"SENHOR, FAZEI-ME INSTRUMENTO DE VOSSA PAZ".

Sua maior intenção, seu desejo principal e plano supremo era observar o Evangelho em tudo e por tudo,imitando com perfeição, atenção, esforço, dedicação e fervor os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo no seguimento de sua doutrina". (Vida de S. Francisco - 1Cel 84)

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você está fazendo o impossível.São Francisco de Assis"

domingo, 11 de novembro de 2018

Saudação e benção do Papa Francisco ao povo da Amazônia e ao Barco Hospital idealizado pelo Frei Francisco que vai servir toda aquela vasta região.

Quem ama a Terra, ama sem limites a Deus, pois nela está toda Sua Criação que nos deus com todo o Seu Amor. 
PAZ E BEM!


Frei Francisco junto ao papa! E O BARCO HOSPITAL

Eu como um franciscano de coração e de alma, fico muito feliz por vocês estar conseguindo terminar o Barco, que Nosso Senhor Jesus Cristo os ajude sempre, pois o pai São Francisco com certeza bate em cada coração de cada frei Franciscano os fortalecendo nessas empreitadas que sem a interseção divina seria impossível. PAZ E BEM!
Rivaldo R. Ribeiro




FRANCISCO, O SANTO DA ECOLOGIA



A ecologia de Francisco sempre foi perceber que há um Criador, Aquele que faz tudo se mover pelo sopro do Espírito. "Todos nós somos criaturas de Deus, somos irmãos e irmãs. É muito importante perceber que existem laços que nós unem", 
ensina Frei Vitorio Mazzuco.

TV Franciscanos 



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Lugar onde Santa Clara Viveu Milagre da Eucaristia




Clara por Claras: Protegida pela Eucaristia



Rezemos para que Santa Clara nos ensine o real valor da Eucaristia, que nos alimenta e dá forças para enfrentarmos os desafios de todos os dias!
VÍDEO : TvFranciscanos


FUGA DOS SARRACENOS-A força da oração.


Clara não podia compreender uma vida consagrada com a segurança dos grandes mosteiros e das grandes propriedades. A Santa se empenhava valentemente para que ela e suas irmãs pudessem viver em alegre e austera pobreza. 

Houve uma época em que os sarracenos estavam nos vales das cercanias de Assis. Eles eram soldados muçulmanos contratados por Frederico II, que já tinha sido ex-comungado pela segunda vez, para tomar Assis, uma comuna filo-papal. Todos os conventos dessa época já tinha sido saqueados e faltava apenas São Damião.

A iminência de um ataque deixava os damianitas em pavor. Segundo Celano, tremendo para falar, levaram seus prantos à madre. Corajosa, ela mandou que a levassem, doente, para a porta, diante dos inimigos, colocando à sua frente uma caixinha de prata revestida de marfim, onde guardavam com suma devoção o Santíssimo.

Prostrada no chão, assim rezou:
"Meu Senhor, quereis entregar estas vossas servas frágeis, que criei em vosso amor, nas mãos dos pagãos? Guardai, eu vos suplico, Senhor, estas vossas servas que no momento não posso defender com minhas forças". Ouviu-se, então, uma voz dizendo: "Eu vos defenderei sempre!". 

"Meu Senhor, acrescentou ela, protegei também, se assim for de vosso agrado, esta cidade que nos sustenta por amor de Vós". "Assis sofrerá sérios transtornos, mas será defendida por minha fortaleza".

Levantando o rosto banhado em lágrimas, confortou as irmãs que choravam: "Minhas filhas, asseguro que ninguém sofrerá nata; basta confiar em Cristo".

No mesmo instante, os invasores se puseram em fuga, descendo pelos muros que haviam escalado, tal a força daquela que orava e a graça concedida pelo Senhor.

FONTE:  http://www.franciscanos.org.br/index.php

domingo, 21 de outubro de 2018

4º FIAT - A FESTA DA SOBRIEDADE 2018



A maior Festa da Sobriedade do interior paulista, foi um encontro de muita fé e alegria. 
As 10 comunidades terapêuticas do Lar São Francisco, se reuniram num evento de muita celebração e ação de graças, para intensificar a fé e fortalecer na caminhada junto a Deus.


sábado, 20 de outubro de 2018

A espiritualidade evangélica do Santo de Assis




A espiritualidade de Francisco é a espiritualidade evangélica, isto é, a espiritualidade vivida e pensada a partir da Boa-Nova. "Cada palavra do Evangelho é para Francisco o sopro do Espírito. 
Viver uma espiritualidade do Evangelho é se encantar por este Deus que Francisco de Assis se encantou", afirma Frei Vitório Mazzuco.


sábado, 22 de setembro de 2018

SÃO PADRE PIO EM VIDA

Vídeo de São Padre Pio em vida, notamos como ele era doce, seu olhar penetrante.


Palavra da Hora - Aprender a dizer não

Linda reflexão Frei, exatamente isso, o momento que estamos vivendo de luta contra a doença da corrupção. 
Temos que dizer NÃO frente a esse triste momento que humanidade vive, não sei se esse o termo correto "humanidade vive". Isso porque a vida perdeu o sentido a muito tempo, atualmente apenas o materialismo é interessante enquanto a vida agoniza em todos os sentidos. 
PAZ E BEM!




No quadro "Palavra da Hora", Frei Almir Guimarães destaca a importância de aprender a dizer não. 
Para ele, é necessário dizer não ao “vale tudo”, como expressão de uma total falta de moral.

TvFranciscanos

domingo, 9 de setembro de 2018

Porziuncola



Attraverso questo video desideriamo raccontarti la Porziuncola di Santa Maria degli Angeli:
- la chiesetta riparata da Francesco d'Assisi, e dove ...
- poté ascoltare il Vangelo e comprendere in profondità la propria vocazione,
- ai unirono a Francesco i primi compagni,
- Chiara d'Assisi si consacrò al Signore,
- i frati minori si riunivano in Capitolo,
- Francesco fu tentato e si gettò nei rovi che divennero rose senza spine,
- Francesco ottenne, in visione di Gesù e Maria, l'Indulgenza della Porziuncola,
- e, infine, dove Francesco volle tornare per il suo beato transito dal tempo all'Eterno.

