostes: "Assim como o Pai me enviou, eu vos envio"


Solenidade de Pentecostes

(RV) - «O autor do Evangelho deste domingo, João Evangelista, nos diz que a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos se deu no dia de Páscoa.

Ele desejava fazer-nos compreender que o Espírito que conduziu Jesus para sua missão de salvar a Humanidade é o mesmo que agora conduz a Igreja, comunidade dos seguidores de Jesus, na continuidade da mesma missão. A Igreja torna presente, na História, o Cristo Redentor.
Quando os discípulos, à tarde do primeiro dia da semana, estão reunidos o Senhor aparece no meio deles e lhes comunica a paz. Mostra-lhes os sinais de seus sofrimentos para lhes dizer que, apesar de seu aspecto glorioso, a memória da paixão não poderá ser deixada de lado, que a glória veio através da cruz.
Estamos no primeiro dia da semana, não nos esqueçamos. Exatamente com esse sentido do novo, do novo pós pascal, isto é, do novo eterno, que não caduca, que não envelhece, Jesus faz a nova criação soprando o Espírito sobre seus seguidores. É uma referência à criação do homem, relatada no cap. 2º, vers. 7 do Gênesis, quando diz que Deus soprou em suas narinas o hálito de vida e o homem passou a viver. No relato desse fato na tarde pascal, temos a criação da Comunidade Cristã.
A missão é dada logo em seguida: perdoar os pecados e até retê-los, se for o caso. Pecado é aquilo que impede a realização do projeto do Pai, que é a felicidade do ser humano. Ora, perdoar os pecados significa lutar para que os planos de Deus cheguem à sua concretização e, evidentemente, devolvendo àquele que está arrependido de suas ações contrárias a esse plano, a reconciliação.
Pelo batismo e pela crisma fazemos parte dessa comunidade que deve continuar a missão redentora de Jesus. Que honra!
Que nossas ações, seja na família, no trabalho ou no meio dos amigos, colaborem com a alegria e felicidade daqueles que nos cercam. Assim estaremos dando glória a Deus, pois a glória de Deus é a felicidade do homem».

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para a Solenidade de Pentecostes)

Via Radio Vaticano
http://br.radiovaticana.va

Caminhos do Evangelho - Solenidade de Pentecostes



Acompanhe a reflexão de Frei Gustavo Medella, OFM para este domingo, em que celebramos a Solenidade de Pentecostes.


domingo, 16 de abril de 2017

A EVANGELIZAÇÃO DEVE SER RESPEITOSA E HUMILDE: Papa Francisco

                        Foto ilustrativa-Internet 

Cidade do Vaticano – Nesta Quinta-feira Santa, 13, primeiro dia do Tríduo Pascal, o Papa Francisco celebrou a missa do Crisma na Basílica de São Pedro.
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No dia em que a Igreja recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio, a homilia do Papa começou precisamente com a afirmação que “assim como o Senhor foi ungido pelo Espírito, os sacerdotes, ungidos em seus pecados com o óleo do perdão e no seu carisma com o óleo da missão, devem ungir os outros”.
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E como Jesus – continuou o Papa – o sacerdote torna jubiloso o anúncio com toda a sua pessoa. “Com a Palavra com que o Senhor o tocou, deve fazê-lo com a alegria que toca o coração do seu povo!”. Para o Pontífice, o anúncio da Boa Nova contém algo que compreende em si a alegria do Evangelho, porque é jubilosa em si mesma.
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O Papa especificou ainda que as três graças do Evangelho: 
a sua Verdade – não negociável –, 
a sua Misericórdia – incondicional com todos os pecadores – 
e a sua Alegria – íntima e inclusiva, não podem ser separadas.
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“Nunca a verdade da Boa-Nova poderá ser apenas uma verdade abstrata; nunca a misericórdia da Boa-Nova poderá ser uma falsa compaixão, que deixa o pecador na sua miséria, não lhe dando a mão para se levantar; e enfim, nunca a Boa-Nova poderá ser triste ou neutra, porque é expressão de uma alegria inteiramente pessoal: ‘a alegria dum Pai que não quer que se perca nenhum dos seus pequeninos’”.
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Em seguida, o Papa apresentou aos sacerdotes “três ícones de odres novos em que a Boa-Nova se conserva bem”:
O primeiro são as talhas de pedra das bodas de Caná, que bem espelham o Odre perfeito que é Nossa Senhora, a Virgem Maria; 
o segundo é o cântaro que a Samaritana trazia à cabeça, que expressa uma questão essencial: ser concreto. 
E o terceiro ícone da Boa-Nova é o Odre imenso do Coração trespassado do Senhor: integridade suave, humilde e pobre, que atrai todos a Si.
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“Dele devemos aprender que, anunciar uma grande alegria àqueles que são muito pobres, só se pode fazer de forma respeitosa e humilde, até à humilhação. A evangelização não pode ser presunçosa. Não pode ser rígida a integridade da verdade. Esta integridade suave dá alegria aos pobres e reanima os pecadores”, concluiu o Pontífice.

http://www.pvf.com.br


sábado, 15 de abril de 2017

Feliz Páscoa



Mensagem do Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemmel, para a Páscoa.
Que Deus os abençoe, Paz e Bem!


