"Senhor, fazei-me instrumento de Vossa Paz"
São Francisco de Assis

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Santa Zita de Lucca- Pio XII proclamou-a padroeira das empregadas domésticas do mundo inteiro.

 



Empregada doméstica – Ordem Franciscana Terceira. Canonizada em 1696.

Santa Zita nasceu em 1218, na época ainda de São Francisco, em Monsagrati, nos arredores da cidade de Lucca no seio de uma família muito devota. A sua irmã mais velha entrou para um convento de Cister e seu tio foi eremita e morreu com fama de santidade.

Filha de camponeses, aos 12 anos foi trabalhar como empregada doméstica na casa de uma rica família, e aí permaneceu durante 48 anos, ou seja até morrer.

Extremamente devota, perguntava-se sempre a si mesma: “Isto agrada ao Senhor?” Ou: “Isto desagrada a Jesus?”. Esta preocupação de sempre fazer a vontade divina tornara-se para ela quase uma obsessão.

Tendo sempre, em todas as ocasiões e situações, demonstrado um grande amor para com o próximo, foi-lhe confiado o encargo de distribuir as esmolas cada sexta-feira. E dava do seu pouco, da sua comida, das suas roupas, daquilo que possuía, das suas parcas economias. Dizem que um dia foi surpreendida enquanto socorria os necessitados. Mas no seu avental o que era alimento converteu-se em flores.

Conta-se ainda que certo dia foi dar esmola a um necessitado, durante o seu tempo de trabalho. Vizinhos, tendo sido testemunhas desta “infração”, vieram logo avisar a família Fatinelli, para quem Zita trabalhava. A dona da casa foi à cozinha, para averiguar se havia atraso no afazeres e, ó milagre, alguns Anjos estavam ocupados a fazer aquilo que Zita deveria ter feito durante o tempo em que foi fazer obra de caridade. Daí em diante, nunca mais foi impedida de seguir os seus instintos caritativos.

Um outro fato que sobre ela se conta igualmente é o seguinte:

Durante um período de grande fome que assolou a região, Zita continou a praticar a caridade a que estava habituado, utilizando mesmo o que estava armazenado nos celeiros de seus patrões. Uma vez mais foi acusada, mas quando os seus patrões foram verificar os celeiros, ficaram admirados de os encontrar repletos: nada lá faltava.

Na hora da morte — aos 60 anos — tinha ajoelhada a seus pés toda a família Fatinelli, a quem servira toda a vida. 
Partiu para o Céu no dia 27 de Abril de 1278. O seu corpo é venerado na igreja de São Fredaino, em Lucca, Itália. 

Pio XII proclamou-a padroeira das empregadas domésticas do mundo inteiro.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Beato Egídio de Assis | Franciscanos Conventuais

23 de Abril. Nós, franciscanos, celebramos a memória do Beato Egídio de Assis, clérigo da I Ordem Franciscana, dos primeiros companheiros. Texto tirado do livro "Santos Franciscanos para cada dia" de Frei Giuliano Ferrini, OFM e Fr. José Guillermo Ramírez, OFM.


 


 

Bem-aventurado Egídio de Assis

Discípulo de São Francisco, clérigo da Primeira Ordem (+1262). Pio VI aprovou seu culto no dia 4 de julho de 1777.

Dos primeiros companheiros de Francisco de Assis nenhum lhe era mais caro ao coração do que um irmão muito simples que ele chamava “nosso cavaleiro da Távola Redonda”. Jovem de uma piedade e de uma pureza de vida singulares, Egídio admirava seu concidadão Francisco à distância, mas não ousava aproximar-se dele, até o dia em que soube que seus amigos Bernardo e Pedro tinham-se tornado seus companheiros, decididos a viver com ele uma vida de pobreza. Egídio imediatamente resolveu fazer o mesmo. Ao sair da cidade, encontrou-se com seu mestre e os dois estavam absorvidos na conversa, quando foram abordados por uma mendiga.
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“Dá-lhe o teu casaco” – disse-lhe São Francisco, ao se dar conta de que nenhum deles tinha dinheiro. E o candidato a discípulo prontamente obedeceu. O teste foi suficiente: no dia seguinte, Egídio recebeu o hábito. Primeiramente ficou com Francisco, acompanhando-o em suas viagens de evangelização pela Marca de Ancona e outras regiões não distantes de Assis, mas um sermão em que o Fundador exortou os discípulos a saírem pelo mundo afora, levou Egídio a fazer uma peregrinação a Compostela.