Per altre info: http://www.porziuncola.org

TRADUÇÃO DIRETA:
Através deste vídeo, gostaríamos de falar sobre a Porciúncula de Santa Maria dos Anjos:
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- a igreja protegida por Francesco d'Assisi, e onde ...
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- ele foi capaz de ouvir o Evangelho e entender profundamente sua própria vocação,
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- os primeiros companheiros se juntaram a ele para Francesco,
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- Clara de Assis consagrou-se ao Senhor
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- os frades menores encontraram-se no Capítulo,
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- Francisco foi tentado e atirou-se nos espinhos que se tornaram rosas sem espinhos,
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- Francisco obteve, na visão de Jesus e Maria, a indulgência da Porciúncula,
e, finalmente, onde Francisco queria voltar para seu abençoado trânsito do tempo para o Eterno.

domingo, 2 de setembro de 2018

Acima de Tudo o Amor - Especial "Lar São Francisco de Assis" (bloco 6)

"Um Hospital é a obra mais importante dentro de um Município, hospital é obra Sagrada da Vida, ele está presente quando chegamos ao mundo e quando partimos" Frei Francisco



Exibido em 11/11/2015. 
Continue assistindo à série sobre a "Associação e Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus", uma instituição que tem os mesmos valores do Hospital de Câncer de Barretos, no aspecto de humanização e qualidade no atendimento. 

Confira também as outras partes deste programa: 

Bloco 4: https://youtu.be/FQstCLpg-eE

Bloco 5: https://youtu.be/NVYeTiSClAw


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Festa do Martírio de São João Batista



Na série Palavra da Hora, hoje Frei Felipinho fala sobre a Festa do Martírio de São João Batista. "Oxalá São João Batista nos dê a sua coragem em testemunhar Jesus e amá-lo como ele amou", pediu o frade.

Evangelho segundo S. Marcos 6,17-29.

Naquele tempo, o rei Herodes mandara prender João e algemá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, a mulher do seu irmão Filipe, que ele tinha tomado por esposa.
João dizia a Herodes: «Não podes ter contigo a mulher do teu irmão».
Herodíades odiava João Baptista e queria dar-lhe a morte, mas não podia,porque Herodes respeitava João, sabendo que era justo e santo, e por isso o protegia. Quando o ouvia, ficava perturbado, mas escutava-o com prazer.
Entretanto, chegou um dia oportuno, quando Herodes, no seu aniversário natalício, ofereceu um banquete aos grandes da corte, aos oficiais e às principais personalidades da Galileia.
Entrou então a filha de Herodíades, que dançou e agradou a Herodes e aos convidados. 
O rei disse à jovem: «Pede-me o que desejares e eu to darei».
E fez este juramento: « Dar-te-ei o que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino».
Ela saiu e perguntou à mãe: «Que hei-de pedir?». 
A mãe respondeu-lhe: «Pede a cabeça de João Baptista».
Ela voltou apressadamente à presença do rei e fez-lhe este pedido: «Quero que me dês sem demora, num prato, a cabeça de João Baptista».
O rei ficou consternado, mas por causa do juramento e dos convidados, não quis recusar o pedido.
E mandou imediatamente um guarda, com ordem de trazer a cabeça de João. O guarda foi à cadeia, cortou a cabeça de João
e trouxe-a num prato. A jovem recebeu-a e entregou-a à mãe.
Quando os discípulos de João souberam a notícia, foram buscar o seu cadáver e deram-lhe sepultura.

Da Bíblia Sagrada – Edição dos Franciscanos Capuchinhoswww.capuchinhos.org

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Quaresma de São Miguel Arcanjo


Quando São Francisco começou a Quaresma de São Miguel Arcanjo.
Uma tradição franciscana, a Quaresma a São Miguel Arcanjo é um tempo especial de oração e penitência. Tem início, com a Festa da Assunção de Nossa Senhora em 15 de agosto e termina no dia 28 de setembro, véspera da festa em honra aos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael.
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São Francisco foi um santo que na sua vida mortal procurava nutrir muito sua alma para não esfriar o seu amor por Jesus, com um espírito de oração e sacrifício muito grande.
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Para tanto, ele realizava por ano três quaresmas, além de outro período de jejum e oração em honra da Mãe de Deus, pela qual tinha um doce e especial amor, que ia da festa de São Pedro e São Paulo Apóstolos à festa da Assunção de Nossa Senhora. Foi de um modo muito especial que, na Quaresma de São Miguel Arcanjo, Deus coroou Francisco de graças abundantes, dentre elas a de marcá-lo em seu corpo, pelo profundo desejo de imitar ao seu Filho Jesus Cristo, com os sinais de sua Paixão. Todas essas quaresmas eram realizadas no Monte Alverne. (Alverne: "verna" vem de "vernare", verbo utilizado por Dante e que significa "fazer frio"; gela.)
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São Boaventura diz em sua Legenda Maior em seu capítulo 9, parágrafo 3 dos escritos biográficos de São Francisco: "um vínculo de amor indissolúvel unia-o aos anjos cujo maravilhoso ardor o punha em êxtase diante de Deus e inflamava as almas dos eleitos". Por devoção aos anjos, celebrava uma quaresma de jejuns e orações durante os quarenta dias que seguem a Assunção da Santíssima Virgem Maria.
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São Miguel, sobretudo, a quem cabe o papel de introduzir as almas no paraíso, era objetivo de uma devoção especial, em razão do desejo que tinha o santo de salvar a todos os homens. Era do conhecimento de Francisco a autoridade e o auxílio que o Arcanjo Miguel tem em exercício das almas, em salvá-las no último instante da vida e o poder de ir ao purgatório retirá-las de lá.
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Esse era o principal motivo pelo qual Francisco realizava sua quaresma e isso nos é relatado na legenda Terusiana no número 93 de sua biografia, na qual o santo vai dizer no ano de 1224, ano em que recebeu os estigmas ao avistar o Monte Alverne em visita ao eremitério: "Para honra de Deus, da bem-aventurada Virgem Maria e de São Miguel, Príncipe dos Anjos e das almas, quero fazer aqui uma quaresma".
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É neste mesmo ano que ele realizou a 1ª quaresma em hora de São Miguel Arcanjo. Foi neste ano que estando Francisco a rezar no Monte Alverne, relata a Legenda Menor de sua biografia. Em sua primeira quaresma em honra do glorioso Arcanjo Miguel, sentiu ele com maior abundância do que nunca, a suavidade de contemplação Celeste, o andor dos desejos sobrenaturais, a profusão das graças divinas transportado até Deus num fogo de amor seráfico, e transformado pelos arroubos de uma profunda compaixão naquele que, em seus extremos de amor, quis ser crucificado.
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Orava certa manhã numa das partes do monte. Aproximava a festa da Exaltação da Santa Cruz, quando ele viu descer do alto do Céu um Serafim de seis asas flamejantes, o qual, num rápido vôo, chegou perto do lugar onde estava o homem de Deus.
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O personagem apareceu-lhe não apenas munido de asas, mas também crucificado, mãos e pés estendidos e atados a uma cruz. Duas asas elevavam-se por cima de sua cabeça, duas outras estavam abertas para o vôo, as duas últimas cobriam-lhe o corpo.
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Tal aparição deixou Francisco mergulhado num profundo êxtase, enquanto em sua alma se mesclava a tristeza e a alegria: uma alegria transbordante ao contemplar a Cristo que se lhe manifestava de uma maneira tão milagrosa e familiar, mas ao mesmo tempo uma dor imensa, pois a visão da cruz transpassava sua alma com uma espada de dor e de compaixão.
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Aquele que assim externamente aparecia e o iluminava também internamente. Francisco compreendeu então que os sofrimentos da paixão de modo algum podem atingir um Serafim que é um espírito imortal.Mas essa visão lhe fora concedido para ensinar que não era o martírio do corpo, mas o amor o incendiou a alma que deveria transformá-lo, tornando-o semelhante a Jesus Crucificado. Após uma conversação familiar, que nunca foi revelada aos outros, desapareceu aquela visão, deixando-lhe o coração inflamado de um ardor seráfico e imprimindo-lhe na carne a semelhança externa com o crucificado, como a marca de um sinete na cera que o calor do fogo fez derreter.
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Logo começaram, com efeito, a aparecer em suas mãos e pés as marcas dos cravos.Quando o verdadeiro amor transformou o amigo de Cristo na semelhança d'Aquele que ele amava, terminado os quarenta dias previsto no monte e na solidão, chegou a festa de são Miguel; e Francisco, homem evangélico, desceu do Monte, trazendo a imagem do crucificado, não esculpida em tábuas de pedra ou de madeira pela mão de algum artifício, mas reproduzida em sua própria carne pelo dedo do Deus Vivo.
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Francisco para não se igualar a Jesus que ficou 40 dias e 40 noites em jejum total, come ao final destes dias um pedaço de pão e bebe água, pois se achava indigno de se igualar a Jesus.