Caminhos do Evangelho - Vigília Pascal



No Caminhos do Evangelho de hoje, Frei Valdecir Schwambach fala sobre a celebração da Vigília Pascal e a importância dos seus símbolos.

sábado, 8 de abril de 2017

Como São Francisco fez uma Quaresma numa ilha do lago de Perusa, onde jejuou quarenta dias e quarenta noites, e não comeu mais do que meio pão.

Deus Pai quis fazer de São Francisco, o servo verdadeiro de Cristo, porque em algumas coisas foi como um outro Cristo, dado ao mundo para a salvação das pessoas, conforme e semelhante ao seu Filho Jesus Cristo, como nos demonstra no venerável colégio dos doze companheiros e no admirável mistério dos sagrados Estigmas, como no jejum contínuo da santa Quaresma, que ele fez do seguinte modo.  

Estando uma vez São Francisco,no dia do carnaval, ao lado do lago de Perusa, na casa de um seu devoto, com quem tinha se hospedado à noite, foi inspirado por Deus que fosse fazer aquela Quaresma numa ilha do lago. Por isso, São Francisco pediu a esse seu devoto que por amor de Cristo o levasse com a sua barca a uma ilha do lago onde não morasse ninguém, e fizesse isso na noite do dia de Cinzas, de modo que ninguém se desse conta. E ele, por amor da grande devoção que tinha por São Francisco, atendeu solicitamente ao seu pedido e o levou para a dita ilha; e São Francisco não levou consigo a não ser dois pãezinhos.  

E quando chegou à ilha e o amigo estava partindo para voltar para casa, São Francisco pediu-lhe encarecidamente que não revelasse a ninguém como ele estava lá, e que não viesse busca-lo a não ser na Quinta-feira Santa. E assim ele partiu, e São Francisco ficou sozinho.  

E como não havia nenhuma habitação em que pudesse abrigar-se, entrou num bosque muito espesso, que ameixeiras e arbustos tinham ajeitado como um ninho ou como uma cabaninha; e nesse lugar pôs-se a rezar e a contemplar as coisas celestiais.

 E esteve aí durante toda a Quaresma, sem comer nem beber, a não ser a metade de um dos pãezinhos, como descobriu o seu devoto na Quinta-feira Santa, quando voltou a ele; o qual encontrou, dos dois pãezinhos, um e meio; e a outra metade se acredita que São Francisco comeu por devoção ao jejum de Cristo bendito, que jejuou quarenta dias e quarenta noites sem tomar nenhum alimento material. E assim, com aquele meio pão, afastou de si o veneno da vanglória e, a exemplo de Cristo, e jejuou quarenta dias e quarenta noites.  

Depois, naquele lugar em que São Francisco tinha feito uma abstinência tão maravilhosa, Deus fez muitos milagres pelos seus méritos. Por isso, os homens começaram a construir casas lá e a morar nelas; e em pouco tempo fez-se um castelo bom e grande, e aí está o lugar dos frades, que se chama lugar da ilha. E os homens e mulheres daquele castelo ainda têm grande reverência e devoção por aquele lugar onde São Francisco fez a referida quaresma.  

Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco.

Amém.

I Fioretti capitulo VII


DA VISÃO DE FREI JOÃO DO ALVERNE, NA QUAL CONHECEU TODA A ORDEM DA SANTA TRINDADE. I Fioretti de São Francisco de Assis: Capítulo LII

O sobredito Frei João do Alverne, porque já tinha afogado perfeitamente todo amor e tentação mundana e temporal, e tinha posto em Deus todo o seu amor e toda a sua esperança, dava-lhe a divina bondade maravilhosas consolações e revelações, especialmente nas solenidades de Cristo.
Daí, aproximando-se uma vez a solenidade do Nascimento de Cristo, em que de certo ele esperava consolação de Deus pela doce humanidade de Jesus, o Espírito Santo colocou em seu ânimo tão grande e excessivo amor e fervor da caridade de Cristo, pela qual ele se havia humilhado para assumir nossa humanidade, que na verdade parecia-lhe que a alma lhe tivesse sido tirada do corpo e estivesse queimando como uma fornalha.
Não podendo sofrer esse ardor, angustiava-se e se derretia todo, gritando em alta voz, pois que pelo ímpeto do Espírito Santo e pelo grande fervor do amor, não podia conter-se em gritar. E na hora daquele fervor desmesurado, vinha-lhe também uma esperança tão certa e forte de sua salvação que, por nada deste mundo acreditava que, se morresse nessa ocasião, deveria passar pelo purgatório. E esse amor permaneceu nele bem seis meses, ainda que o excessivo ardor não fosse contínuo, mas vinha em certas horas do dia.
Nesse tempo recebeu maravilhosas visitas e consolações de Deus. E muitas vezes foi arrebatado, como viu o frade que escreveu estas coisas pela primeira vez. Entre elas, uma vez foi tão elevado e arrebatado em Deus, que viu no Criador todas as coisas criadas, celestiais e terrenas, e todas as suas perfeições, graus e ordens distintas. E então ficou sabendo claramente como toda coisa criada se apresentava ao seu Criador, e como Deus está acima, dentro, fora e ao lado de todas as coisas criadas.
Também ficou conhecendo um Deus em três pessoas e três pessoas em um Deus, e a infinita caridade que fez o Filho de Deus encarnar-se por obediência ao Pai.
E finalmente ficou sabendo naquela visão como não havia nenhum outro caminho pelo qual a alma pudesse ir para Deus e ter a vida eterna, a não ser por Cristo bendito, que é caminho, verdade e vida da alma.

Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco.
Amém.

Franciscanismo


quarta-feira, 1 de março de 2017

Hino Oficial da Campanha da Fraternidade 2017 - Cultivar e guardar a criação




FONTE VÍDEO: Franciscanos Rondinha

Tema: 
“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”
Lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15)


HINO OFICIAL DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

Letra: Padre José Antônio de Oliveira
Música: Wanderson Luiz Freitas

Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão.
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de "cultivar e bem guardar a criação."
Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,
chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)
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Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom.
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Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos - da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.
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Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração,
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.
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Se contemplamos essa "mãe" com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção.
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Que entre nós cresça uma nova ecologia,
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

sábado, 28 de janeiro de 2017

Missões Franciscanas da Juventude Oficial



Confira o vídeo oficial das Missões Franciscanas da Juventude, que aconteceu em Curitiba (PR), entre os dias 19 a 22 de janeiro de 2017!
" A próxima sede da Missões Franciscanas da Juventude será em AGUDOS E BAURU -SP entre os dias 18 e 21 de janeiro de 2018. "

Franciscanos Rondinha


Abraçar e seguir o Projeto de Deus, pede Vigário Provincial (Clique e veja a página completa)

Érika Augusto (texto e fotos)
Frei Leandro Costa, Frei Augusto Luiz Gabriel e Bruna Oliveira (fotos)

Neste domingo, 22/01/2017, os quase 500 jovens missionários que estavam espalhados pela grande Curitiba voltaram a se reunir na igreja Bom Jesus dos Perdões, na região central da capital paranaense, para celebrar a Eucaristia de encerramento da 4ª edição das Missões Franciscanas da Juventude.
A missa foi presidida por Frei César Külkamp, Vigário Provincial, Frei João Mannes, Definidor Provincial e Presidente da Associação Bom Jesus, Frei Alexandre Magno, pároco da Bom Jesus, e outros frades, religiosos e religiosas que estiveram presentes em todos os momentos das Missões Franciscanas. A bonita igreja ficou tomada de jovens missionários, que dividiam espaço com as famílias acolhedoras e outros paroquianos. O clima era de festa!
Em sua homilia, Frei César destacou que eles estavam celebrando não apenas o encerramento de um evento. “Nós não estamos reunidos em Curitiba apenas para um evento, apenas para um momento forte de emoções. Nós estamos aqui para fazer brilhar mais forte em nossos corações a luz da qual a Palavra de Deus nos fala: ‘Para o povo que habitava nas trevas, brilhou uma luz’”, afirmou.

Jesus que convida a cada um/a

O Evangelho deste 3º domingo do Tempo Comum, retirado de Mt 4, 12-23, fala do chamado dos primeiros discípulos, um tema muito tocante para a juventude. “Os discípulos Ele vai escolhendo, começa a chamá-los, ali naquele lugar. E não eram pessoas mais ilustres, não eram as pessoas mais influentes, poderosas. Ele escolhe homens simples, do povo, pescadores. Ali Ele chama Pedro e André”, acrescentou.
O Vigário Provincial recordou as palavras do Papa Francisco, ao criticar as pessoas que parecem anestesiadas diante da realidade, insensíveis, por causa do consumismo, das tecnologias e de outras coisas, que quando usadas corretamente são boas, mas que distraem do foco principal e nos faz esquecer o mais importante: o nosso próximo. “Cristo se apresenta como a luz que traz esperança, que traz um sentido novo para a nossa vida. Nós nos reunimos neste tempo para nos deixarmos iluminar, tocar por essa luz. A luz da verdade, a luz da fé, a luz que torna a nossa vida totalmente diferente, dá um sentido totalmente novo”, disse Frei César.
“Hoje também Ele nos convida para sermos seus discípulos. E o que significa ser discípulo hoje? Significa escutar com muita atenção à Sua Palavra, Seus ensinamentos, descobrir no Evangelho esta luz da fé, esta luz da verdade. , acrescentou Frei César, que disse ainda que durante as missões os jovens já puderam fazer esta experiência, ao fazerem o gesto do lava-pés.
Frei César agradeceu aos jovens pela presença e, ao receber aplausos dos jovens, disse que não eram para ele, mas que estes aplausos eram para toda a Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.