Pode-se dizer que ele praticamente percorreu o seu caminho de ida e volta sempre trabalhando, porque, quando possível, retribuía as esmolas com algum serviço pessoal, e distribuía com os outros tudo o que recebia ou possuía, inclusive o seu próprio manto, sem se preocupar com as zombarias que sua aparência grotesca provocava. Depois de seu retorno à Itália, foi enviado a Roma, onde ganhava seu sustento, executando trabalhos como o de carregar água ou cortar lenha. Uma visita à Terra Santa foi seguida de uma missão a Túnis, destinada a converter os sarracenos. A expedição resultou em fracasso. Os cristãos locais temiam sofrer com o ressentimento dos muçulmanos e, em vez de acolherem e ajudarem os missionários, obrigaram-nos a voltar a seus navios, antes mesmo de darem início à missão. Frei Egídio passou o resto de sua vida na Itália, principalmente em Fabriano, Rieti e Perusa, onde morreu.
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Apesar de sua simplicidade e de sua falta de cultura, ele era dotado de uma sabedoria infusa que levava as pessoas de todas as condições a consultá-lo. Aos que procuravam seus conselhos, a experiência ensinava que evitassem certos assuntos ou palavras cuja simples menção fazia o frade mergulhar em êxtase, durante o qual parecia totalmente alheio ao mundo. Os próprios garotos da rua sabiam disto, e, quando o viam passar, gritavam: “Paraíso! Paraíso!” Egídio tinha veneração pelas pessoas cultas, e certa vez perguntou a São Boaventura se o amor dos ignorantes para com Deus se igualaria ao de uma pessoa culta. “Iguala sim – foi a resposta do santo. Uma boa velhinha analfabeta pode amar a Deus melhor do que um doutor letrado da Igreja”.
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Encantado com a resposta, Frei Egídio correu para o portão do jardim que olhava para a entrada da cidade e gritou: “Escutai-me, vós todas, boas velhinhas! Vós podeis amar a Deus melhor do que Frei Boaventura”. Neste momento entrou em êxtase que durou três horas. Na medida do possível, ele vivia uma vida retirada, em companhia de certo discípulo. Este depois declarou que, em todos os 20 anos que passaram juntos, nunca ouviu seu mestre pronunciar uma palavra vã. Seu amor ao silêncio era verdadeiramente notável. Conta-nos uma bela lenda que S. Luís de França, por ocasião de sua viagem à Terra Santa, desembarcou secretamente na Itália, para visitar seus santuários. Em Perusa, procurou Frei Egídio, a respeito do qual ouvira contar muitas coisas. Depois de se abraçarem efusivamente, os dois se ajoelharam um ao lado do outro, em muda oração, e em seguida se separaram, sem terem trocado uma palavra sequer exteriormente.
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Durante toda a sua vida, o Beato Egídio sofreu terríveis tentações do demônio, mas, como bom soldado de Cristo, considerava muito normal ter de lutar contra o inimigo de seu Mestre. Ele odiava a ociosidade. Quando vivia em Rieti, o Cardeal Bispo de Túsculo gostava frequentemente de tê-lo como seu companheiro à mesa, mas Egídio só comparecia se pudesse ganhar o almoço prestando algum serviço. Certo dia de muita chuva, seu anfitrião lhe garantiu que, como era impossível trabalhar no campo, ele devia aceitar a refeição de graça. Seu hóspede, porém, não era pessoa fácil de dissuadir. Penetrando furtivamente na cozinha do cardeal, que achou extremamente suja, Egídio ajudou a fazer uma boa limpeza nela, antes de voltar à mesa de seu anfitrião.
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A dor pungente que lhe causou a morte de São Francisco foi seguida, naquele mesmo ano, pela maior alegria de sua vida, pois Nosso Senhor lhe apareceu em Cetona, com o mesmo aspecto que tinha quando estava neste mundo. Posteriormente, Egídio costumava dizer a seus irmãos que nascera quatro vezes: no dia de seu próprio nascimento, no dia do batismo, no dia da tomada de hábito e no dia em que viu Nosso Senhor.
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Os ditos áureos de Frei Egídio, muitos dos quais chegaram até nós, foram publicados muitas vezes. Eles nos revelam uma profunda vida espiritual, aliada a uma aguda capacidade de percepção das coisas.


As fontes da vida do Beato Egídio são tão numerosas, que é impossível enumerá-las aqui. O elemento principal é uma biografia, escrita, ao que parece, em sua forma primitiva, por Frei Leão, mas conservada em duas recensões distintas, conhecidas como Vida Longa e Vida Breve. Encontra-se uma discussão exaustiva desses e de outros materiais em W. W. Seton, Blesseti Giles ot Assisi (1918), que atribui a prioridade à Vida Breve e publica um texto latino e uma tradução. A Vida Longa foi incorporada na Chronica XXIV Generazium, publicada em Quaracchi em 1897. 
Vejam-se também I Fioretti de S. Francisco de Assis (numerosas edições), e Léon, “Auréole séraphique” (trad. para o inglês), voI. II, p. 89-101.