Colaboração da nossa Irmã Sherb Fernandes


sábado, 11 de agosto de 2018

Santa Clara és Belo Lírio- TV FRANCISCANOS



Letra: Frei Ulysses Antonio Nunes Calvo Música: Frei Ademir José Peixer
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OBS.
As estrofes 02 e 03 não está no vídeo, acredito que seja para acompanhar as cenas do filme.

.1. De Assis filha ditosa de família e tradição Prometida em casamento pra uma vida sem paixão. No seu ser havia um sonho escondido até então Revelou-se de repente em Francisco seu irmão. Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor. 2. De poesia e romantismo não viveu teu coração Despojando-se de tudo entregou-se a vocação. Sol e Lua se encontraram em fraterna comunhão Pelos pobres e leprosos fez da vida uma oração. 3. Não demoras tão sozinha muitas logo vem a ti Pra na radical pobreza nova ordem construir. Da oração contemplativa do trabalho serviçal São Damião agora brilha com fulgor celestial. 4. Os milagres logo surgem de tua vida virginal Cegos, coxos e leprosos todos querem um sinal. Radical na obediência, na acolhida maternal Corpo e alma são curados tu repeles todo o mal. 5. A "Plantinha de Francisco" com seu Pai quis se encontrar Nesse encontro deu-se a luz e fez toda Assis brilhar. Sua fé fez-se mais forte, trouxe força e proteção E venceu os sarracenos com o ostensório em sua mão. 6. Clara em nome, clara em vida, claro foi teu ideal Dama pobre e virtuosa de pureza sem igual. Chega o dia em que o esposo vem buscar-te para Deus No seu corpo incorrupto vê-se aquilo o que viveu.


SANTA CLARA ÉS BELO LÍRIO



Lançamento do CD "Perfeita Alegria - Frei Florival & Amigos" na comunidade São Vicente de Paulo, Colatina-ES, no dia 26/10/2013.
SANTA CLARA ÉS BELO LÍRIO
Letra e Música: Fr. Ulysses Antonio Nunes Calvo, ofm e Fr. Ademir José Peixer, ofm
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1. De Assis filha ditosa de família e tradição
Prometida em casamento pra uma vida sem paixão.
No teu ser havia um sonho escondido até então
Revelou-se de repente em Francisco seu irmão.
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2. De poesia e romantismo não viveu teu coração
Despojando-se de tudo entregou-se a vocação.
Sol e Lua se encontraram em fraterna comunhão
Pelos pobres e leprosos fez da vida uma oração.
Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor
Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor.
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3. Não demoras tão sozinha muitas logo vem a ti
Pra na radical pobreza nova ordem construir.
Da oração contemplativa do trabalho serviçal
São Damião agora brilha com fulgor celestial.
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4. Os milagres logo surgem de tua vida virginal
Cegos, coxos e leprosos todos querem um sinal.
Radical na obediência, na acolhida maternal
Corpo e alma são curados tu repeles todo o mal.
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5. A "Plantinha de Francisco" com seu Pai quer se encontrar
E com a ceia fabulosa toda Assis sua luz verá.
E já fraca e doente em sua fé tem proteção
Expulsando os sarracenos com o ostensório em sua mão.
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6. Clara em nome, clara em vida, claro foi teu ideal
Dama pobre e virtuosa de pureza sem igual.
Chega o dia em que o esposo vem buscar-te para Deus
No teu corpo incorrupto vê-se aquilo o que viveu.