Frei Diego chama os jovens a refletirem sobre a causa de tantos problemas

Após a missa, os jovens seguiram para o ginásio, onde voltaram a se encontrar com os grupos das experiências, para avaliarem as missões. Os grupos falaram no plenário sobre as experiências vividas.
Ao final, Frei Diego provocou os jovens a não ficarem somente no campo sentimental, mas se questionarem o por que dos problemas sociais. “Aquela ocupação é fruto de um sistema, que gera pobres, é fruto de um sistema que exclui as pessoas, a gente precisa se dar conta disso. Isso não cai do dia pra noite, é importante a gente ter formação. A gente precisa ter essa leitura, essa visão, de que a missão nós podemos fazê-la com um alcance muito maior se a gente criar esse senso crítico”, acrescentou, falando sobre uma ocupação que os missionários visitaram.
O coordenador do SAV, que esteve na experiência no bairro Sabará, afirmou que uma das partilhas que ouviu o tocou muito, quando uma jovem dizia que estava saindo de lá angustiada. “Que a angústia se transforme no desejo de conhecer esta realidade, entender e procurar mudá-la, e aí assim a nossa missão vai ser maior ainda”, afirmou. Frei Diego falou ainda sobre as dúvidas que nascem no coração e na cabeça dos jovens diante de tantas informações. “Quando vocês tiverem dúvidas, façam a opção pelos pobres e mais fracos, pelas minorias”, concluiu.

A experiência ecumênica das Missões

Uma das características que tem se repetido nas atividades promovidas pelo SAV é a procura de participantes de outras confissões religiosas. Nestas Missões, 3 pessoas eram de igrejas evangélicas, e viveram intensamente a experiência, como foi o caso da Karina Costa, que foi participar a convite de seu irmão, Frei Leandro Costa, que agora reside em Vila Velha (ES). Ela é membro da Assembleia de Deus, do Ministério AD Promessa, e afirmou que foram dias inesquecíveis. “Quando a gente fala de construção, a gente pensa sempre que precisamos de outros elementos e ferramentas. A gente tem o cimento, tem areia, parafuso, madeira. Eu vejo isso na missão, cada um com sua função e sua importância”, afirmou.

VEJA A ENTREVISTA:


Outra participação que teve destaque foi a do Alciney e do Maciel, de Chopinzinho. Alciney é deficiente visual, e participou de todos os momentos, com a valiosa ajuda do Maciel. Os dois foram chamados ao palco para receber o carinho dos participantes. Mariana Rogoski, da equipe de preparação das Missões, falou sobre o cuidado de Maciel com o amigo, sempre acompanhando-o. Em sua simplicidade, Maciel agradeceu e pediu que o Senhor retribuísse a todos. Alciney partilhou sua experiência missionária, destacando que para ele foi fundamental ter ficado no centro, pois teve contato com uma realidade que não existe em Chopinzinho, as pessoas em situação de rua. “Eu, como cego, faço muitas coisas de ruim. Eu reclamo por nada e ontem, eu ajudando a entregar as frutas, muitos, só pelo gesto de dar a mão, um sorriso, ficavam agradecidos”, afirmou o jovem, que conseguiu a última vaga na caravana que viria para as Missões.

No encerramento, Frei Diego agradeceu a comissão que ajudou durante todo o processo de planejamento e preparação das Missões em Curitiba. Emocionado, Frei Diego agradeceu também ao Frei Gabriel Dellandrea, que passou a integrar a equipe do SAV. Falando sobre as Missões, o coordenador destacou a abertura dos participantes ao abraçarem o que foi proposto pela comissão organizadora. “Sem medo, com muita disposição, com muita alegria, eles abraçaram de fato tudo o que era proposto”, afirmou.

Como muitos disseram, ao sair de Curitiba nasce uma nova missão e uma realidade desafiadora na realidade de cada um. “Um grande desafio para a juventude de hoje é redescobrir o seu protagonismo na sua própria comunidade, na evangelização, descobrir a importância que tem o seu modo de pensar, o seu jeito de ser Igreja. É um grande desafio para os jovens e também para as comunidades, de aceitá-los com as suas riquezas e com os seus questionamentos”, ponderou.

Um dos momentos mais aguardados foi o anúncio da sede das próximas missões. Os jovens curitibanos passaram o tau da juventude, símbolo das missões, para os jovens de Agudos e Bauru, as cidades que receberão as Missões Franciscanas da Juventude entre os dias 18 e 21 de janeiro de 2018.

Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Os Fioretti de São Francisco – Capítulo 2

De Frei Bernardo de Quintavale, primeiro companheiro de S. Francisco

O primeiro companheiro de S. Francisco foi Frei Bernardo de Assis, o qual assim se converteu. Trazendo S. Francisco ainda vestes seculares, embora já houvesse renegado o mundo, e andando todo desprezível e mortificado pela penitência de modo a ser tido por muitos como estúpido e escarnecido como louco, perseguido com pedradas e lodo por seus parentes e por estranhos, e passando pacientemente, por entre injúrias e zombarias, como surdo e mudo: monsior Bernardo de Assis, que era um dos mais nobres e ricos e sábios da cidade, começou sabiamente a considerar em S. Francisco o tão excessivo desprezo, a grande paciência nas injúrias e que, havia dois anos já assim abominado e desprezado por todos, parecia sempre mais constante e paciente, começou a pensar e a dizer de si para consigo: “Não posso compreender que este Francisco não possua grande graça de Deus”; e o convidou para cear e dormir em sua casa; e S. Francisco aceitou, e ceou e dormiu em casa dele.
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E monsior Bernardo encheu o coração de desejos de contemplar a santidade dele: mandou preparar-lhe uma cama no seu próprio quarto, no qual sempre de noite ardia uma lâmpada. E S. Francisco, para ocultar sua santidade, logo que entrou no quarto, deitou-se e pareceu dormir; e monsior Bernardo também se deitou, depois de algum tempo, e começou a ressonar fortemente, como se estivesse dormindo profundamente.
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S. Francisco, certo de que ele dormia, levantou-se e pôs-se em oração, levantando os olhos e as mãos ao céu; e, com grandíssima devoção e fervor, dizia: “Deus meu, Deus meu”, e, assim dizendo e chorando muito, esteve até pela manhã, repetindo sempre: “Deus meu, Deus meu”, e nada mais; e isto dizia S. Francisco, contemplando e admirando a excelência da divina Majestade, a qual se dignava condescender com o mundo que perecia, e preparava-se pelo seu pobrezinho Francisco a prover com o remédio da salvação a alma dele e as dos outros.
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E então, iluminado pelo espírito de profecia, prevendo as grandes coisas que Deus ia realizar por seu intermédio e de sua Ordem, e considerando a sua insuficiência e pouca virtude, clamava e suplicava a Deus que, com a sua piedade e onipotência, sem a qual nada pode a humana fragilidade, suprisse, ajudasse e cumprisse o que pôr si só não podia.
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Vendo monsior Bernardo, à luz da lâmpada, os devotíssimos atos de S. Francisco, e considerando devotamente as palavras que ele dizia, foi tocado e inspirado pelo Espírito Santo a mudar de vida; pelo que, ao amanhecer, chamou S. Francisco, e disse assim: “Irmão Francisco, estou inteiramente disposto, no meu coração, a abandonar o mundo e a seguir-te no que mandares”.
Ouvindo isto S. Francisco alegrou-se em espírito e falou: “Monsior Bernardo, isto que disseste é coisa tão grande e maravilhosa, que é preciso pedirmos conselho a Nosso Senhor Jesus Cristo e rogar-lhe que nos mostre a sua vontade e nos ensine o modo de executá-la: para isso vamos ao bispado, onde há um bom padre, e pediremos que celebre a missa; depois ficaremos rezando até Terça, pedindo a Deus que, abrindo o missal três vezes, nos mostre o caminho que lhe agrada seguir-mos”.
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Respondeu monsior Bernardo que isso era muito de seu agrado. Puseram-se a caminho e foram ao bispado; e depois de ouvirem a missa e estarem em oração até Terça, o padre, a pedido de S. Francisco, tomou o missal e, feito o sinal da santa cruz, o abriu por três vezes em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo: e na primeira vez apareceu aquela palavra que disse Cristo no Evangelho ao jovem que lhe perguntou pelo caminho da perfeição: “Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá aos pobres e segue-me”; na segunda, apareceu aquela palavra que Cristo disse aos apóstolos, quando os mandou pregar: “Nada leveis para a jornada, nem bordão, nem alforje, nem sandálias, nem dinheiro”; querendo com isto ensinar-lhes que deviam pôr em Deus toda a esperança na vida, e dar toda a atenção a pregação do santo Evangelho; na terceira abertura do missal apareceu aquela palavra que Cristo disse: “Quem quiser vir após mim, abandone a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”.
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Então disse S. Francisco a monsior Bernardo: “Eis o conselho que Cristo nos dá: vai, pois, e faze exatamente como ouviste: e seja bendito Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se dignou mostrar-nos seu caminho evangélico”.
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Ouvindo isto, partiu monsior Bernardo e vendeu o que possuía, porque era muito rico: e com grande alegria distribuiu tudo aos pobres e às viúvas e aos órfãos, aos prisioneiros, aos mosteiros, aos hospitais e aos peregrinos; e em cada coisa S. Francisco fielmente e prudentemente o ajudava. Ora, vendo um por nome monsior Silvestre, que S. Francisco dava e mandava dar tanto dinheiro aos pobres, cheio de avareza disse a S. Francisco: “Não me pagaste por inteiro aquelas pedras que me compraste para consertar a igreja e agora, que tens dinheiro, paga-me”.
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Então S. Francisco, maravilhando-se de tanta avareza e não que rendo questionar com ele, como verdadeiro seguidor do Evangelho, meteu as mãos na sacola de monsior Bernardo e, enchendo-as de moedas, derramou-as na sacola de monsior Silvestre, dizendo que, se mais quisesse, mais lhe daria.
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Satisfeito monsior Silvestre com aquilo, partiu e voltou a casa: e de tarde, repensando no que fizera durante o dia, e arrependendo-se de sua avareza, e considerando o fervor de monsior Bernardo e a santidade de S. Francisco, na noite seguinte e em duas noites outras teve de Deus esta visão: que da boca de S. Francisco saía uma cruz de ouro, cujo cimo tocava o céu e os braços se estendiam do oriente ao ocidente.
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Por causa desta visão ele deu por amor de Deus o que possuía e fez-se frade menor, e viveu na Ordem com tanta santidade e graça, que falava com Deus, como um amigo faz com outro, conforme S. Francisco muitas vezes verificou e além se declarará.
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Monsior Bernardo, semelhantemente, recebeu tantas graças de Deus, que com freqüência ficava arroubado em Deus em contemplação: e S. Francisco dele dizia que era digno de toda a reverência e que havia sido ele o fundador daquela Ordem: porque fora o primeiro a abandonar o mundo, nada reservando para si, mas dando tudo aos pobres de Cristo, e tinha começado a pobreza evangélica, oferecendo-se nu aos braços do Crucificado: o qual seja por nós bendito in secula seculorum. 
Amém.