Admoestações de São Francisco

Nas Admoestações, São Francisco recorda que o amor fraterno não depende da presença ou da convivência imediata. Amar o irmão verdadeiramente significa respeitá-lo também quando ele está distante, quando não pode se defender ou quando não está presente para ouvir nossas palavras.

A fraternidade franciscana nasce de um coração que deseja o bem do outro em qualquer circunstância. Assim se constrói uma vida marcada pela caridade, pelo respeito e pela fidelidade ao Evangelho.
Paz e Bem!



Admoestações de São Francisco de Assis

 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

SÃO FRANCISCO DE ASSIS: A Vida, os Milagres e os Lugares Sagrados que Marcaram sua Jornada

 


A incrível jornada de São Francisco de Assis! Neste episódio especial do Jornada Infinita, viajamos até Assis, La Verna, Greccio e San Damiano, locais que marcaram a vida de São Francisco de Assis, um dos santos mais inspiradores da história do cristianismo. O que você vai descobrir neste vídeo? ✅ A juventude de Francisco e sua renúncia à riqueza. ✅ A experiência mística em La Verna, onde recebeu os estigmas. ✅ O chamado de Cristo na igreja de San Damiano. ✅ Como sua pregação transformou o cristianismo e inspirou até os papas. ✅ A relação de São Francisco com a natureza e os animais. 📍 Uma viagem pelos lugares sagrados de São Francisco! Exploramos a Basílica de São Francisco, o Eremitério do Carceri, onde ele buscava solitude, e o santuário de La Verna, onde ele teve sua visão divina. 💬 O que mais te inspira na vida de São Francisco? Comente aqui e compartilhe esse vídeo. 🔔 Se inscreva no canal e ative o sininho para não perder os próximos vídeos!


São Francisco de Assis Benção com a Reliquia Frei Mário Tagliari OFM

 




Frei Mário Tagliari, OFM nos dá a Benção com a relíquia de São Fancisco de Assis. Para o povo e também aos nossos animais de estimação. Outros Vídeos católicos em:



domingo, 22 de março de 2026

Assis de Francisco e Clara - Lugares de Peregrinação

 



Neste programa Lugares de Peregrinação conheceremos Assis, cidade onde viveu São Francisco e Santa Clara. Contemplaremos os lugares que marcaram a vida desses grandes santos, desde o Eremitério dos Carceri, passando pela Basílica de Santa Clara, também pelo local onde nasceu Francisco, sua casa paterna, até chegarmos à belíssima basílica onde repousam seus restos mortais.

Acompanhe conosco!



terça-feira, 17 de março de 2026

São Patrício da Irlanda e sua couraça - reze agora mesmo!

 

Nasceu na Grã-Bretanha por volta do ano 389, isto é, no final do século IV d.C. Aos 16 anos foi capturado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Mas conseguiu escapar e fugiu para a França. Ali, em contato com pessoas religiosas, fez um discernimento na busca da vontade de Deus, tornando-se sacerdote e missionário. Em 432, decidiu inclusive voltar para a ilha da Irlanda.
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Dedicou-se com ardor à evangelização de toda a população irlandesa: crianças, jovens e adultos. Para explicar o mistério da Santíssima Trindade, utilizava o trevo de três folhas, mostrando que, na fé cristã, Deus é uno e trino. Incentivou os sacramentos e, entre eles, a confissão particular. Pela tradição popular, atribuiu-se a São Patrício o desaparecimento das cobras na ilha. Por isso é representado esmagando esses animais com seu cajado. Mediante sua pregação, mudou a crença do povo, levando muitas pessoas do culto celta para a fé e o culto cristão. Sofreu, por causa disso, perseguição, pois com sua presença e ação perturbava os chefes religiosos celtas. No entanto, perseverando em seu esforço missionário ao longo de 20 anos, fez com que a Irlanda aderisse ao cristianismo e se tornasse, mais tarde, um dos países mais cristãos do mundo.
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Acabou por falecer aos 17 de março do ano 461, com fama de santidade e o mérito de grande apóstolo da fé cristã. Havia, de fato, fundado mosteiros e ajudado a conversão de muitas pessoas. O que ele nos ensina? A sermos nós também "sal da terra e luz do mundo" (Mt 5,13), como certa vez Jesus pediu a Seus discípulos. Vivemos em outra época, é verdade, mas o nosso tempo também tem urgente necessidade de novos evangelizadores. Precisamos de novos "patrícios" que nos levem a descobrir a beleza da fé cristã e da prática do Evangelho.
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Esta oração dedicada ao Apóstolo da Irlanda, São patrício nos serve como uma armadura divina contra o mal, a violência e as adversidades espirituais.