Paróquia Santa Clara de Assis - Colatina

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Clara por Claras: Clausura - Grades que não prendem



As Irmãs Clarissas seguem o modo de vida inspirado em Santa Clara de Assis. Residem em “mosteiros” e são irmãs contemplativas. Mas o que significa isso? Veja o vídeo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

02 de Agosto - NOSSA SENHORA DOS ANJOS: PATRONA DA ORDEM DOS FRANCISCANOS

Nossa Senhora dos Anjos é patrona da Ordem dos Franciscanos. É no interior da basílica a ela dedicada que está a capela de Porciúncula, local especialmente caro a São Francisco de Assis e onde o santo veio a falecer. Seu biógrafo conta que Deus havia revelado a Francisco que Nossa Senhora tinha uma predileção especial pela capela já que Porciúncula em italiano significa “pedacinho”.
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Não se sabe ao certo a origem da capela, mas conta-se que foi construída por um grupo de peregrinos que voltava da Terra Santa e que nela era venerado uma relíquia atribuída ao túmulo de Nossa Senhora. Ao reunirem-se os fiéis para lá rezar, era possível ouvir o coro dos anjos, e foi daí que se originou a denominação Nossa Senhora dos Anjos, que anos mais tarde veio a dar nome à basílica local.
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A data de 02 de agosto para celebrar Nossa Senhora dos Anjos foi determinada por ter sido o dia em que São Francisco ali recebeu a indulgência do Dia do Perdão, que ano mais tarde veio a ser celebrado pela Igreja toda por decreto do Papa Pio XII.
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Mère Poux professava uma grande devoção a Nossa Senhora dos Anjos, tendo-a, haurido, desde a infância, no Mosteiro das Clarissas em Poligny. Mère Poux contava as suas alunas como São Francisco havia obtido do céu a graça do perdão concedida aos pecadores. Pedia-lhes que comungassem no dia da Festa de Nossa Senhora dos Anjos. No dia 28 de abril de 1854, Pio IX concedeu, à Perpetuidade, a indulgência da Porciúncula à capela de Mâcon. A cada ano, no dia 2 de agosto, as Irmãs da Congregação dos Santos Anjos, festejam a Festa de Nossa Senhora dos Anjos.
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A pouca distância da cidade de Assis, em espaçosa planície, está situada a igreja de Nossa Senhora dos Anjos.
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A primeira ermida foi construída no fim do ano de 352, por quatro piedosos eremitas, vindos de Jerusalém. Tendo eles posto, nessa ermida, à veneração dos fiéis, uma relíquia do sepulcro da Santíssima Virgem, dedicaram-na a Maria, assunta ao céu, pelos Anjos, e daí se derivou o título - Santa Maria dos Anjos, ou, como nós dizemos, Nossa Senhora dos Anjos.
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Até aqui, a notícia já nos dá a razão do título Nossa Senhora dos Anjos, porém diremos ainda por que motivo essa ermida se tornou célebre em todo o mundo.
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Cento e sessenta anos depois de construída, a referida ermida, achando-a São Bento abandonada e em ruína, a reconstrói, aumentando-a e embelezando-a, e por ser uma porçãozinha de herdade que ali tinham os beneditinos, foi chamada igreja da Porciúncula (piccola porzione).
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São Francisco, que deu tanto lustro a Assis, frequentou, quando criança, essa pequena igreja, e, vendo-a mais tarde novamente abandonada e decadente, pediu ao abade D.Tebaldo que lhe cedesse, no ano de 1208. Tendo sido satisfeito o seu pedido, restaurou-a com as próprias mãos, construindo depois, em sua vizinhança, uma cela, que preferiu a qualquer lugar, para estabelecer nela a sua morada. Depois de ter habitado nela, sozinho, durante dois anos, ouvindo, um dia, ao Evangelho da santa missa celebrada nessa capela, a recomendação de Cristo a seus discípulos – “que não levassem em suas viagens, nem dinheiro, nem alforge, nem bastão” - tomou essas palavras como norma de sua vida e como a primeira regra da Ordem dos Menores, que institui, para promover com mais eficácia a glória de Deus e a santificação das almas.
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É célebre, portanto, a igrejinha da Porciúncula, por ter sido o berço da Ordem Franciscana; mas a causa principal do no­me da aludida capela é a singular mercê que São Francisco alcançou - a indulgência da Porciúncula.
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A história da concessão dessa indulgência é a seguinte: estando São Francisco, uma noite em oração, abrasado no zelo da salvação das almas, conheceu, por uma luz superior, que Jesus e Maria estavam na Capela. Corre então para lá e, apenas entra, dá com os olhos em Jesus e Maria, no meio de uma grande multidão de anjos. A Mãe de Deus dirige-se logo a ele, animando-o a pedir alguma graça.
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O seráfico Patriarca, que dava mais importância ao bem espiritual do que ao material, pede então uma indulgência ple­nária, isto é, a remissão de todos os pecados para aqueles que, arrependidos e confessados, visitassem aquela capela, dedicada à Rainha dos Anjos.
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Acedeu graciosamente o Senhor, e, mandando-lhe que a fosse pedir ao Papa, seu Vigário na terra e a visão desapareceu.
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Cheio de contentamento foi o Santo procurar o Papa, que era Honório III.
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Admirou-se sobremaneira o Pontífice, ouvindo a narração da maravilhosa visão que tivera São Francisco; todavia, iluminado por Deus, prestou-lhe fé, e não obstante ser o pedido desacostumado e amplíssimo, concedeu a pedida indulgência, escolhendo o Pontífice o dia 2 de agosto para se fazer jus a tão singular privilégio. A bula da concessão foi expedida em 1223.
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Esta graça tem sido confirmada e ampliada por muitos sumos Pontífices a outros santuários da família franciscana.
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Nas vésperas de algumas solenidades, desciam de noite numerosos coros de anjos que cantavam aleluias e muitas vozes e faziam grandes festas. Por essa razão era conhecida desde tempo imemoriável como Santa Maria dos Anjos. Chamava-na também de Porciúncula, porque, conforme a tradição os beneditinos tinham vivido ali antes de se instalar no Monte Subásio, e lhes haviam dado uma pequena porção de terra para o cumprimento de suas obrigações monásticas.
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A Basílica de Santa Maria dos Anjos de imponentes dimensões, é a sétima em ordem de grandeza entre as igrejas cristãs. Em março de 1569 foi colocada a pedra fundamental, pelo bispo de Assis Filippo Geri, da majestosa Basílica de Santa Maria dos Anjos, que por vontade do papa Pio V, abrigaria em seu interior a capela da Porciúncula. O projeto foi feito pelo arquiteto perugiano Galeazzo Alessi. A construção terminou somente em 1679. Com o terremoto de 1832 ficou totalmente danificada, porém, saíram ilesas a cúpula e a Capelinha da Porciúncula.
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Foi reconstruída por Luigi Poletti. Em 1930 foi colocada a estátua áurea de Nossa Senhora dos Anjos, obra do escultor Colasanti. No interno da Basílica há três naves, de uma grande beleza e harmonia, e uma série de capelas laterais.
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No centro debaixo da cúpula, se encontra a Capela da Porciúncula, decorada externamente com pinturas de Andréa d'Assisi. No teto um tabernáculo gótico, renovado depois do terremoto de 1832. A construção de uma grandiosa basílica a Nossa Senhora dos anjos responderia ao desejo de englobar a pequena capela e os outros ambientes onde Francisco viveu, num único ambiente. E ser capaz de conter maior quantidade de peregrinos em visita a Porciúncula, restaurada por São Francisco a primeira capela de Santa Maria dos Anjos que o santo recebeu dos beneditinos de Subásio. Estão ali também o primeiro convento, e a capela do Trânsito, lugar onde São Francisco morreu em 4 de outubro de 1226.
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Frei Tomás de Celano, primeiro biógrafo de São Francisco, narra o amor do santo para com aquele local dedicado à Nossa Senhora chamado "Porciúncula", que quer dizer "Pedacinho": "O santo teve uma preferência especial por esse lugar, quis que os frades o venerassem de maneira toda particular e que fosse conservado como espelho de toda a sua Ordem na humildade e na extrema pobreza. A Porciúncula, conserva todo o frescor da primitiva austeridade franciscana. As pedras recordam as mãos frágeis do restaurador Francisco de Assis.
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Milhões e milhões de pessoas se prostraram aqui para encontrar a paz e o perdão na grande indulgência da Porciúncula. Os peregrinos que chegam à porta da grande Basílica de Santa Maria dos anjos, se sentem atraídos pela pequena igreja, que está bem no coração do santuário. Foi naquela capela que Francisco recebeu a célebre indulgência do "Dia do Perdão", celebrado anualmente a 2 de agosto. A festa do Perdão é ainda hoje uma da mais importantes da Ordem Franciscana. Esta indulgência foi estendida à toda Igreja Católica pelo Papa Pio XII.
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Diz a história: Uma noite do ano 1216, Francisco estava em profunda contemplação na pequena igrejinha da Porciúncula, quando improvisamente apareceu uma grande luz e Francisco viu sobre o altar Cristo revestido de luz e a sua direita a Mãe Santíssima cercada por uma multidão de anjos. Francisco adorou em silêncio com o rosto por terra o seu Senhor. - Pede o que deseja para a salvação das almas, disse Jesus. A resposta de Francisco foi imediata.- Santíssimo Pai, eu sei que sou um miserável e pecador, te peço para que todos os penitentes que se confessarem e irem visitar esta igreja seja lhes concedido amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todos as culpas.
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Aquilo que tu me pedes, Francisco, é grande, lhe disse o Senhor. Porém de coisas maiores tu és digno e as terás. Acolho portanto, o teu pedido, mas quero que tu peças ao meu vigário na terra, de minha parte, esta indulgência.
E Francisco se apresentou ao papa Onório II, que se encontrava em Perúgia e com simplicidade lhe contou a visão que tivera. O papa o escutou com atenção e depois de certa hesitação, lhe perguntou: Por quantos anos quer esta indulgência? Santo Padre, não peço anos, mas "almas" respondeu Francisco. 
E, feliz saiu apressado, mas o papa o chamou de volta e disse: Como, você não quer um documento? Santo Padre, para mim basta a vossa palavra! Se esta indulgência é obra de Deus, ele se encarregará de manifesta-la, eu não preciso de nenhum documento. Este documento deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o tabelião e os anjos as testemunhas. Uns dias mais tarde, junto com os bispos da Úmbria, disse chorando ao povo reunido na Porciúncula: "Irmãos meus, quero mandar-vos todos para o Paraíso"!