Hino das Missões Franciscanas da Juventude 2017



Jovens! Nós somos jovens missionários da reconciliação: Construindo pontes para o paraíso. Vamos conosco nesta grande missão!
Letra e Música: Frei Zilmar Augusto, OFM

Franciscanos Rondinha


Paz e Bem eu lhe desejo meu irmão



Franciscanos Rondinha

Música de Tiago Gonçalves Camargo, gravada durante o Encontro de Cantos Franciscanos nos dias 03 e 04 de setembro de 2016, em Campo Largo - PR.



terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Cânticos das Criaturas- Franciscanos El mejor video vocacional



Vídeo Canal YouTube Adriana Eguia

Que la paz sea con ustedes! Alguna vez se preguntaron del porque nos "sentimos" vacíos? sabias que tienes una llamada pendiente pero esta "llamada" es algo distinto a la llamada que conoces, es decir, a lo que me refiero es a un "LLAMADO" .... Hombre estas "llamado" a dar amor porque por amor has sido llamado por aquel que te amo antes que te llame, antes que nacieras! Fuiste hecho con un Ingrediente que no se puede comprar y tampoco vender, con una palabra que no se puede borrar y tampoco reescribir, con un signo que no se puede ver con ojos humano y SI con el Corazón, no se puede palpar pero se puede "sentir", no se transmite pero se demuestra, No enferma pero Sana, no se limita, se expande, estas "llamado" a dar amor! y este vídeo te ayudara ver mas allá y te darás cuenta que no estamos vació!

TRADUZIDO PELO GOOGLE:

A paz esteja convosco! 

Alguma vez você já se perguntou sobre por que "sentir" vazio? sábio que você tem uma chamada pendente, mas este "apelo" é algo diferente do que a chamada que você sabe, ou seja, o que eu quero dizer é um "apelo" .... Man estes "chamados" para dar amor, porque o amor que você foi chamado por ele que eu amo antes que eu chame você, antes de você nascer! Está foram feitas com um ingrediente que não pode ser comprado ou vendido, com uma palavra que não pode ser apagado ou reescrever, com um ponto de que não pode ser visto com os olhos humanos e SI com o coração, não pode ser sentida, mas pode ser "sensação" não é transmitido, mas está demonstrado, não está doente, mas Sana, não é limitado, ele se expande, estes "chamados" para dar amor! e este vídeo vai ajudar você a ver além e perceber que não estão vazias


domingo, 22 de janeiro de 2017

Oração de Madre Teresa de Calcutá



Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.
Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.
Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.
Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.
Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.

Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:
Ele é a Verdade da humildade.
Ele é a Luz da caridade.
Ele é a Vida da santidade. Amém!