Oração Couraça de São Patrício

Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com Trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura.
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Hoje me levanto com a força do nascimento de Cristo, com a graça do seu batismo, com a força de sua crucificação e morte, com a força de sua ressurreição e ascensão, com a força de seu retorno no dia do juízo.
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Hoje me levanto com a força do amor do Querubim, obediente aos anjos, a serviço dos arcanjos, na esperança da ressurreição para encontrar consolo com as orações dos patriarcas, as predições dos profetas, os ensinamentos dos apóstolos, a fé dos confessores, a inocência das santas virgens, os feitos dos homens de bem.
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Hoje me levanto com a força dos céus: a luz do sol, o brilho da lua, o esplendor do fogo, a velocidade do trovão, a rapidez do vento, a profundidade dos mares, a permanência da terra, a firmeza da rocha.
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Hoje me levanto com a força de Deus que me guia: sua grandeza que me apoia, sua sabedoria que me guia, seu olho que me cuida, seu ouvido que me escuta, sua palavra que me fala, sua mão que me defende, seu caminho para segui-lo, seu escudo para proteger-me, sua Eucaristia para livrar-me das armadilhas do demônio, da tentação dos vícios, daqueles que me desejam o mal, longe ou perto, só ou acompanhado.

Invoco hoje estes poderes para que se levantem entre mim e estes males, contra todos e cruéis infames poderes que desejam o mal, para meu corpo, contra as invocações dos falsos profetas, contra as nefastas leis da pagania, contra as falsas leis da heresia, contra as artes da idolatria, contra os feitiços das bruxas, quiromantes e feiticeiros, contra todo conhecimento que corrompe o corpo e a alma.

Cristo que me protege hoje contra o veneno, contra o fogo, contra morrer afogado, contra ser ferido, para que assim venha a mim abundante consolo.

Cristo comigo,
Cristo à minha frente,
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim,
Cristo abaixo de mim,
Cristo sobre mim,
Cristo à minha direita,
Cristo à minha esquerda,
Cristo quando me deito,
Cristo quando me sento,
Cristo quando me levanto,
Cristo no coração de todo homem que pensa em mim,
Cristo na boca de quem fale de mim,
Cristo em todo olho que me vê,
Cristo em todo ouvido que me ouve.
Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura. 
Amém.

Curiosidades da Oração Couraça de São Patrício

A Couraça de São Patrício foi uma oração muito usada durante a Idade Média, com o objetivo de proteger os cavaleiros dos golpes de seus inimigos.
São Patrício é considerado o padroeiro da Irlanda e seu dia é celebrado em 17 de março. No país, ele é conhecido como Saint Patrick ou da forma abreviada e familiar St. Paddy.

Fonte: O Mílite e


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domingo, 15 de março de 2026

Parolin: a um mundo em ânsia e em guerra, São Francisco oferece alegria e fraternidade













O cardeal secretário de Estado Pietro Parolin diante do relicário com os restos mortais de São Francisco, expostos na Basílica de Assis (Vatican Media)

O cardeal secretário de Estado presidiu uma Missa na Basílica Superior de Assis por ocasião da exibição extraordinária dos restos mortais do Pobrezinho, no 800º aniversário de sua morte: “A alegria das pequenas coisas é a resposta à tristeza da nossa geração”

Daniele Piccini – Vatican News

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A “sobriedade, a alegria das pequenas coisas, o sentir-se irmão de todos e de tudo”. É a “terapia eficaz” que São Francisco de Assis oferece a um mundo caracterizado pelo “desejo desenfreado de possuir, pelo luxo, pelo desperdício, pelo supérfluo, pelo consumismo”, habitado por uma geração afetada pela “ansiedade e tristeza” devido ao “trabalho precário”, às crises econômicas, ao clima, às “guerras de todos contra todos e contra tudo”.

Presidindo, nesta manhã de 15 de março às 11h, a Missa na Basílica Superior de Assis, por ocasião da exibição extraordinária dos restos mortais do Pobrezinho, pelo aniversário dos 800 anos de sua morte, o cardeal secretário de Estado, Pietro Parolin, explicou com estas palavras o motivo do fascínio que o padroeiro da Itália exerce em todo o mundo, ainda muitos séculos após sua morte.