No Brasil existem muitas paróquias e templos dedicados a Nossa Senhora dos Anjos.

Via Mons André Sampaio

Templário de Maria



quarta-feira, 1 de agosto de 2018

PERDÃO DE ASSIS

    Imagem da internet

No calendário litúrgico franciscano, o dia 2 de agosto é dedicado à celebração da Festa de Nossa Senhora dos Anjos, popularmente conhecida como “Porciúncula”. Na introdução do texto litúrgico do missal e da liturgia das horas, se diz o seguinte:

“O Seráfico Pai Francisco, por singular devoção à Santíssima Virgem, consagrou especial afeição à capela de Nossa Senhora dos Anjos ou da Porciúncula. Aí deu início à Ordem dos Frades Menores e preparou a fundação das Clarissas; e aí completou felizmente o curso de seus dias sobre a terra. Foi aí também que o Santo Pai alcançou a célebre Indulgência , que os Sumos Pontífices confirmaram e estenderam a outras muitas igrejas. Para celebrar tantos e tão grandes favores ali recebidos de Deus, instituiu-se também esta Festa Litúrgica, como aniversário da consagração da pequenina ermida”.

A propósito da Porciúncula, o Santo Padre se expressou recentemente nos seguintes termos: “O caminho espiritual de São Francisco teve início em São Damião, mas o verdadeiro lugar amado, o coração pulsante da Ordem, onde a fundou e onde, por fim, entregou sua vida a Deus, foi a Porciúncula, a ‘pequena porção’, o cantinho junto à Mãe da Igreja; junto a Maria que, por sua fé tão firme e por seu viver tão inteiramente do amor e no amor com o Senhor, todas as gerações a chamarão bem-aventurada.”

Por Frei Régis Daher, OFM

Nossa Senhora dos Anjos e o Perdão de Assis:02/08





O DIA DO PERDÃO: 02 de Agosto

Em 1216 São Francisco de Assis estava orando na igrejinha da Porciúncula, quando de repente ela torna-se iluminada, e São Francisco de Assis vê sobre o altar o Cristo revestindo de luz e à sua direita a Mãe Santíssima. 

E eles perguntam a São Francisco o que ele desejava para que as almas fossem salvas? Assim ele Os pede que seja concedido um generoso perdão a todos que se arrependessem e confessassem seus pecados, e fossem visitar aquela igrejinha.

E o Senhor acolhe a sua oração e propõe que ele peça ao Seu Vigário na terra, de Sua parte, esta indulgência. E São Francisco vai até ao Papa Honório III e conta-lhe a visão que tinha tido.

E Feliz caminha até à porta, negando qualquer documento que comprove a autorização do Papa, bastava-lhe a sua palavra, o documento seria a Santíssima Virgem Maria, o Senhor como escrivão e os Anjos as testemunhas.

O Perdão de Assis é uma manifestação da misericórdia de Deus e um sinal do amor apostólico de São Francisco, que disse alguns dias depois em lagrimas: "Meus irmãos, quero que todos vocês vão ao Paraíso!"