FONTEFranciscanos Rondinha


FRANCISCO DE ASSIS E O SENTIMENTO ESTÉTICO CHEIO DE VIRTUDES

Uma das obras mais lidas no mundo franciscano é a biografia São Francisco de Assis, de Maria Sticco, Vozes, Petrópolis, 2001. 
É uma obra escrita por alguém que amou profundamente São Francisco de Assis. A autora nasceu em Perugia, aos 23 de Novembro de 1891 e faleceu em Assis no dia 18 de março de 1981, aos 90 anos. 
Uma mulher de literatura e espiritualidade e que muito contribuiu para a espiritualidade franciscana. 
Tornou-se uma leiga intelectual consagrada. 
Uniu estudo, silêncio, oração, pesquisa e mística. Ela não escreveu sobre ele, ela deixou-se moldar pelo ideal franciscano.
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Viveu no mundo como uma mulher das letras e mestra do espírito e vida franciscana. Agostinho Gemelli, OFM, no prefácio da obra sintetizou bem o que o livro traduz:
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Baseado diretamente nas Fontes Franciscanas, chega, através da meditação, à compreensão da humanidade e sobrenaturalidade de Francisco de Assis, numa fusão do elemento humano e divino. A obra quer apresentá-lo através dos fatos, de um modo muito vivo e muito próximo, para que o leitor tenha em sua frente a imagem e a identidade de Francisco. É mostrar através de Francisco uma consciência e um modo de ser cristão. É uma narração religiosa e artística ao mesmo tempo. É um livro sereno, escrito com amor, por um coração franciscano.
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Diz Maria Sticco: “O amor de Deus o leva a encontrar alegria em tudo, mas especialmente na dor perfeita, e eis a conclusão de que a vida é boa e tanto melhor quanto mais dolorosa; faz-lhe abraçar a morte como irmã, e eis que, se outros poetas haviam entendido que o amor é morte, São Francisco afirma que a morte é amor, compreendendo-o Dante e compreendendo-o todos aqueles que na vida não encontram amor e que, à palavra do santo, o esperam firmemente na agonia”. 
Se alguém quiser entender os princípios cavalheirescos que inspiraram o caminho de Francisco de Assis, leia esta obra!

FREI VITÓRIO MAZZUCO´


PRESÉPIO CAPELA SANTA TERESINHA-(José Bonifácio-SP)



A Capela Santa Teresinha do Menino Jesus fica na Avenida Rui Barbosa, 958, no Bairro que leva o mesmo nome, em JOSÉ BONIFÁCIO-SP.
Dê uma passadinha por lá, além da paz e o amor a Jesus que Santa Teresinha sempre exaltava você encontrara uma linda e receptiva capela.

06 de Janeiro o Dia de Reis:
Segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de "alguns magos do oriente" (Mateus 2:1) que, segundo o hagiológio, foram três Reis Magos, e que ocorrera no dia 6 de janeiro. 
A noite do dia 5 de janeiro e madrugada do dia 6 é conhecida como "Noite de Reis".

Mateus 2:1,2
E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.

Fonte:https://anunciar-evangelion.blogspot.com.br



sábado, 21 de janeiro de 2017

O Cântico das Criaturas(ou Cântico do Irmão Sol)




O Cântico das Criaturas(ou Cântico do Irmão Sol)

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,
Teus são o louvor, a glória, a honra
E toda a benção.
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Só a ti, Altíssimo, são devidos;
E homem algum é digno
De te mencionar.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Com todas as tuas criaturas,
Especialmente o Senhor Irmão Sol,
Que clareia o dia
E com sua luz nos alumia.
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E ele é belo e radiante
Com grande esplendor:
De ti, Altíssimo é a imagem.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Lua e as Estrelas,
Que no céu formaste claras
E preciosas e belas.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Vento,
Pelo ar, ou nublado
Ou sereno, e todo o tempo
Pela qual às tuas criaturas dás sustento.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Pela irmã Água,
Que é mui útil e humilde
E preciosa e casta.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Pelo irmão Fogo
Pelo qual iluminas a noite
E ele é belo e jucundo
E vigoroso e forte.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a mãe Terra
Que nos sustenta e governa,
E produz frutos diversos
E coloridas flores e ervas.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Pelos que perdoam por teu amor,
E suportam enfermidades e tribulações.
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Bem aventurados os que sustentam a paz,
Que por ti, Altíssimo, serão coroados.
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Louvado sejas, meu Senhor,
Por nossa irmã a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar.
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Ai dos que morrerem em pecado mortal!
Felizes os que ela achar
Conformes á tua santíssima vontade,
Porque a morte segunda não lhes fará mal!
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Louvai e bendizei a meu Senhor,
E dai-lhe graças,
E servi-o com grande humildade. 