Um perfil humano e espiritual irresistível
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Na homilia, o cardeal inspirou-se em um episódio narrado no famoso livro dos Fioretti. Certa vez, frei Masseo da Marignano, um dos primeiros companheiros de Francisco, perguntou por que razão todo o mundo “o seguia”, escutando-o e obedecendo-lhe, apesar de ele não ser um homem bonito, não possuir “grande sabedoria” e não ser “nobre”. O Pobrezinho respondeu-lhe que “os olhos santíssimos de Deus” nunca se detiveram sobre um homem mais “vil”, mais “insuficiente” e mais “pecador” do que ele. No entanto, observou o cardeal Parolin, Francisco conseguiu atrair a admiração de dois gênios indiscutíveis da Idade Média, o pintor e arquiteto Giotto e o poeta Dante.
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A razão desse magnetismo, argumentou o diplomata do Vaticano, reside em seu “perfil humano e espiritual”, tal como descrito por seu primeiro biógrafo, Tomás de Celano. Em primeiro lugar, Francisco era “de caráter manso, de temperamento calmo, afável na fala, cauteloso nas admoestações, extremamente fiel no cumprimento das tarefas que lhe eram confiadas, prudente nos conselhos, eficaz na ação, amável em tudo. De mente serena, de alma doce, de espírito sóbrio, absorto em contemplações, constante na oração e em tudo cheio de entusiasmo”, escreve o autor de S. Francisci Assisensis vita et miracula.

Ser irmão de todos e de tudo

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Mas outros aspectos de sua personalidade continuam a chamar “nossa atenção” após oito séculos, acrescentou o cardeal: sua “alegria perfeita”, sua “extrema pobreza”, sua “fraternidade universal”. O santo de Assis sabia aceitar de maneira “humilde, paciente e alegre” as adversidades da vida. Sua pobreza não era apenas “um meio ascético para tender à perfeição”, mas uma forma de “ser o mais possível semelhante a Cristo”. Por fim, ele se sentia “irmão de tudo e de todos”: dos homens, da criação, do universo, até mesmo da morte.
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Francisco, lembrou o cardeal Parolin ao concluir sua homilia, escreveu o Cântico das Criaturas em um “tempo de crise, de escuridão, dentro e fora dele”. Um tempo, observou o cardeal, não muito diferente do nosso, “em que as trevas da guerra parecem obscurecer a luz da esperança”. Justamente neste momento histórico e existencial, desejando “paz e bem” ao mundo inteiro, o secretário de Estado do Vaticano convidou a rezar usando as palavras do Pobrezinho de Assis: pedindo a “Deus que não nos abandona” que ilumine as “trevas do coração”, nos conceda “fé reta, esperança certa, caridade perfeita e humildade profunda”.




quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Compadre Francisco | Episódio #26- Campanha da Fraternidade A Igreja inicia a Quaresma: tempo de conversão, oração, jejum e caridade.

Campanha da Fraternidade de 2026: “Fraternidade e Moradia”. Como transformar fé em compromisso concreto?

 


A Igreja inicia a Quaresma: tempo de conversão, oração, jejum e caridade. Com Frei Franklin Mateus, refletiremos sobre o sentido das cinzas e a espiritualidade quaresmal. 
Também vamos falar da Campanha da Fraternidade de 2026: “Fraternidade e Moradia”. Como transformar fé em compromisso concreto? Frei João Manoel Zechinatto nos ajudará a responder! 
Também vamos receber o Padre Jean Poul Hansen, secretário executivo do Setor Campanhas da CNBB. Assista, partilhe e viva bem este tempo! 
Paz e Bem!


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Oração de São Francisco de Assis para os animais de rua.


🙏

Senhor, pelas mãos de São Francisco, eu Te peço hoje pelos que não têm ninguém. 
Olha com ternura para os cães e gatos que vagam pelas ruas, dormindo sobre o cimento frio e caminhando com fome e sede. 
São Francisco, você que chamava o lobo de irmão e as aves de irmãs, estende o teu manto sobre esses pequenos seres agora.
Que eles encontrem, em meio ao abandono, um olhar de compaixão ou uma mão que lhes ofereça um pouco de alimento. 
Protege-os dos carros, da maldade de quem não entende sua inocência e do cansaço que abate o corpo deles. 
Sopra no coração das pessoas a vontade de ajudar, de acolher e de respeitar a vida que pulsa em cada um desses animais.
Que nenhum deles se sinta invisível hoje. 
Que a Tua luz os guie até um lugar seguro e que, em breve, o asfalto seja trocado por um lar e o medo pelo descanso de um afeto verdadeiro.
Amém.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Francisco de Assis ensina: quem reza, serve!




A oração sempre ocupou lugar central na vida cristã, não apenas como devoção, mas como fonte que sustenta e inspira todas as escolhas e ações do discípulo. Desde os antigos mestres espirituais, passando pela experiência de Santo Afonso de Ligório, aprendemos que rezar é reconhecer que “sem mim nada podeis fazer” e pedir o dom do Espírito para viver segundo o Evangelho. São Francisco de Assis é testemunha luminosa dessa verdade: sua profunda vida de oração, feita de silêncio, louvor, escuta e entrega, tornou-se ação concreta, serviço humilde, cuidado dos pequenos e reconstrução da vida dos que sofrem. Por isso, a oração cristã não permanece apenas na interioridade; ela abre o coração, purifica a intenção e conduz ao compromisso real com o Reino de Deus.