Esta indulgência é dada somente em um dia do ano: começa às 12 horas do dia 01 de agosto até o final da tarde de 02 de agosto, todo ano. Este dia tem como padroeira Nossa Senhora dos Anjos, e foi estendida a qualquer Igreja Católica do mundo.

Assim, ganham a Indulgência, todas as pessoas que tendo feita a confissão sacramental, visitarem uma Igreja nos dias mencionados, receberem a comunhão eucarística e rezarem um "Pai nosso", uma "Ave Maria" e um "Glória", pelas intenções do Santo Padre, o Papa. 
Assim sendo, poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de conversão do coração.




Mensagem da Província para o dia do Perdão de Assis




Neste vídeo acompanhe a Mensagem do Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemmel, para a Solenidade do Perdão de Assis e Festa de Nossa Senhora da Porciúncula.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

COMO ALCANÇAR A TRANQUILIDADE IMPERTURBÁVEL


"Todos somos candidatos à tranquilidade imperturbável, mas, para tanto, temos de lutar e vencer a mais dura das batalhas, na guerra com nós mesmos, que carece de vigilância permanente para eliminar os inimigos que muito conhecemos: o ódio, a inveja, o ciúme, a discórdia, a maledicência, a vingança, o orgulho, o egoísmo... 
São frentes de lutas que devemos travar para vencer a nós mesmos e conhecer o terreno sagrado do nosso coração."

(São Francisco de Assis)

"Paz e Bem" amados!

sábado, 7 de julho de 2018

SERMÃO DAS AVES.

 Certo dia, Francisco, em companhia de Frei Masseu e Frei Ângelo, saiu para uma missão. Entre Cannara e Bevagna, num local silvestre, onde havia um pequeno descampado e ao redor muitas árvores de todas as espécies. Encima das árvores, voando em revoadas e espalhadas pelo chão no descampado, muitas aves, que cantavam e se confraternizavam com grande alarido. O Santo falou a seus discípulos: “Esperem um momento, vou pregar às nossas irmãzinhas aves!” Entrou no campo indo de encontro às aves que estavam no chão. E mal começou a pregar, as que estavam nas árvores desceram. 
Nenhuma se mexia, embora andando ele passasse perto e mesmo chegasse a roçar nelas com a extremidade de sua veste! E dizia as aves:
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“Minhas irmãzinhas aves, vocês devem muito a DEUS, o CRIADOR, e por isso, em todo lugar que estiverem devem louva-LO, porque ELE lhes permitiu que voassem para onde quisessem, livremente, da mesma forma que devem agradecer o alimento que ELE lhes dá, sem que para isso tenham que trabalhar; agradeçam ainda a bela voz que o SENHOR lhes proporciona, que lhes permitem realizar lindas entonações! Vejam, minhas queridas irmãzinhas, vocês não semeiam e não ceifam. É DEUS quem lhes apascenta, quem lhes dá os rios e as fontes, para saciar a sede; quem lhes dá os montes e os vales, para o seu refúgio e lazer, assim como lhes dá as árvores altas, para fazerem os ninhos. Embora não saibam fiar e nem coser, DEUS lhes concede admiráveis vestimentas para todas vocês e seus filhos, porque ELE lhes ama muito e quer o bem estar de vocês. Por isso, minhas irmãzinhas, não sejam ingratas, procurem sempre se esforçarem em louvar a DEUS.”
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Acabando de dizer-lhes estas palavras, todas as aves num gesto quase uniforme, começaram a abrir os bicos e esticar os pescoços, à medida que abriam as asas e inclinavam reverentemente a cabeça até á terra, cantando, demonstrando assim que Francisco lhes havia proporcionado uma grande satisfação!
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Finalmente, São Francisco lhes fez o Sinal da Cruz e deu-lhes licença de se retirarem. Então, todas aquelas aves se levantaram no ar com um maravilhoso canto, e logo se dividiram em revoadas e desapareceram atrás das colinas e das matas.
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Frei Tomás de Celano, célebre hagiógrafo de São Francisco, escreveu que dias após aquele notável acontecimento, quando pregou às Aves nas imediações de Bevagna, o Santo foi em companhia de Frei Massau a um lugarejo chamado Alviano, entre Orte e Orvieto. Pararam na praça do Mercado e como sempre, cantaram uma melodia com versos que convidavam a conversão do coração, com a finalidade de reunir o povo. Depois começou a pregar. Entardecia. As andorinhas que ainda hoje fazem ninho nos altos muros e nas torres das construções, voavam de um lado para outro em ciclo contínuo, chilreando forte e de modo quase uníssono. Os habitantes do lugarejo que se comprimiam ao redor para ouvir a palavra dele, não estavam conseguindo entender quase nada, porque o barulho das andorinhas era muito intenso. Então, Francisco com a maior tranqüilidade, olhou para elas e com muita doçura disse:
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“Irmãs andorinhas, parece-me que agora é minha vez de falar. Já cantaram e falaram bastante! Escutem, pois, a palavra de DEUS e fiquem silenciosas enquanto eu falo!”
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Elas pararam e fizeram um grande silêncio, por todo o tempo que ele falou.
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São Francisco de Assis, rogai por nós.

"Paz e Bem"

"Paz e Bem"


sábado, 16 de junho de 2018

A conversão de São Francisco de Assis (Homilia Dominical.405: 11.º Domingo do Tempo Comum)



Neste domingo, para falar do poder extraordinário da graça, Nosso Senhor compara o Reino de Deus a um grão de mostarda, que, sendo a “menor de todas as sementes da terra”, depois “cresce e se torna maior do que todas as hortaliças”.
Meditando sobre essa parábola, Padre Paulo Ricardo conta um pouco da vida de São Francisco de Assis e nos mostra, a partir do testemunho desse grande santo, como podemos fazer florescer as sementes do Evangelho em nosso coração:

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos (Mc 4, 26-34)