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

ORAÇÃO DA NOITE- FREI IGNACIO LARRAÑAGA

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Meu Pai,agora que as vozes silenciaram
e os clamores se apagaram,aqui ao pé da cama
minha alma se eleva a Ti, para dizer:
Creio em Ti, espero em Ti,
e amo-te com todas as minhas forças,glória a Ti, Senhor!
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Deposito nas tuas mãos a fadiga e a luta,as alegrias e desencantos
deste dia que ficou para trás.
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Se os nervos me traíram,se os impulsos egoístas me dominaram
se dei lugar ao rancor ou à tristeza,perdão, Senhor!
Tem piedade de mim.
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Se fui infiel,se pronunciei palavras em vão,
se me deixei levar pela impaciência,se fui um espinho para alguém,
perdão Senhor!
Nesta noite não quero entregar-me ao sono
sem sentir na minha alma a segurança da tua misericórdia,
a tua doce misericórdia inteiramente gratuita.Senhor! 
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Eu te agradeço, meu Pai, porque foste a sombra fresca
que me cobriu durante todo este dia.
Eu te agradeço porque, invisível, carinhoso e envolvente,
cuidaste de mim como uma mãe, em todas essas horas.
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Senhor! Ao redor de mim tudo já é silêncio e calma.
Envia o anjo da paz a esta casa.
Relaxa meus nervos, sossega o meu espírito,
solta as minhas tensões, inunda meu ser de silêncio e de serenidade.
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Vela por mim, Pai querido, enquanto eu me entrego confiante ao sono, como uma criança que dorme feliz em teus braços.
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Em teu Nome, Senhor, descansarei tranquilo.
Amem !

(Frei Ignacio Larrañaga, manual de oração “Encontro”)


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O QUE SIGNIFICA A PAZ?

EXISTE ALGO MAIS DO QUE NOS SATISFAZ DO QUE A PAZ?

Se alguém tiver a resposta não sabe que seja PAZ...
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Vamos iniciar por Cristo, não foi Ele que nos ensinou o Caminho da Paz?
Foi Ele que mostrou a humanidade se entregando ao martírio, humilhações e morto na cruz sempre se comportando como um Deus, mas um Deus que brilhava na sua imagem a humildade, e pessoas assim sem dúvida vivem a Paz.
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O nosso São Francisco de Assis compreendeu a mensagem do Mestre e a aderiu integralmente na sua maneira de ser e viver, a ponto de convencer milhares de irmãos fundando a Ordem Franciscana da Paz e do Bem.
Dessa forma meus irmãos a origem e a mina que borbulha a água límpida que lava nossa alma das impurezas está na Paz. 
Paz em Cristo!
Paz e Bem!   
Rivaldo R. Ribeiro



sábado, 24 de dezembro de 2016

PRESÉPIO 2015 Paróquia São José, cidade de José Bonifácio- SP



Vídeo amador: Rivaldo R. Ribeiro

Paróquia São José , cidade de José Bonifácio - SP.

Foi na cidade italiana de Gréccio, na noite de Natal de Jesus no ano 1223 que São Francisco criou o primeiro presépio, com uma representação cênica do nascimento de Jesus numa manjedoura de palhas, acompanhado pelos animais. 
Era um lugar simples mais enriquecido com muita ternura e amor. 
Depois São Francisco chamou os moradores próximos para que estivessem no local, para que assim relembrassem a noite do nascimento em Belém do Menino-Deus.


Saiba mais sobre a história do PRESÉPIO CLICANDO AQUI


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Aprenda a Amar o Amor (Com as crianças)


Aprenda a Amar o Amor (Com as crianças)

TV-Franciscanos-Pró Vocações

No título desse vídeo fala sobre Amar o Amor. O que significa? Qual o maior ícone de Amor que a humanidade já viu. Quem foi esse homem? Sem dúvida poderemos responder NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
Nesse vídeo nos mostra como amar o Amor(Cristo) como as crianças: sem dúvidas, pureza, Fé acreditando que Ele está sempre junto de nós, basta transformar o nosso coração como o de uma criança. 
Então sejamos crianças, pois nelas está a origem como seria o ser humano antes de adultos com todos seus traumas, ambições, culpas, sentimentos de vingança, enfim todos os males que nós adquirimos durante o caminho da nossa vida. 
Oremos junto a Deus que nos ajude a ser como crianças, dessa forma estaremos bem mais perto Dele. 
Rivaldo R. Ribeiro(Autor desse blog)  

domingo, 6 de novembro de 2016

ESPIRITUALIDADE FRANCISCANA



Eu amo São Francisco de Assis, a alma como de Cristo que nos ensina a verdadeira Luz do que seja ser Cristão e fazer parte da Fé que Jesus nos ensinou.
Amar a Jesus Cristo sem medo de ser humano, apenas compreender que basta amar o Senhor acima de tudo. 
São Francisco nos ensinou com seu exemplo que Deus está ali numa árvore quando um pássaro gorjeia e nos alegra com um som maravilhoso que nenhum homem é capaz de emita-lo com fidelidade.
Quando olhamos um riacho e suas águas correm límpidas refletindo os raios do sol, carregando no seu leito peixes de lindas cores e formas, nunca esqueça disso Deus está ali.
Deus está ali...Bem perto de nós é só observar com os sentimentos que nossa alma é capaz de alcançar...

Texto Rivaldo R. Ribeiro