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Orar é elevar a mente e o coração a Deus, confiando inteiramente na sua graça. Não se trata de um gesto isolado de devoção, mas da fonte que orienta toda ação cristã. Desde os antigos mestres, como Hugo de São Vítor, e conforme a tradição bíblica do Livro da Sabedoria, entende-se que a oração é o caminho pelo qual se recebe a sabedoria e o Espírito: “Invoquei o Senhor, e veio a mim o espírito da sabedoria.” Hugo recorda que, sem o auxílio divino, a iniciativa humana é insuficiente. A oração, portanto, é o acesso à filiação divina e nos torna capazes de pedir e viver o dom do Espírito. Santo Afonso reforça essa verdade a partir do mandato de Cristo: “Sem mim nada podeis fazer”. A oração não é um adorno religioso, mas a respiração da vida cristã. Quem reza com sinceridade e constância pede, antes de tudo, o dom do Espírito, e desse encontro nascem a fé, a esperança e a caridade autênticas.
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A oração genuína, porém, não se limita ao interior: ela transforma e encaminha para o serviço. Enzo Bianchi e a tradição litúrgica lembram que a liturgia é “parusia antecipada”, sinal do Reino que já vem ao encontro do povo. O ministro, o celebrante e todo cristão só podem comunicar aquilo que carregam no coração: “Se você não estiver evangelizado, não poderá evangelizar; se a Palavra não mora em você, não poderá comunicá-la à assembleia.” São Carlos Borromeu aconselhava os ministros: “Se você administra os sacramentos, medite no que está fazendo. Se celebra a missa, medite no que está oferecendo. Se recita os salmos, medite a quem e do que está falando.” A regra é clara: a liturgia molda o coração para a caridade; a oração prepara e orienta a ação sacramental e pastoral. Orar e celebrar é preparar-se para servir e levar à vida aquilo que a Palavra e os sacramentos suscitam.
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A vida de São Francisco de Assis ilumina essa união inseparável entre contemplação e serviço. Seu Cântico das Criaturas, sua oração diante do crucifixo e sua intimidade com Deus revelam uma espiritualidade que transforma tudo em compaixão e prática solidária. Na prece diante do crucifixo, “Altíssimo, glorioso Deus, ilumina as trevas do meu coração. Dá-me fé reta, esperança certa e caridade perfeita. Dá-me, Senhor, senso e discernimento para que eu cumpra o teu santo e verdadeiro mandamento”, Francisco mostra a prioridade da vida cristã: pedir a graça para viver o Evangelho. Ele viu a criação como “um grande coro de onde brota contínua oração” e fez da atenção aos pobres a consequência necessária dessa experiência contemplativa. Para ele, a oração que não gera partilha não é conforme ao Evangelho: a verdadeira espiritualidade conduz ao encontro dos pequenos, ao cuidado dos leprosos, à partilha do alimento, à presença junto aos marginalizados. A caridade é o fruto visível da alma que reza.
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Praticar a fé significa, portanto, transformar a contemplação em gestos cotidianos: cultivar a Palavra, estudá-la, meditá-la, deixá-la moldar o coração; buscar a reconciliação com Deus e com os irmãos; ajudar os necessitados com partilha e presença; oferecer escuta; promover a comunhão. A Eucaristia, centro da vida cristã, recorda esse movimento: alimentar-se do Corpo do Senhor é assumir a responsabilidade de levar alimento e dignidade aos famintos. A espiritualidade franciscana sublinha que solidariedade é prática de amor: viver a destinação universal dos bens, a fraternidade e a partilha como escolhas diárias. “O que eu tenho, eu dou” resume a decisão de não viver para si, mas para quem precisa.
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Há, portanto, um caminho claro: a oração nos dá o Espírito; o Espírito fecunda a fé; a fé se traduz em obras de amor. Tal percurso exige humildade, ser sinal pobre de Cristo, e coerência litúrgica: a celebração não é espetáculo, mas gesto formativo que converte. Quem preside, canta ou reza os ofícios deve fazê-lo com atenção e reverência, consciente de que a liturgia possui força evangelizadora quando é vivida em adoração. Ao mesmo tempo, a prática cristã é profética: uma espiritualidade que não promove transformação social nem se compromete com a justiça permanece mutilada. A fé que salva é a que humaniza, denuncia injustiças, reconstrói e liberta.
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Concluímos com o mesmo espírito de Francisco, que inspirou gerações: oração e ação são duas faces da mesma vocação. Como escreveu o Poverello pouco antes de morrer: “Irmãos, até agora pouco ou nada fizemos; vamos recomeçar!” Recomeçar na oração, que desarma o ego e prepara o coração; recomeçar na caridade, que torna crível a Palavra de Deus. Orar e praticar é viver a fé como caminho de amor, nas pequenas ações, nas decisões corajosas, na partilha cotidiana, até que o mundo reconheça, em nós, o rosto misericordioso de Deus.