Naquele tempo, Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”.
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E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.
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Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam compreender. E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.
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Meditação. — O grão de mostarda é uma semente bem pequena, que se assemelha àqueles farelos ralados da pimenta do reino. Quando cresce, porém, essa mesma semente se torna um grande arbusto. Jesus aproveita-se disso para, no Evangelho deste domingo, estabelecer uma analogia e demonstrar como o Reino de Deus, a Igreja, cresce dentro de nosso coração até tornar-se uma árvore frondosa, onde os pássaros vêm repousar.
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Depois de dois mil anos de história, a Igreja Católica é hoje essa grande árvore que estende seus ramos por toda parte. Mas nem sempre foi assim. No início da pregação de Jesus, a Igreja era realmente um nada, uma coisa insignificante, que pouco importava diante do Império Romano e outras instituições seculares. Em outras palavras, o Reino de Deus era apenas um dos mistérios da missão de Jesus.
.Na verdade, Jesus compara a Igreja ao grão de mostarda para lembrar que, antes de ser uma instituição visível, ela é uma realidade invisível, cujo desenvolvimento ocorre na alma humana. É dentro do coração do homem que a semente do Evangelho precisa crescer e tornar-se uma enorme árvore, como aconteceu com os grandes santos da história. A vida de São Francisco de Assis, por exemplo, mostra como a ação de Deus é inicialmente discreta. De vaidoso e avarento, o jovem Francisco converteu-se num santo mendigo de Deus, após um encontro misterioso com o Senhor, durante o período em que ficou prisioneiro, por conta da batalha de Colestrada. Esse episódio fê-lo enxergar as misérias da vida terrena e, a partir disso, Francisco começou a interessar-se mais e mais pelas bem-aventuranças. No futuro, o seu testemunho de pobreza total por Jesus faria com que outros grandes santos aparecessem, como é o caso de Santa Clara e de Santo Antônio de Pádua, cuja memória comemoramos no último dia 13 de junho.
.Deus deseja que a sua semente do Reino cresça igualmente no coração de todos os homens. Mas isso depende de nossa correspondência à sua graça, na vida de oração, na frequência aos sacramentos. A alma generosa, por sua vez, será elevada pela força do Evangelho, que brota da Cruz, aos mais altos cumes da santidade.
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Oração. — Senhor Jesus, fecundai meu coração com a semente da santidade, a fim de que o vosso Reino cresça na minha alma como a semente de mostarda do Evangelho. Fazei de mim e de meus irmãos fiéis discípulos da vossa Palavra, para que, com nosso testemunho, os ramos da Igreja se estendam até os lugares mais longínquos do mundo. Assim seja!
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Propósito. — Meditar sobre a conversão de São Francisco e a sua renúncia aos bens temporais pelos bens celestes.


quarta-feira, 13 de junho de 2018

#Curiosidades |13º Dia| Santo Antônio do mundo inteiro



Viva Santo Antônio! 
Hoje é o dia de nosso Santo Antônio de Pádua, de Lisboa e do mundo inteiro. Neste momento, onde você estiver, receba a bênção de Deus, por intercessão de Santo Antônio. Acompanhe:


A Vida de Santo Antônio

PAZ E BEM MEUS QUERIDOS IRMÃOS E IRMÃS!

Dia de Santo Antonio, afastemos de nós as crendices populares e colocamos no coração a Fé desse Maravilhoso SANTO que deu sua vida a serviço do Evangelho de CRISTO, nisso sim devemos acreditar na sua grande vontade de SER COMO JESUS. 

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Por isso nesse dia vamos procurar imita-lo, sermos verdadeiros CRISTÃOS, reconhecendo nos fracos, oprimidos e pobres a imagem do CRISTO JESUS... Isto é, abraçar a humildade para que com esse sentimento afastamos de nós a hipocrisia que nos afasta da verdadeira FÉ E DOUTRINA DO PAI...

Deus vos abençoe. PAZ E BEM!




Breve relato sobre a vida de Santo Antônio de Pádua
Paróquia de Santo Onofre
Comunidade de Santo Antônio
Padre Lúcio Ramos Peixoto
Narração: Carlinhos
Gravação: Estúdio Rochedo de Israel
São Paulo - SP

Canal Youtube de: Fernando Melo

ORANDO JUNTO COM SANTO ANTÔNIO




Vamos orar junto com Santo Antônio, pedindo a sua intercessão junto a Deus por nossas necessidades. Pare por esses instantes e faça a sua oração junto conosco e Santo Antônio.
IMPORTANTE: Assista Orações de Fé  e compartilhe com seus amigos e amados.
Vamos evangelizar compartilhando coisas boas!!!

Canal Youtube:Orações de Fé


quinta-feira, 24 de maio de 2018

"O QUE É A PERFEITA ALEGRIA?" para São Francisco de Assis.



Cai a tarde de inverno impiedoso e Francisco e Leão sob a neve caminham
Vão tornando à Santa Maria com fome e com frio ao final de outro dia.
Frei Leão vai na frente ligeiro,
Frei Francisco o chama e lhe diz:
Frei leão toma nota se queres saber o que é a perfeita alegria.
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Se nós tivermos a graça de Deus de pregar o Evangelho e a cruz
e por obras e exemplos pudermos levar a Jesus.
E convertermos os homens à fé, até mesmo os de mal coração,
Frei Leão isto ainda não é a perfeita alegria.
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Imagine Leão que Deus nos tenha dado a graça de a todos curar
de fazer ver a cegos, a coxos andar, surdos ouvir e mudos falar.
E que até os demônios fugissem ao comando de nosso olhar,
e que os mortos nós ressuscitássemos, isto não é a perfeita alegria.
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E se falássemos todas as línguas com o dom de bem comunicar,
transformando os reinos da terra em reinos de paz.
E se soubéssemos toda a ciência, e os segredos da terra e do mar.
Frei Leão isto ainda não é a perfeita alegria.
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Mas então, Pai Francisco, o que é a perfeita alegria?
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Se ao chegarmos ao nosso convento e batermos depressa esperando entrar,
e o porteiro do lado de dentro ao invés de abrir põe-se assim a falar:
Quem sois vós que assim importunos nesta hora nos incomodais?
Somos nós, teus irmãos, Frei Leão e Francisco que chegam e querem entrar.
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E Frei Leão se o porteiro disser que é mentira e que não abrirá
que encontremos um outro lugar em um canto qualquer.
E se nós diante da porta fechada, sob a noite e a neve que cai
conservarmos a paz, isto é a perfeita alegria.
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Mas se nós insistirmos em pranto que abra que tenha piedade de nós,
pois com fome e tão necessitados na noite não temos consolo e lugar.
E se então o porteiro sair, empunhando o bastão a gritar.
E bater em você e em mim muito mais nos deixando no chão a chorar.
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E Frei Leão, se for Deus que tal faz, que nos deixa na noite e na cruz,
se entendermos que este abandono imita Jesus.
E se nós diante da porta fechada, sob a noite e a neve que cai,
Conservarmos a paz, isto é a perfeita alegria.