Paz e Bem!
Fr. Augusto Luiz Gabriel

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Ano Jubilar Franciscano - Mensagem do Ministro Provincial

 



Neste ano, celebramos os 800 anos da morte de São Francisco de Assis, que chama a morte de irmã e recorda que ninguém pode dela escapar: 

“Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal, 
da qual homem algum pode escapar. 
Felizes os que ela achar 
conformes à tua santíssima vontade, 
porque a morte segunda não lhes fará mal.” 

Nesse contexto, o Papa Leão XIV dirige à Igreja a proclamação de um tempo especial de graça, vivido de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, como convite para aprofundar a fé, buscar uma conversão mais sincera e experimentar renovação espiritual. 

Que este Ano Jubilar Franciscano, nos ajude a retomar o caminho com simplicidade, escuta e fidelidade, inspirados pelo testemunho de São Francisco de Assis. Acompanhe na #TVFranciscanos


A Transformação Impossível de São Francisco de Assis

 



SÃO FRANCISCO DE ASSIS | Do Luxo à Pobreza Radical Como o filho do homem mais rico de Assis se tornou o santo mais amado da história? Em 1206, Francesco Bernardone chocou a cidade inteira ao ficar nu na praça pública, devolver tudo ao pai, e escolher uma vida de pobreza absoluta. Mas o que levou um jovem festeiro e ambicioso a essa transformação radical? NESTE DOCUMENTÁRIO:
  • A juventude luxuosa de Francisco
  • Sua captura na guerra e crise existencial
  • A voz misteriosa do crucifixo de São Damião
  • O confronto épico com o pai na praça
  • A fundação da Ordem Franciscana
  • O encontro com o Sultão durante as Cruzadas
  • Os estigmas milagrosos no Monte Alverne
  • O legado que atravessou 8 séculos
⛪ Padroeiro: Itália, animais, ecologia

Assis de Francisco e Clara - Lugares de Peregrinação

 

Neste programa Lugares de Peregrinação conheceremos Assis, cidade onde viveu São Francisco e Santa Clara. 
Contemplaremos os lugares que marcaram a vida desses grandes santos, desde o Eremitério dos Carceri, passando pela Basílica de Santa Clara, também pelo local onde nasceu Francisco, sua casa paterna, até chegarmos à belíssima basílica onde repousam seus restos mortais. 
Acompanhe conosco!


domingo, 11 de janeiro de 2026

Papa Leão XIV proclama o Ano Jubilar Franciscano para o 800° ano da morte de São Francisco de Assis


Papa Leão XIV proclama o Ano Jubilar Franciscano para o 800° ano da morte de São Francisco de Assis e concede Indulgência Plenária.

Anunciamos com alegria a promulgação do Decreto que institui um Ano Jubilar especial em comemoração ao oitavo centenário da morte de São Francisco de Assis. 
Sua Santidade o Papa Leão XIV estabeleceu que este Ano de São Francisco será celebrado de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027, durante o qual todos os fiéis cristãos são convidados a seguir o exemplo do Santo de Assis, tornando-se modelos de santidade de vida e incansáveis ​​testemunhas da paz. A Penitenciaria Apostólica concede indulgência plenária, nas condições habituais, a todos os que participarem devotamente deste Jubileu extraordinário, que representa uma continuação ideal do Jubileu Ordinário de 2025.

Este Ano Jubilar é especialmente dirigido aos membros das Famílias Franciscanas da Primeira, Segunda e Terceira Ordens, Regulares e Seculares, bem como aos Institutos de Vida Consagrada, Sociedades de Vida Apostólica e Associações que observam a Regra de São Francisco ou se inspiram em sua espiritualidade. A graça deste ano especial, porém, estende-se também a todos os fiéis, sem distinção, que, com espírito desapegado do pecado, visitarem em peregrinação qualquer igreja conventual franciscana ou lugar de culto dedicado a São Francisco, em qualquer lugar do mundo. Os idosos, os enfermos e aqueles que, por motivos graves, não podem deixar suas casas, também poderão obter indulgência plenária, unindo-se espiritualmente às celebrações jubilares e oferecendo a Deus suas orações, dores e sofrimentos.

Nesta época de celebração, que coroa oito séculos de memória franciscana, convidamos cordialmente todos os fiéis a participarem ativamente deste Jubileu excepcional. Que o exemplo luminoso de São Francisco, que soube tornar-se pobre e humilde para ser um verdadeiro alter Christus na terra, inspire nossos corações a viver em autêntica caridade cristã para com os outros e com sinceros desejos de harmonia e paz entre os povos. Seguindo os passos do Pobrezinho de Assis, transformemos a esperança que nos fez peregrinos durante o Ano Santo no fervor e zelo da caridade ativa.

Via: Frei Francisco



quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Compadre Francisco | Episódio #22

 


TvFranciscanos

Paz e Bem, gente querida! 
Começamos 2026 do jeito certo! 
O primeiro Compadre Francisco do ano chega com fé, música e solidariedade: a bonita tradição da Folia de Reis em Xaxim, o quadro Que t@u com Frei Leandro e uma ação de Natal cheia de humanidade do SEFRAS, em São Paulo. 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Despertar para a Vocação Franciscana: Um Caminho de Discernimento



Você sente um chamado especial em seu coração? Uma inquietação que te convida a buscar um sentido mais profundo para sua vida? O caminho vocacional franciscano é uma experiência de encontro com Deus, inspirado no testemunho de São Francisco de Assis, que nos ensina a viver o Evangelho em fraternidade, simplicidade e itinerância.
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Na Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, acreditamos que a vocação é um dom a ser cultivado e discernido com liberdade e maturidade. O Serviço de Animação Vocacional (SAV) está aqui para te acompanhar nessa jornada, ajudando a esclarecer o chamado de Deus em sua vida.O primeiro passo nesse caminho de discernimento é entrar em contato com os frades. Passando pelas etapas de acompanhamento, até a inserção na fraternidade, cada momento é uma oportunidade de aprofundamento na espiritualidade, na vida comunitária e na missão franciscana.
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Nosso itinerário formativo tem início na Animação Vocacional, um tempo de discernimento para os jovens que desejam conhecer melhor a vocação e o jeito de viver a vida consagrada como franciscano. Durante esse período, proporcionamos encontros formativos, momentos de oração e retiro, acompanhamento pessoal. Valorizamos principalmente a experiência de inserção numa Fraternidade Franciscanas para que por meio da convivência fraterna cada vocacionado possa compreender se essa é a sua vocação e com maturidade decidir qual o caminho a seguir.
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Acreditamos que a vocação é um constante recomeçar. São Francisco nos ensina que estamos sempre iniciando nosso caminho com Deus, com humildade e disponibilidade para servi-Lo.
O Serviço de Animação Vocacional (SAV) tem a missão de coordenar e animar o trabalho vocacional nas diferentes frentes da Fraternidade Provincial. A Animação Vocacional, partindo do testemunho de vida dos frades, consiste em sensibilizar o povo de Deus a buscar sua própria vocação no mundo e na Igreja e em suscitar, acolher e apoiar novas vocações para a Ordem dos Frades Menores. Este serviço encontra seu vigor na atualidade e pertinência do ideal evangélico de Francisco de Assis.
Um Convite ao Discernimento

Se você sente em seu coração o desejo de conhecer mais sobre a vida franciscana, queremos caminhar com você! O processo vocacional é um tempo de escuta e descobertas, e estamos aqui para te ajudar nessa jornada.
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Acesse o formulário abaixo e faça sua inscrição para iniciar esse belo caminho de discernimento. Permita-se viver essa experiência de encontro, de partilha e de resposta ao chamado de Deus.
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“Vamos, irmãos, começar a servir ao Senhor nosso Deus, pois até agora pouco ou nada fizemos!” (São Francisco de Assis)
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Venha conhecer mais sobre a vida franciscana e descobrir se esse é o caminho que Deus preparou para você!
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Mais informações sobre vocação franciscana clique: AQUI



quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Cantiga da Perfeita Alegria - Coral Cantos da Ilha

 


Cantiga da Perfeita Alegria L & M: Frei Luiz Carlos Susin Arr.: Miguel Philippi Coral Cantos da Ilha Regente: Miguel Philippi Associação Coral Santíssima Trindade Cantores de São Francisco de Assis Coral Nossa Senhora da Lapa - Vozes do Mar Coral Vozes de Jurere


segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Dia da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria

 

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No dia da Imaculada Conceição, celebramos aquela que, desde o princípio, foi acolhida por Deus como jardim puro e aberto à graça. Maria, a Bem-Aventurada Virgem, é para nós, franciscanos sinal de beleza, humildade e entrega total ao Senhor. 

Em sua vida plena de graça, contemplamos o projeto de Deus realizado no amor; nela, encontramos a Mãe que caminha conosco, inspira nosso serviço e conduz nossos passos à Paz e à Fraternidade. Como Padroeira da nossa Província, ela nos acompanha de modo ainda mais especial neste Ano Jubilar em que celebramos 350 anos de História, Missão e Presença Fraterna. 

Que sua luz nos ajude a viver com simplicidade e confiança, como filhos e filhas que desejam seguir Cristo com o coração livre. Mãe de misericórdia nos fortaleça, ilumine nossos caminhos e rogue por nós, sustentando-nos na graça e na esperança.