domingo, 13 de maio de 2018

FESTA DA ASCENSÃO DO SENHOR


Homilia do 7°Dom do tempo Pascal (Mc 16,15-20)

Caríssimos, neste tempo de espera, a Palavra de Jesus nos orienta para obediência à vontade do Pai, mas para isto Ele nos dá o Seu Espírito para que sejamos testemunhas de Sua Ressurreição, pois o Espírito do Senhor nos comunica toda verdade à seu respeito e de como devemos proceder nesse tempo de anúncio do Seu Reino de justiça e de paz. É bem como vemos no Evangelho de hoje: "Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam."
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Com efeito, hoje a Igreja celebra a Ascensão do Senhor, mas, qual é o significado desta festa? É o mesmo do Salmo 109: "O Senhor disse a meu Senhor: Senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos por escabelo dos teus pés." Ora, em seu desígnio de amor Deus Pai determinou tudo conforme o seu plano para a salvação de todos os creem no Seu Filho, Jesus Cristo, Rei do Universo, "autor e consumador de nossa fé."
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Mas, quando será a Parusia (segunda vinda) do Senhor? Ora, os Apóstolos também indagaram o Senhor sobre isso: "Então os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: “Senhor, é agora que vais restaurar o Reino em Israel?”Jesus respondeu: “Não vos cabe saber os tempos e os momentos que o Pai determinou com a sua própria autoridade. Mas recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra”. Ou seja, esse nosso tempo é ainda o tempo do anúncio de Sua misericórdia e preparação para a sua vinda definitiva.
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"Depois, virá o fim, quando Ele entregar o Reino a Deus Pai, depois de haver destruído todo principado, toda potestade e toda dominação. Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés." Portanto, "Alegremo-nos, exultemos e demos glória a Deus, porque o Senhor todo-poderoso tomou posse do seu reino, aleluia! (Ap 19,7.6)."
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Conclusão: "Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFM Conv.

Fonte Brasil Franciscano

quinta-feira, 10 de maio de 2018

SÃO FRANCISCO E SANTA CLARA


PAZ E BEM!
Que as pessoas se apaixonem pelo carisma franciscano, como CLARA E FRANCISCO se apaixonaram por Jesus.
O caminho para a ALEGRIA ficará bem mais curto..

SEJAM FELIZES...



quinta-feira, 26 de abril de 2018

Você está deprimido ou triste? Reze esta oração do Padre Pio



Se você está afundando na escuridão, é fundamental “levantar a mão” e pedir ajuda

Um pequeno texto anônimo diz: “Erga a mão o mais alto possível e Deus vai completar a distância que os separa”. É a frase à que eu recorro durante aqueles momentos em que sinto chegar certa escuridão emocional: a depressão. Para muitos de nós, essa escuridão é um velho e indesejado amigo, o “cão negro” mencionado por Winston Churchill – também chamado de transtorno afetivo sazonal.
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O Manual de diagnóstico dos transtornos mentais (DSM) contém definições clínicas para a depressão. Também podemos recorrer à explicação sobre a escuridão espiritual que são João da Cruz escreve em A noite escura da alma. Seja qual for a maneira pela qual você chegou a um estado depressivo ou qual foi a história que o levou até a doença, a chave nestes momentos é estender a mão e buscar o contato.
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O estado de depressão não é um vazio. É um espaço cheio de conhecimento diante do qual estamos momentaneamente cegos. Quando tentamos alcançar esse conhecimento sozinhos, geralmente ficamos cansados para continuar aprofundando. Por isso, sucumbimos às ondas de desespero.
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Buscar o contato não é um movimento intuitivo quando estamos debilitados psicológica e espiritualmente. Embora tenham nos ensinado que perder a esperança é virar as costas para Deus, o que é pecado, há outro elemento do desespero que é negligenciado. Vem da Regra de São Bento: “Em tudo Deus seja glorificado”.
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Em uma recente confissão, estando eu em uma época de depressão, o padre me deu uma penitência bem concreta. Eu deveria ler sobre Jesus caminhando sobre o mar tempestuoso e sobre o medo de Pedro (em Mateus, 14). Depois, teria que refletir especificamente sobre o momento em que Pedro se desespera e busca a ajuda de Nosso Senhor, naquele segundo antes de Jesus tomar a mão dele.
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Foi um momento cheio de dúvidas para Pedro, cuja fé havia fraquejado. Também foi uma resposta intuitiva para uma pessoa que estava se afogando fisicamente: estender a mão, tentar se agarrar a qualquer coisa para salvar a própria vida.
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O padre me sugeriu essa imagem para que eu refletisse; uma metáfora para que eu voltasse a estender a mão para Cristo – psicológica e espiritualmente. Eu fiquei surpresa com a rapidez com que o instinto de sobreviver espiritualmente se emparelha ao desejo de viver fisicamente quando se está esgotado e em águas profundas.
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Na tranquilidade por saber que o Senhor tomou a minha mão e que eu não afundarei, costumo ler esta oração. Às vezes, leio-a até três vezes seguidas:
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Permanece comigo, Senhor, pois eu preciso que estejas presente para que eu não me esqueça de ti. Tu já sabes como é fácil para mim te esquecer.
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Permanece comigo, Senhor, pois sou fraco e preciso da tua força para não cair tão frequentemente.
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Permanece comigo, Senhor, pois tu és a minha vida, e, sem ti, não tenho fervor.
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Permanece comigo, Senhor, pois tu és a minha luz, e, sem ti, sou trevas.
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Permanece comigo, Senhor, para me mostrar a tua vontade.
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Permanece comigo, Senhor, para que eu ouça a tua voz e te siga.
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Permanece comigo, Senhor, pois eu quero te amar muito e estar sempre em tua companhia.
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Permanece comigo, Senhor, se desejas que eu seja fiel a ti.
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Permanece comigo, Senhor, pois, por mais pobre que seja a minha alma, quero que ela seja um lugar de consolo para ti, um ninho de amor.
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Amém.

(São Pio de Pietrelcina – Oração para depois da Comunhão)
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A depressão é uma batalha e, para muitos de nós, uma cruz para carregar por toda a vida. Ao carregá-la da melhor forma possível, podemos, ao mesmo tempo em que pedimos ajuda, ser conduzidos a uma maturidade mais profunda na fé. Algo que, como a maioria das virtudes, não é tão simples de conquistar.

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